BASTA:
https://www.instagram.com/reel/DT_ecEYDbH5/?igsh=eXFjaWs5NXNsb2Zx
https://www.instagram.com/reel/DUBtrYtEnFq/?igsh=MWc2ZTh3ZXFtaTJyMQ==
https://youtu.be/TK7b1tKl-Uo?si=ICWElCx6HCyxkw7P //INIMIGO
DO BRASIL
BASTA:
https://www.instagram.com/reel/DT_ecEYDbH5/?igsh=eXFjaWs5NXNsb2Zx
https://www.instagram.com/reel/DUBtrYtEnFq/?igsh=MWc2ZTh3ZXFtaTJyMQ==
https://youtu.be/TK7b1tKl-Uo?si=ICWElCx6HCyxkw7P //INIMIGO
DO BRASIL
Quando a raiva atrai
“Provocar para viralizar”. Os cristãos estão cedendo ao rage
bait?
Por Norma Braga
A língua inglesa é conhecida por cunhar expressões que fazem
sínteses interessantes. Uma delas é rage bait, literalmente “isca de raiva”:
conteúdo on-line intencionalmente provocativo para atrair cliques. Rage baits
podem ser frases que indignam por generalização ou exagero, vídeos com
interações absurdas e até mesmo receitas de bolo inventadas para dar errado,
gerando tudo o que o criador de conteúdo mais quer: comentários,
compartilhamentos e alcance.
Já estávamos familiarizados com o clickbait, que fomenta
curiosidade (“o segredo que ninguém conta”), promete exageros (“o método
definitivo”), choca (“estão enganando você”), mostra autoridade (“especialista
revela”), finge escassez (“esta é sua última chance”). Com a expansão, desde a
pandemia, dos negócios on-line – e consequentemente do marketing digital –,
esses truques verbais se popularizaram, e tornou-se fácil perceber que a raiva
atrai. Porém, cabe-nos a indagação urgente: cristãos estão cedendo ao rage
bait? E se estão, o que isso significa para a santificação pessoal e para a
igreja como um todo?
No X norteamericano, em 14/01/26, Trevor West (@TrevorWest
28) comenta o comportamento de um pastor: “Quando eu trabalhava para ele, uma
vez ele me disse que quer provocar para viralizar. E aí, quando o que ele posta
viraliza, ele explica melhor o que quis dizer, para depois escrever um artigo
esclarecendo. Não vai parar, porque deseja relevância”.
“Provocar para viralizar” poderia ser um lema de muitos
cristãos hoje. A teologia é um campo propício para discussões acaloradas, em
que muitos se dão licença para críticas generalizantes e insultos que, mesmo
sem qualificativos, soam como advertência piedosa: “herege”, “fundamentalista”,
“reacionário”, “fariseu”, “woke”, “liberal”, “feminista”… Seja no X, seja no
YouTube, o foco é derrubar o pensamento do outro, algo que facilmente se torna
uma convocação para uma espécie de ritual desmoralizante – à qual os seguidores
respondem com prazer.
Esse convite para a vergonha pública costuma vir acompanhado
de mais força emocional que argumentativa. Nos vídeos, a raiva se torna
evidente. O rosto se crispa, o semblante se acarranca e palavras condenatórias
vêm aos borbotões; até a fala é rápida. O outro é reduzido a uma caricatura,
preparado para o expurgo moral. Veem-se não tanto exegese séria, definições e
distinções finas, mas um panorama genérico de uma realidade não desejada,
criada e mantida por esse outro que se precisa expulsar, junto com seus livros
e suas ideologias. Ao identificar o inimigo, o público o rebaixa como ímpio e
se sente mais elevado, mais puro, agradecendo ao criador de conteúdo, que dobra
a aposta no vídeo seguinte – e o ciclo se reproduz.
Captar e manter seguidores por meio da raiva se prova um
procedimento tão bem recompensado que tem feito muitos cristãos esquecerem a
advertência bíblica: “Meus amados irmãos, tenham isto em mente: Sejam todos
prontos para ouvir, tardios para falar e tardios para irar-se, pois a ira do
homem não produz a justiça de Deus” (Tg 1.19-20). Penso que esse texto, bem
digerido, pode nos ajudar a escapar da isca raivosa. Estar pronto para ouvir,
em primeiro lugar, significa compreender que aquele pingo de informação – o
título do vídeo, os vinte minutos a que assistimos, o fio do X, os comentários
etc – não nos provê do necessário para condenar o trabalho de alguém, sobretudo
quando é um irmão. É preciso ler mais, aprofundar-se, refletir, e se possível
conversar com a própria pessoa. Isso é “estar pronto para ouvir”: saber segurar
a capacidade da reação e da indignação até ter certeza de que aquele pequeno
trecho na internet corresponde a toda a verdade. Isso vale tanto para os
criadores quanto para os consumidores – e é um procedimento totalmente
contracultural no mundo em alta velocidade de hoje.
Conectar-se para passar raiva pode se tornar uma verdadeira
mania. Se o cristão se sente mais vivo, mais piedoso, quando se indigna com o
pecado do outro, será que não está faltando olhar para si próprio? Jesus nos
adverte: “Por que você repara no cisco que está no olho do seu irmão, e não se
dá conta da viga que está em seu próprio olho? Como você pode dizer ao seu
irmão: ‘Deixe-me tirar o cisco do seu olho’, quando há uma viga no seu?
Hipócrita, tire primeiro a viga do seu olho, e então você verá claramente para
tirar o cisco do olho do seu irmão” (Mt 7.3-5). É muito comum enxergarmos no
outro aquilo que não queremos ver em nós mesmos. Achamos mais fácil empunhar o
martelo condenatório em vez de, primeiro, ancorar-se em uma análise mais sólida
das próprias motivações e desejos ocultos.
Mas então, deixamos de criticar? Claro que não: a igreja
precisa de direção, e isso inclui apontar o mal. Porém, a crítica de cristãos
maduros, experimentados no autoexame, é muito diferente do rage bait. É um
alerta sóbrio, que se vale não tanto de palavras de efeito, mas sobretudo de
uma preocupação legítima com as pessoas a quem se quer alertar. O objetivo é
chamar, não para a execração, mas para o arrependimento. Vem de uma alma que
conhece bem seus próprios pecados, por isso, em vez de deixar os outros cegos
de raiva, ensina a enxergar e ponderar. Seu alvo não é atiçar a ira, mas
inspirar cuidado e compaixão. Esse é o ideal que precisamos nos esforçar para
alçançar.
Oro para que possamos fazer a diferença. Que na internet,
como na vida, sejamos conhecidos não pela raiva, mas pelo amor (Jo 13.35).
Norma Braga, teóloga e escritora.
https://www.facebook.com/story.php?story_fbid=1448640610050236&id=100047129316675
https://portalnovonorte.com.br/noticia/110861/clima-azeda-entre-lula-e-toffoli-mas-detalhe-chama-a-atencao
https://www.instagram.com/reel/DRhY412kSH_/?igsh=aWg4ZTlmbHp1aTVw
https://youtu.be/blnxap-aa08?si=C180t4lmLhWNVCI4
O HOMEM ESTÁ PERDIDO:
https://www.facebook.com/reel/1186274379937586/?referral_source=external_deeplink
https://www.instagram.com/reel/DR0lHwwEgmm/?igsh=MWQzMzY2djZicHYwZw==
https://youtube.com/shorts/LJ36OXl5ArI?si=ebLWrvaGkn4zlLMx
https://youtube.com/shorts/iGX89ihRFJg?si=yO_KfQQgbx2z4vvB
https://youtu.be/OSlT2KQYM4k?si=tpA-AfvP8INZTeQH
https://youtu.be/TK7b1tKl-Uo?si=ICWElCx6HCyxkw7P //INIMIGO
DO BRASIL
https://www.instagram.com/reel/DUAz-YjDdiu/?igsh=MTJ4Ynh6MnAyNGhqag==
https://www.kwai.com/@edmilsonbarrin/video/5235303204824173616?userId=150001399527907&photoId=5235303204824173616&cc=WHATS_APP×tamp=1769628782116&language=pt-br&share_device_id=ANDROID_daff2adca2be5471&share_uid=0&share_id=ANDROID_daff2adca2be5471_1769628780944&sharePage=photo&share_item_type=photo&share_item_info=5235303204824173616&fid=0&et=1_a%2F4866092989248777149_se2331&direct_share_v2=true&text_style=0&shareEnter=1&kpn=KWAI&authorKwaiId=edmilsonbarrin&translateKey=bold_news_share_text_081001&shareBucket=br&pwa_source=share&shareCountry=BRA&shareBiz=photo&short_key=xUCRw1nb&PWA_share_N_string=20&request_source=1001&share_redirect_switch_choice=pwa
As
muriçocas (pernilongos) são vistas quase exclusivamente como pragas urbanas,
mas possuem uma necessidade ecológica importante, atuando na manutenção do
equilíbrio de diversos ecossistemas. Elas não existem com o propósito de picar
humanos; isso é uma necessidade reprodutiva apenas das fêmeas de algumas
espécies. 
Aqui
estão as principais funções ecológicas das muriçocas:
Cadeia
Alimentar (Fonte de Alimento): Tanto as larvas quanto os mosquitos adultos são
uma fonte de alimento crucial para inúmeros animais, incluindo peixes, anfíbios
(sapos, rãs), pássaros, morcegos, libélulas e aranhas. A sua abundância apoia a
vida dessas espécies, muitas das quais têm neles uma parte essencial da sua
dieta.
Polinização:
Surpreendentemente, a dieta principal dos mosquitos (machos e fêmeas) é o
néctar das flores. Ao se alimentarem, eles transferem pólen de flor em flor,
ajudando na reprodução de plantas, funcionando de forma similar às abelhas.
Ciclo
de Nutrientes (Decomposição): As larvas de mosquito vivem na água e se
alimentam de matéria orgânica decomposta, microrganismos e algas. Elas ajudam a
reciclar esses nutrientes na água, excretando-os e tornando-os disponíveis para
plantas aquáticas.
Controle
Biológico: A presença massiva de larvas pode servir como um indicador ecológico
e fonte de alimento para predadores específicos em ambientes aquáticos. 
Por que
elas atacam?
Apenas
as fêmeas de algumas espécies picam, pois necessitam das proteínas presentes no
sangue para amadurecer seus ovos. O aumento de
muriçocas em ambientes urbanos está ligado ao desmatamento, à urbanização
desordenada e ao acúmulo de água parada (lixo, pneus, vasos). 
Embora
sejam irritantes e possam transmitir doenças, eliminar totalmente as muriçocas
poderia desequilibrar ecossistemas aquáticos e terrestres, causando um
"efeito cascata" na cadeia alimentar.
************************************************************
Obs.: O homem contribuiu
para o aumento das muriçocas.
Desmatamento, rios, córregos,
manguezais, mares, oceanos, etc.
Construções desordenadas,
temperaturas alteradas, ventos
modificados, lixos variedades...etc.
BASTA: https://www.instagram.com/reel/DT_ecEYDbH5/?igsh=eXFjaWs5NXNsb2Zx https://www.instagram.com/reel/DUBtrYtEnFq/?igsh=MWc2...