sexta-feira, 19 de junho de 2026

NOTÍCIAS...02

 

N1

CHUTEIRA ROSA VIRA FEBRE NA COPA DO MUNDO POR ESTRATÉGIA DE MARKETING; ENTENDA https://share.google/M0Th9l7UN2CkhbbhF

 

 

https://www.instagram.com/reel/DZpfpInNL61/?l=1

 

 

https://youtu.be/nfe5U1s7OS0?is=2l6vl2TxWMwdSlct

 

 

https://youtu.be/N2hf2S0ggeY?is=n54EK7a3DVTfxmfN

 

 

 

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REFLEXÃO...03

 

RESPEITE AS CRIANÇAS




VÍDEOS...03




 

REFLEXÃO ...02

 


 

"Uma sociedade que obriga uma pessoa de noventa anos a usar um smartphone para acessar seus próprios direitos não é moderna: é uma sociedade que decidiu se livrar de seus idosos Em 2026 tudo virou um aplicativo, um código, um portal. Mas quem construiu este país com as próprias mãos hoje se encontra analfabeto dentro da própria casa. Para marcar uma consulta ou pagar uma conta, é preciso um filho ou um neto quando existe um. 0 sistema falhou, Isto não é inovação. É exclusão A tecnologia deve ajudar, não selecionar quem tem direito à dignidade, Quando deixamos para trás aqueles que vieram antes de nós, não estamos evoluindo: estamos apenas nos tornando mais cômodos e mais egoístas."

REFLEXÃO...01

 

Resumo Geral: O Paradoxo da Era da Informação

A tese central do texto é que o excesso de informação e a tecnologia digital não iluminaram a sociedade; pelo contrário, geraram um "analfabetismo intelectual". Temos todo o conhecimento do mundo no bolso, mas perdemos a capacidade de refletir profundamente sobre ele. O maior perigo dessa condição é que ela corrói a própria capacidade das pessoas de perceberem que estão se tornando alienadas.

 

Os Principais Argumentos do Autor

1. A Diferença entre Informação e Conhecimento

Informação: É o dado bruto, o fato isolado (ex: saber que um evento histórico aconteceu). É abundante e instantânea.

 

Conhecimento: É a capacidade de conectar, contextualizar, julgar e extrair significado desses dados. É isso que está desaparecendo.

 

2. A Indústria da Atenção e o Novo Analfabetismo

As plataformas digitais lucram ao prender e fragmentar nossa atenção. Fomos treinados para o scroll rápido.

 

O Novo Analfabeto: Não é aquele que não sabe ler, mas aquele que lê fluentemente sem reter, sintetizar ou questionar nada. Ele consome a superfície, mas é incapaz de habitar a profundidade de uma ideia.

 

3. A "Tirania dos Incompetentes Confiantes"

O ignorante tradicional sabia que não sabia. O analfabeto intelectual moderno confunde "ter acesso a fatos" com "compreender os fatos".

 

Os algoritmos das redes sociais premiam a assertividade e o slogan agressivo em detrimento da dúvida e da nuance.

 

4. A Falência do Sistema Educacional

O problema começou antes dos smartphones. A educação moderna, tentando ser "relevante" e "não opressiva", eliminou o esforço, a exigência e o texto difícil.

 

Criou-se uma intolerância ao tédio produtivo — aquele momento de vazio e silêncio que é essencial para a mente começar a pensar por si mesma.

 

5. A Ameaça à Democracia (O Despotismo Suave)

A democracia exige cidadãos capazes de criticar e resistir à manipulação. Sem essa massa crítica, as instituições viram cascas vazias.

 

O autor resgata Alexis de Tocqueville para falar sobre a "servilidade doce": um despotismo que não precisa de armas, pois a própria população prefere a anestesia dos ecrãs (telas) e o conforto da infantilização ao esforço de pensar.

 

Conclusão: O que significa Pensar?

Para o autor, pensar não é acumular dados ou ter opiniões convictas. Pensar é a capacidade de abraçar a dificuldade, a dúvida e a contradição com honestidade intelectual.

 

O "alarme" do título está tocando no enfraquecimento dos debates públicos, na demagogia política e na superficialidade cultural. O problema é que a própria anestesia impede a sociedade de ouvir o barulho. Resta uma minoria que resiste ao conforto da certeza fácil e escolhe continuar questionando o mundo.

: Está aí a velocidade que traz a tecnologia ao nosso favor, sem rodeios.

O texto é bom!

RIQUEZA...

 

Dono de 17.000 casas, 38 jatos, 300 carros e 52 barcos de luxo: com fortuna de US$ 43 bilhões, esse é o monarca mais rico do mundo.

O acervo pessoal e institucional de Rama X impressiona pela escala. /

O rei mais rico do mundo não vive no Oriente Médio, como muita gente imagina. Maha Vajiralongkorn, conhecido como Rama X, governa a Tailândia desde 2016 e acumula uma fortuna estimada em US$ 43 bilhões. O número supera, com folga, o patrimônio do Sultão de Brunei e dos monarcas da Arábia Saudita.

Como a fortuna de Rama X foi construída?

 

A maior parte da riqueza veio por herança. O pai de Rama X, o rei Bhumibol Adulyadej, reinou por 70 anos e já figurava como o monarca mais rico do mundo no ranking da Forbes em 2011. Quando faleceu em 2016, o patrimônio passou ao filho e único herdeiro homem do trono.

 

Desde então, Vajiralongkorn ampliou a fortuna com investimentos em setores estratégicos da economia tailandesa. Em 2018, assumiu controle direto do Crown Property Bureau, o órgão que administra todos os bens da Coroa, consolidando um poder econômico sem paralelo entre monarcas vivos.

 

quinta-feira, 18 de junho de 2026

ALERTA...

 


URGENTE: Burocratas globalistas não eleitos estão pressionando o embaixador do Brasil na OEA para trair os valores do nosso país,  o direito à vida de nossos filhos, de nossas famílias e de nossa liberdade.

Este ano, eles querem tudo: aborto, barriga de aluguel, eutanásia e uma Declaração Política que não ficará restrita à OEA; ela poderá influenciar leis, tribunais e escolas em todo o Brasil.

Assine a petição pedindo aos Embaixadores do Brasil que rejeitem TODA linguagem que promova o aborto e agendas contrárias à família nesta Declaração Política.

 

Sua voz é necessária AGORA

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