quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

NOTÍCIAS...03

 

BASTA:

https://www.instagram.com/reel/DT_ecEYDbH5/?igsh=eXFjaWs5NXNsb2Zx

 

 

https://www.instagram.com/reel/DUBtrYtEnFq/?igsh=MWc2ZTh3ZXFtaTJyMQ==

 

 

https://youtu.be/TK7b1tKl-Uo?si=ICWElCx6HCyxkw7P //INIMIGO DO BRASIL

REFLEXÃO...02

 

 

https://youtu.be/TK7b1tKl-Uo?si=ICWElCx6HCyxkw7P //INIMIGO DO BRASIL




REFLEXÃO...01

 

Quando a raiva atrai

 

“Provocar para viralizar”. Os cristãos estão cedendo ao rage bait?

 

Por Norma Braga

 

A língua inglesa é conhecida por cunhar expressões que fazem sínteses interessantes. Uma delas é rage bait, literalmente “isca de raiva”: conteúdo on-line intencionalmente provocativo para atrair cliques. Rage baits podem ser frases que indignam por generalização ou exagero, vídeos com interações absurdas e até mesmo receitas de bolo inventadas para dar errado, gerando tudo o que o criador de conteúdo mais quer: comentários, compartilhamentos e alcance.

 

Já estávamos familiarizados com o clickbait, que fomenta curiosidade (“o segredo que ninguém conta”), promete exageros (“o método definitivo”), choca (“estão enganando você”), mostra autoridade (“especialista revela”), finge escassez (“esta é sua última chance”). Com a expansão, desde a pandemia, dos negócios on-line – e consequentemente do marketing digital –, esses truques verbais se popularizaram, e tornou-se fácil perceber que a raiva atrai. Porém, cabe-nos a indagação urgente: cristãos estão cedendo ao rage bait? E se estão, o que isso significa para a santificação pessoal e para a igreja como um todo?

 

No X norteamericano, em 14/01/26, Trevor West (@TrevorWest 28) comenta o comportamento de um pastor: “Quando eu trabalhava para ele, uma vez ele me disse que quer provocar para viralizar. E aí, quando o que ele posta viraliza, ele explica melhor o que quis dizer, para depois escrever um artigo esclarecendo. Não vai parar, porque deseja relevância”.

 

“Provocar para viralizar” poderia ser um lema de muitos cristãos hoje. A teologia é um campo propício para discussões acaloradas, em que muitos se dão licença para críticas generalizantes e insultos que, mesmo sem qualificativos, soam como advertência piedosa: “herege”, “fundamentalista”, “reacionário”, “fariseu”, “woke”, “liberal”, “feminista”… Seja no X, seja no YouTube, o foco é derrubar o pensamento do outro, algo que facilmente se torna uma convocação para uma espécie de ritual desmoralizante – à qual os seguidores respondem com prazer.

 

Esse convite para a vergonha pública costuma vir acompanhado de mais força emocional que argumentativa. Nos vídeos, a raiva se torna evidente. O rosto se crispa, o semblante se acarranca e palavras condenatórias vêm aos borbotões; até a fala é rápida. O outro é reduzido a uma caricatura, preparado para o expurgo moral. Veem-se não tanto exegese séria, definições e distinções finas, mas um panorama genérico de uma realidade não desejada, criada e mantida por esse outro que se precisa expulsar, junto com seus livros e suas ideologias. Ao identificar o inimigo, o público o rebaixa como ímpio e se sente mais elevado, mais puro, agradecendo ao criador de conteúdo, que dobra a aposta no vídeo seguinte – e o ciclo se reproduz.

 

Captar e manter seguidores por meio da raiva se prova um procedimento tão bem recompensado que tem feito muitos cristãos esquecerem a advertência bíblica: “Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do homem não produz a justiça de Deus” (Tg 1.19-20). Penso que esse texto, bem digerido, pode nos ajudar a escapar da isca raivosa. Estar pronto para ouvir, em primeiro lugar, significa compreender que aquele pingo de informação – o título do vídeo, os vinte minutos a que assistimos, o fio do X, os comentários etc – não nos provê do necessário para condenar o trabalho de alguém, sobretudo quando é um irmão. É preciso ler mais, aprofundar-se, refletir, e se possível conversar com a própria pessoa. Isso é “estar pronto para ouvir”: saber segurar a capacidade da reação e da indignação até ter certeza de que aquele pequeno trecho na internet corresponde a toda a verdade. Isso vale tanto para os criadores quanto para os consumidores – e é um procedimento totalmente contracultural no mundo em alta velocidade de hoje.

 

 

 

Conectar-se para passar raiva pode se tornar uma verdadeira mania. Se o cristão se sente mais vivo, mais piedoso, quando se indigna com o pecado do outro, será que não está faltando olhar para si próprio? Jesus nos adverte: “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu? Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mt 7.3-5). É muito comum enxergarmos no outro aquilo que não queremos ver em nós mesmos. Achamos mais fácil empunhar o martelo condenatório em vez de, primeiro, ancorar-se em uma análise mais sólida das próprias motivações e desejos ocultos.

 

Mas então, deixamos de criticar? Claro que não: a igreja precisa de direção, e isso inclui apontar o mal. Porém, a crítica de cristãos maduros, experimentados no autoexame, é muito diferente do rage bait. É um alerta sóbrio, que se vale não tanto de palavras de efeito, mas sobretudo de uma preocupação legítima com as pessoas a quem se quer alertar. O objetivo é chamar, não para a execração, mas para o arrependimento. Vem de uma alma que conhece bem seus próprios pecados, por isso, em vez de deixar os outros cegos de raiva, ensina a enxergar e ponderar. Seu alvo não é atiçar a ira, mas inspirar cuidado e compaixão. Esse é o ideal que precisamos nos esforçar para alçançar.

 

Oro para que possamos fazer a diferença. Que na internet, como na vida, sejamos conhecidos não pela raiva, mas pelo amor (Jo 13.35).

 

Norma Braga, teóloga e escritora.

NOTÍCIAS...02

 

 

https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1448640610050236&id=100047129316675

 

 

https://portalnovonorte.com.br/noticia/110861/clima-azeda-entre-lula-e-toffoli-mas-detalhe-chama-a-atencao

 

https://www.instagram.com/reel/DRhY412kSH_/?igsh=aWg4ZTlmbHp1aTVw

 

 

https://youtu.be/blnxap-aa08?si=C180t4lmLhWNVCI4

 

O HOMEM ESTÁ PERDIDO:

https://www.xataka.com.br/ciencia/em-1925-a-procrastinacao-ja-era-um-problema-e-alguem-encontrou-a-solucao-definitiva-capacete-isolamento

 

 

https://www.facebook.com/reel/1186274379937586/?referral_source=external_deeplink

 

 

 

https://www.instagram.com/reel/DR0lHwwEgmm/?igsh=MWQzMzY2djZicHYwZw==

 

 

https://youtube.com/shorts/LJ36OXl5ArI?si=ebLWrvaGkn4zlLMx

VÍDEOS...+03




 

NOTÍCIAS...01

 

 

https://youtube.com/shorts/iGX89ihRFJg?si=yO_KfQQgbx2z4vvB

 

 

https://youtu.be/OSlT2KQYM4k?si=tpA-AfvP8INZTeQH

 

 

https://youtu.be/TK7b1tKl-Uo?si=ICWElCx6HCyxkw7P //INIMIGO DO BRASIL

 

 

https://www.instagram.com/reel/DUAz-YjDdiu/?igsh=MTJ4Ynh6MnAyNGhqag==

 

 

https://www.threads.com/@abraatiko/post/DUB5PcBDGHK?xmt=AQF08cwWntAYuOKd2L_ssX91kX_0ghpGLrsJ0CamHhsPM1b_SN7JduLrKzInGmSw8cw5l20z&slof=1

 

 

https://www.threads.com/@abraatiko/post/DUB5PcBDGHK?xmt=AQF08cwWntAYuOKd2L_ssX91kX_0ghpGLrsJ0CamHhsPM1b_SN7JduLrKzInGmSw8cw5l20z&slof=1

 

 

https://www.kwai.com/@edmilsonbarrin/video/5235303204824173616?userId=150001399527907&photoId=5235303204824173616&cc=WHATS_APP&timestamp=1769628782116&language=pt-br&share_device_id=ANDROID_daff2adca2be5471&share_uid=0&share_id=ANDROID_daff2adca2be5471_1769628780944&sharePage=photo&share_item_type=photo&share_item_info=5235303204824173616&fid=0&et=1_a%2F4866092989248777149_se2331&direct_share_v2=true&text_style=0&shareEnter=1&kpn=KWAI&authorKwaiId=edmilsonbarrin&translateKey=bold_news_share_text_081001&shareBucket=br&pwa_source=share&shareCountry=BRA&shareBiz=photo&short_key=xUCRw1nb&PWA_share_N_string=20&request_source=1001&share_redirect_switch_choice=pwa

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

NOTÍCIAS...04

 

As muriçocas (pernilongos) são vistas quase exclusivamente como pragas urbanas, mas possuem uma necessidade ecológica importante, atuando na manutenção do equilíbrio de diversos ecossistemas. Elas não existem com o propósito de picar humanos; isso é uma necessidade reprodutiva apenas das fêmeas de algumas espécies.

Aqui estão as principais funções ecológicas das muriçocas:

Cadeia Alimentar (Fonte de Alimento): Tanto as larvas quanto os mosquitos adultos são uma fonte de alimento crucial para inúmeros animais, incluindo peixes, anfíbios (sapos, rãs), pássaros, morcegos, libélulas e aranhas. A sua abundância apoia a vida dessas espécies, muitas das quais têm neles uma parte essencial da sua dieta.

Polinização: Surpreendentemente, a dieta principal dos mosquitos (machos e fêmeas) é o néctar das flores. Ao se alimentarem, eles transferem pólen de flor em flor, ajudando na reprodução de plantas, funcionando de forma similar às abelhas.

Ciclo de Nutrientes (Decomposição): As larvas de mosquito vivem na água e se alimentam de matéria orgânica decomposta, microrganismos e algas. Elas ajudam a reciclar esses nutrientes na água, excretando-os e tornando-os disponíveis para plantas aquáticas.

Controle Biológico: A presença massiva de larvas pode servir como um indicador ecológico e fonte de alimento para predadores específicos em ambientes aquáticos.

Por que elas atacam?

Apenas as fêmeas de algumas espécies picam, pois necessitam das proteínas presentes no sangue para amadurecer seus ovos. O aumento de muriçocas em ambientes urbanos está ligado ao desmatamento, à urbanização desordenada e ao acúmulo de água parada (lixo, pneus, vasos).

Embora sejam irritantes e possam transmitir doenças, eliminar totalmente as muriçocas poderia desequilibrar ecossistemas aquáticos e terrestres, causando um "efeito cascata" na cadeia alimentar. 

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Obs.: O homem contribuiu para o aumento das muriçocas.

           Desmatamento, rios, córregos, manguezais, mares, oceanos,  etc.

           Construções desordenadas, temperaturas alteradas, ventos

           modificados,  lixos variedades...etc.

          

NOTÍCIAS...03

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