Síntese de uma Vida
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
O MENINO AZUL
O MENINO AZUL
1
Sentado numa pedra, contemplava o mar. Monologava. Sem que
percebesse, vindo não sei de onde, surgiu um menino. Sorria, e me olhava. No
início, assustei-me, ele era azul. Uma criança com uma idade indefinida; seu
corpo era de menino, mas seu semblante, e o olhar eram profundos, claros,
serenos, e maduros.
- De onde saiu você menino, não o vi chegar!
Com um esboço de sorriso nos lábios, chegou-se mais perto
e falou:
- Vim de um lugar desconhecido para muita gente.
- Que lugar seria esse? Sei que não conheço muitos lugares, mas
pelo menos, já ouvi falar.
- De onde eu vim não figura nos mapas, não que ele não exista,
apenas, é por quase todos desconhecido. Poucas pessoas terão condições de
manter um encontro com algum de nós. Contudo, um dia talvez cada pessoa tenha
oportunidade de encontrar esse mundo. Não direi de onde vim, cada um saberá por
si mesmo.
- Posso então lhe pergunta por que é azul?
- Você diz que sou azul, você me vê assim, como vê o mar, o céu...
Minha cor nada mais é que a condensação etérea do meu ser. Haverá
época que me verá branco, rosa ou de outra cor. Refletirei também sua luz
interior.
- Não entendi muito bem; Que veio fazer aqui?
- Você me chamou.
- Eu, como? Nem sabia da sua existência, nem sei o seu nome.
- Não tenho nome como você, nem precisaria gritar-me, pois quando
está mais em silêncio é que tenho oportunidade de surgir.
- Você é um fantasma?
Ele, abrindo mais o sorriso, balançaram a cabeça
negativamente.
- Não, você tem medo de fantasma?
- Sim, de certa forma.
- Sabe por quê?
Tenho medo e é o bastante.
- É sempre assim tão radical? 2
- Tenho ideias já formadas, sei o que quero.
- Espero que sim... O que pensava há tanto tempo contemplando o
mar?
- Pensava no perigo que ele representa para as pessoas, nas
cidades que pode inundar, nas embarcações que pode naufragar, na desproporção
em relação a quantidade de terras.
- Só isso?
- Só. Dizem que o mar vai invadir as cidades mais baixas, e isso
me preocupa...
- Você nunca pensou no mar como algo bom? Não vê sua utilidade,
sua importância ligando continentes, servindo de lazer para todas as idades, de
terapia para muitos, uma fonte de alimentos naturais, de sal que tempera sua
comida? Todos dos acidentes que nele ocorre, deve-se ao erro do homem, pela
imprudência com sua própria pessoa com o material usado. Lembra-se dos
acidentes com as barcas superlotadas e em mau estado de conservação? O homem
vem procurando modificar a natureza, desrespeitando-a.
- Prefiro um lago tranquilo, Menino Azul.
- A tranquilidade exagerada gera estagnação. O mar precisa das
ondas para renovar e purificar-se. Ele ocupa seu espaço, o homem é que tenta
rouba-lo. É justo, que não se acomode.
- Por que procura sempre me confundir?
- Tente apenas, olhar também o outro lado.
- Vou caminhar um pouco, Menino Azul você virá comigo?
- Claro, se assim deseja...!
- Veja Menino Azul, aquele homem cortando todas as árvores daquele
jardim. Não é uma pena?
- Cortar não seria bem a palavra, ele apenas está podando. Dessa
maneira, ela terá mais força, e na próxima estação brotará mais bonita. Novos
galhos, maior quantidade de frutos, mais flores. Que seria dela se o homem como
ser superior, não a podasse, adubasse, procurasse tirar os insetos que a
importunam? Por isso é bela e agrada seus olhos. Sujeitando-se a poda
renovar-se-á, e como agradecimento, doará seus frutos, sua sombra...
- Sabe que você é engraçado, Menino Azul? 3
- Não, o que em mim é engraçado?
- Às vezes está de lado direito outras de esquerdo, você voa?
- Sim, se sentarmos ali poderemos voar os dois.
- Eu também?
- Claro. Vamos olhar o que se passa à nossa volta, escape um pouco
dos seus limites, logo voltaremos...
- Para onde iremos?
- Qualquer lugar, você será meu guia.
- Como seu guia? Você terá que ir á frente para me conduzir, sou
mais pesado e nunca voei.
- Está enganado meu amigo; você já voou tanto quanto eu. A diferença
é que eu acredito, e você tem medo, vive acorrentado a tudo... Um dia voará
muito mais alto...
- Voemos então, falei para o Menino Azul.
Disse-me ele:
- Antes fechemos os olhos, esqueçamos o tempo e o espaço,
liberte-se das preocupação que lhe afligem.
Como um passe de mágica não estava mais sentados sobre aquela
pedra, mas sim, numa área enorme de capim rasteiro, verde e cheiroso,
exatamente como tinha visto em meus sonhos. O Menino Azul sorria ao meu lado,
perguntou-me: - Era esse o lugar que sempre pensou conhecer e nunca teve
oportunidade?
Respondi emocionado:
- Sim, parece um sonho...
Começamos a andar, admirado, maravilhado. Gozava o prazer daquele
momento! Via grande quantidade de animais pastando, bonitos.
Algo me chamou atenção. Algum animal deveria estar doente,
sentindo dor, estava inquieto num canto. Seu abdômen dilatado, sua respiração
ofegante, nervoso.
- Que teria esse animal, Menino Azul?
- Não vê que é uma fêmea, meu rapaz; breve estará aumentando o
4 rebanho de seu dono.
- Ela vai parir?
- Sim, por isso está inquieta, mas logo tudo passará e voltará a
reunir-se aos outros.
- Será que ela está sentido muita dor? Coitada!
- Por que coitada, meu rapaz?
- Enquanto ela sofre aqui, o boi com certeza pasta por aí
tranqüilo sem sentir nada.
Somente agora, pude ver claramente os dentes do Menino Azul, seu
sorriso foi mais largo.
- Meu bom rapaz, já pensou alguma vez realmente sobre esse
assunto?
- Não, mas o que pensa você?
- Que seria do dono dos animais se eles não quisessem procriar?
Ao adquirir cada um, o fez mediante estudo, escolhendo os mais
férteis, mais bonitos, puros. Com isso, pensava no cruzamento entre eles, e
consequentemente num aumento de seu rebanho. Por isso adquiriu tanto pasto, fez
plantações, nada deveria faltar ao seu gado. Seria uma decepção se resolvessem
extinguir-se recusando-se a procriação. Não acha?
- Por certo...
- Esta fêmea sente prazer com este tipo de dor. Sente-se adulta,
completa, realizada. Esse momento nada representa daqui a alguns instantes. Sua
alegria será bem maior que a dor. Não a esquecerá, mas aventurar-se-á a novas
satisfações como essa. Ela é a terra que fez germinar a semente, através dela,
haverá renovação. Isso é mais que suficiente para engrandecê-la. Que seria do
macho sem a fêmea para lhe completar e eternizá-lo? Ela não é completamente, é
princípio... e fim.
Seguimos caminhando sem nos preocupar com a direção. Gostava da
companhia daquele menino sorridente, me fazia bem.
Ao longe, avistamos uma casa pequena, humilde. Nos aproximamos.
Tudo estava parado, sem vida. O cachorro magro nem latia, olhou-me e entrou na
casa. Ninguém surgiu á porta para nos receber. Batemos o silêncio me assustava.
O Menino Azul continuava tranquilo. 5
Como ninguém aparecesse, entramos, não víamos pessoa alguma.
Chegamos a cozinha, ao quintal, fomos verificar, o único quarto
que havia. Empurrávamos a porta, fiquei gelado, minha vontade era correr, não o
fiz por vergonha do Menino Azul. Ele entrou e chamou-me, pediu que me aproximasse.
Eu tinha medo... Diante de nós um corpo estirado sobre o tablado da cama.
Inerte, olhos fechados, semblante sereno. Ao lado uma vela já apagada. Na
cabeceira um crucifixo feito à facão. Lembrei-me dos grandes enterros dos
crucifixos de prata, das coroas, flores, caixões de luxo, mausoléus de mármore.
Comovido, chorei...!
O Menino Azul calado, olhava-me. Não estava triste, nem chorava.
Seu semblante era de ternura, compreensão, entendimento, tranquilidade.
Quebrando o silêncio, falei:
- Morreu sem ninguém. Não terá por certo nem quem o enterre.
O menino Azul olhou-me com a mesma serenidade e respondeu-me:
- Ninguém meu amigo, morre acompanhado; mesmo que seja numa
tragédia coletiva. Fisicamente partimos juntos, mas na verdade iremos sozinhos
com nossa bagagem. Assim como viajantes, que fazem percursos pequenos ou
longos. Embora nos encontremos nos hotéis, pousadas, etc., cada um tem seu
itinerário. Após essa viagem, chegaremos ao nosso destino verdadeiro.
Quanto ao seu corpo, enterremo-lo, é para isso que estamos
aqui...
Após tomarmos todas as providências necessárias, voltamos
novamente a caminhar. Eu calado, pensando... O Menino Azul, carinhosamente me
observando.
Seguimos um bom pedaço, olhando tudo em volta.
Voltei a interrogá-lo:
- Por que você pensa que sempre está com a razão?
Ele respondeu calmamente:
- Está enganado amigo, não penso sempre que estou certo. Sou um
procurante como você. O que nos torna diferentes, é que sempre que você olha
para uma questão, se vê um ângulo, eu contudo, procuro vê os dois. O que venho
lhe dizendo não é para ser decorado ou repetido, mas para ser entendido,
complementado, discutido. Aí então, quando alcançarmos o conhecimento superior,
poderemos ser aceitos sem refutação. O que dissermos será lei. Ainda é muito
cedo; nosso caminho é longo...!
6
Nosso diálogo foi interrompido por gritos, pessoas correndo,
estampidos. Assustado, tentei me esconder.
- Vamos, dizia eu, se ficar por aí, por certo levará um tiro, e
nem saberá de onde partiu...
- Irei junto não por minha causa, eu não poderia ser atingido por
uma bala, sou invisível para eles, mas para lhe proteger. Procuremos um lugar
seguro.
Como a maioria das pessoas corria para um determinado lugar,
seguimos o grupo composto de crianças, velhos e deficientes.
Por certo, sabiam o melhor local para nos proteger.
Realmente, ficamos relativamente bem instalados. Curioso,
perguntei:
- Por que teriam construído lugares para abrigá-los numa situação
dessas?
Um rapaz, notando o meu interesse, respondeu-me: - em todo país
civilizado, há abrigos para proteger sua população...
- Perguntei: e a outra parte, onde está?
- Os outros, ou estão
manejando as armas nos campos de batalha, ou apertando botões em salas super
equipadas, ou dando ordens de combate. Tudo isso, só nosso desenvolvimento
tecnológico poderia nos proporcionar, caso contrário, nem existiríamos
mais...
Olhei em volta a procura do Menino Azul e disse-lhe:
- Agora você há de convir que não tem outro ângulo. Par a
humanidade não há salvação. O mundo será do mais rápido, mesmo que esteja
trilhando por caminhos errados. O que me diz?
- Por certo, não sinto alegria em presenciar, uma guerra, onde
pessoas brigam por terras, prestígio, poder, fanatismo religioso ou racial.
Espere contudo, que após todo esse levante, esse sofrimento, essa matança
desenfreada, sobre uns poucos, e que não esqueçam esse horror tão rapidamente.
E dessa vivência negativa, eles, os que restaram, vejam a luz, que iluminará a
nova humanidade. 7
Que sejam poucos, porém convictos. E como candeeiros ajudem o
peregrinar dos novos viandantes...
Ao constatarmos que a luta tinha terminado, voltamos a caminhar.
Deixemos que cada um enterre seus mortos...
À certa altura, parei e perguntei ao Menino Azul:
- Para onde iremos agora?
Ele respondeu:
- Não sou eu que o estou dirigindo, sigo apenas ao seu lado.
- O sol está queimando meu corpo. Você não sente?
- Não, da sua maneira. Vamos sentar sob àquela árvore.
Juntos, paramos por um instante, suava aos pingos, a camisa presa
ao corpo, os pés ardiam.
Falei para o Menino Azul:
Esse calor me acaba, seca as plantações, queima as matas, seca os
rios. Dá muito prejuízo.
Entendendo o olhar do Menino Azul complementei, estou novamente
olhando apenas um lado da questão. Sei que o sol é vida, é luz e calor. Sem ele
morreríamos.
O Menino Azul sorrindo, falou:
- Fico satisfeito com a observação que fez. Muitos dos problemas
que afligem ao homem, ele próprio poderia amenizar ou resolver se realmente
desejasse.
Assim como o sol, a água, a terra, etc..
Estava cansado, olhava o Menino Azul, as pálpebras não me
obedeciam. Tinha vontade de deitar-me ali na sombra e dormir. Serpa que ele
também tinha sono?
Adivinhando meu propósito, aproximou-se e me disse: 8
- Tenho que ir. Durma, deve estar cansado. Caminhamos um bom
pedaço, e você não está acostumado.
- Ficou zangado Menino Azul? O sono me domina.
- Durma, não tenho motivos para zangar-se com você.
- Não sou boa companhia? Pergunto demais, não é?
- Gosto de você e das suas indagações. É um bom sinal. Por isso
estou aqui...
- Vou vê-lo outras vezes?
- Evidente que sim, só depende de você...
- Como assim?
- Pense em mim, dialogue consigo mesmo, busque encontrar-se, não
espere pelos outros, não procure tanto ser entendido, caminhe, siga em frente
com amor e esperança. Quando menos esperar, estarei caminhando também ao seu
lado e você será o meu guia...
E, desapareceu, da mesma maneira que tinha surgido.
Eu, exausto, dormi ou acordei, não sei...
PERGUNTAM-ME:
9
- QUEM É O MENINO AZUL?
RESPONDO-LHES
- QUEM SOU EU PARA DIZÊ-LO?
- MAS, SE AINDA NÃO O ENCONTRARAM... É UMA PENA...!
08.12.81
DIONÊ LEONY MACHADO
REFLEXÃO...01
Achei muito legal e criativo*
*Verifique sempre:*
```1. Pressão arterial
2. Glicose
3. Triglicérides
4. Colesterol```
*Reduza ao máximo:*
```1. Sal
2. Açúcar
3. Farináceos
4. Produtos Processados.```
*Alimentos necessários:*
```1. Verduras
2. Legumes
3. Feijão
4. Nozes
5. Ovos
6. Óleo de coco
7. Castanhas
8. Frutas```
*Três coisas que você deve esquecer:*
```1. Sua idade
2. Seu passado
3. Suas queixas```
*Três coisas essenciais:*
```1. Amigos
3. Pensamentos positivos
4. Casa arrumada e aconchegante```
*Três coisas fundamentais:*
```1. Sorrir/Rir sempre
2. Atividade física
3. Controlar o peso```
*Sete coisas indispensáveis:*
```1. Não espere ter sede para beber água;
3. Não espere ter sono para dormir
4. Não espere se cansar para descansar
5. Não espere ficar doente para fazer exames médicos
6. Não espere receber milagres para confiar em Deus
7. Não espere ter problemas para seguir confiante.```
*E por Último:*
*Não vote no Lula.*
*Ele é ladrão.*
*Arranje outro jeito de estragar sua vida, votando no Lula
vc estraga a minha também !!!!*
Envie essas dicas aos seus Amigos!
👌🏻👍🏻🤝
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
IDOSOS 1a.Parte
IDOSOS
- Sob o título “a Visão da Humanidade com Relação aos Idosos, Dionê Leony Machado,
tem profícuo trabalho, que mais se torna oportuno quando líderes decidem pelo
possível término da vida de anciãos, em face da pandemia COVID 19”.
Dionê
é pedagoga, poetisa, pensadora e cristã, com seguidores nas redes sociais, o que, de logo, diz sobre o seu
alcance, por certo diante de sua preocupação com os destinos do ser humano. Conheceu
percalços existenciais e físicos, pois vitima de acidente automobilístico... Tem, portanto, autoridade para discorrer sobre
a matéria, fazendo-o de modo louvável.
Seu trabalho é positivo.
Nele faz transcrições de textos afins, usa o pensamento de Fernando Pessoa,
oferece poema seu (Velhos?), e vários títulos buscando a atenção do Leitor,
dentre os quais: Qual a importância do idoso na nossa
vida?; Anciãos transmitem cultura indígena; Na China e no Japão, a velhice é sinônima
de sabedoria e respeito; Como podemos mudar esse quadro no Brasil? Salmo– 71 - Eclesiastes - capítulo 12.
Vale, enfim, observar seu
pensamento, que é denso, e se demonstra, por exemplo, na manifestação, a seguir:
.
IDOSO
- PROBLEMA DIFÍCIL
O
crescimento do número de idosos e situações socioculturais induziu a criação de
casas de repouso, abrigos, etc./Famílias dispersadas ou em circunstancias diversas,
levaram a proliferação destes locais.../Montados em casas adaptadas, com
funcionários despreparados. Crescem, como comércio alternativo./Situações
heterogêneas./ O idoso sente as dificuldades de adaptação./A afetividade não é regra,
com relação aos “funcionários”. É imposta./Há situações de desconforto, de
isolamento, estresse, melancolia, depressão, atingindo limites difíceis./Falam
em idosos “blindados” por “funcionários”, ao questionarem as condições em que
vivem./Fila de espera. Sai um entra outro nas dependências ditas privativas.
Ficar calado é conveniente!/Quem não envelheceu está no cemitério./E a
vigilância? E o estatuto do idoso? E a delegacia do idoso?/As famílias? /Leis
existem, queremos vê-las cumpridas na prática./Quem não tem um idoso na
família, nasceu de chocadeira./Amanhã, o idoso será VOCÊ!
Dionê Leony
Machado
Julho de 2014.
Apresentação
Geraldo Leony Machado
geraldolm23@gmail.com
VISÃO DA HUMANIDADE...
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Qual a importância do idoso na nossa vida? 01
Os idosos são de fundamental
importância na nossa sociedade, pois além de ser a cultura viva dos nossos
antepassados são o que há de mais "pronto", nos termos filosóficos,
de um ser humano. Eles tiveram tantas experiências na vida
que puderam evoluir como ninguém mais neste mundo.
Maltratar um idoso é
como dar murro em ponta de faca, você estará se machucando. Todos os jovens de
hoje serão velhos no futuro e isso é incontestável, é um fato. É
compreensível o incomodo que os jovens têm para com os idosos, eles sempre
relembram os seus tempos e de certa forma são dependentes, embora não gostem
disso, mas isso não justifica a quebra dos valores pessoais como o respeito e a
empatia, valores que parece que só os de cãs ainda pregam.
Além disso, ao
conversar com um idoso você tem percepções e concepções que jamais
teria com qualquer outra pessoa. Eles transmitem seu aprendizado de anos,
aquilo que levaram longo tempo para aprender, e de graça. Sem pedir nada em
troca.
Ainda convém lembrar
que o idoso na sociedade contemporânea não é visto como uma pessoa inteligente
que tem muito a acrescentar, ele é visto como uma coisa inútil, perto da morte,
“aposentado”. Termos que diminuem sua importância e valor no meio em
que vivemos, termos chulos para se referir a tamanha riqueza social.
Em virtude dos fatos
mencionados, assim como a lua, a vida é constituída de fases. A fase de quando
somos bebês, a fase da adolescência, a fase adulta e a velhice... Essas fases
não podem ser evitadas nem mesmo pela pessoa mais rica do mundo. Então já é
hora de pararmos e analisamos a real importância do idoso em nossas vidas,
porque eles... Somos nós, no futuro.
Obs. Este foi o tema
do Enem que foi cancelado, aproveitando o tema -que é muito bom- eu fiz esse
texto mais para a reflexão das pessoas, para que elas possam realmente enxergar
a importância do idoso em nossas vidas.
Correção: 10/08/12
Henrique Abrantes - Google
Anciãos transmitem cultura indígena 02
Na
maior parte das sociedades indígenas a transmissão dos elementos culturais como
a mitologia, os rituais e os costumes é feita oralmente e são os idosos que
desempenham essa função fundamental para a sobrevivência dos povos.
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Veja também o texto Índios
mais velhos ajudam no resgate da sua cultura na revista IdadeAtiva |
Há
exemplos da importância do idoso para a preservação das culturas em aldeias da
Amazônia e em Mato Grosso do Sul, onde o cacique Kaiová, Paulito Aquino, que
diz ter mais de 100 anos, é a única pessoa a realizar os rituais de perfuração
dos lábios. Entre os Baniwa, do Alto Rio Negro, os idosos são os responsáveis
por contar as histórias da criação do mundo durante os rituais de passagem de
idade. Há relatos de velhos sábios com conhecimentos e poderes sobrenaturais
que reuniam uma legião de seguidores. A importância da figura desses sábios
está também na organização e reorganização social fundamental para a
sobrevivência do grupo.
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O Kaiová cacique Paulito Aquino diz
ter mais de 100 anos de idade. Foto: Guto Pascoal. |
A
transmissão oral da cultura acontece em nativas de todos os continentes. No
Brasil, existem cerca de 220 etnias indígenas e, em grande parte
delas,
a figura do ancião é valorizada como um arquivo vivo. Os saberes tradicionais
englobam várias aspectos da vida nas aldeias, desde a medicina, com as curas
através do conhecimentos dos remédios feitos de ervas e dos rituais xamânicos,
até os cantos e as danças para os dias de festas.
A
valorização das tradições passou a ser mais freqüente, principalmente a partir
das organizações políticas e sociais que aconteceram nas últimas décadas para
exigir o respeito aos direitos indígenas e a demarcação das terras. Esses
processos utilizam os velhos como principais fontes para o resgate cultural das
tradições que foram abandonadas e perdidas com o contato com as áreas urbanasA
pesquisadora Nádia Farage, do Departamento de Antropologia Social da Unicamp,
diz que não dá para afirmar que todos os povos indígenas têm a mesma relação
com os idosos "mas, via de regra, há essa tendência de maior valorização
dos mais velhos que são os depositários da memória dos povos", afirma ela,
que pesquisa a etnia Wapixana de Roraima. Segundo Farage, lá os velhos são
vistos como uma marca do passado no presente, como uma dobradiça do tempo.
"A realidade para eles é só o presente e o passado só existe na linguagem
dos velhos", diz Nádia.
Google.
Na China e no Japão, a velhice é sinônimo de sabedoria e respeito.
O fenômeno envelhecer é natural e inerente a toda espécie e tem sido
preocupação da chamada civilização contemporânea.
Os idosos são tratados com respeito e atenção pela vasta experiência acumulada
em seus anos de vida.
A família é o Porto Seguro do idoso.
Os familiares mais
jovens declaram com orgulho os sacrifícios realizados pelos seus idosos em
benefício da família, como a iniciação ao trabalho muito cedo com pouca
instrução para o sustento e estudo dos filhos, demonstrando sempre alegria,
festa e plenitude pela presença do idoso.
A cultura dessas sociedades tem como tradição cuidar bem, glorificar e
reverenciar seus idosos, resultado de uma educação milenar de dignidade e
respeito.Os japoneses consultam seus anciãos antes de qualquer grande decisão,
por considerarem seus conselhos sábios e experientes.
Em outros grupos das sociedades antigas, o ancião sempre ocupava uma posição
digna e era sinônimo de forte aspiração perante todos.
Os idosos têm intensa atuação nas decisões importantes de seus grupos sociais,
especialmente nos destinos políticos.
Na antiga China, o filósofo Confúcio ( que viveu entre os anos 551–479 a.C) já
apregoava que as famílias deveriam obedecer e respeitar ao individuo mais
idoso.
Na tradição japonesa é festejado de forma solene o aniversário do idoso.
No Japão, o Dia do Respeito ao Idoso (Keiro no hi) é comemorado desde 1947, na
terceira segunda-feira de setembro, mas foi decretado como feriado nacional
apenas em 1966.
Trata-se de um
feriado dedicado aos idosos, quando os japoneses oram pela longevidade dos mais
velhos e os agradecem pelas contribuições feitas à sociedade ao longo de suas
vidas.
Não se pergunta a
idade a uma mulher jovem, mas sim às mais idosas, que respondem com muito
orgulho terem 70 ou 80 anos, ao contrário do que se passa na sociedade
brasileira, em que a partir de certa idade não se deve perguntar a idade a uma
senhora para não causar constrangimentos, como terem-se muitos anos de vida
fosse um motivo de vergonha ou ter-se algo a esconder.
Na tradição japonesa,
ao completar 60 anos, é permitido ao homem o uso de blazer vermelho, pois
somente com seis décadas de vida há a liberdade de usar a cor dos deuses.
(No Brasil a cor
vermelha é destinada para os mais jovens, à medida que os indivíduos envelhecem
as cores destinadas são as mais claras, pálidas, sóbrias, tristes).
Na sociedade chinesa
é comum se encontrar anciãos, com 90/100 anos, fazendo diariamente atividade
física nos parques municipais.
Como podemos mudar esse quadro no Brasil?
- Estreitar o
relacionamento com as pessoas idosas próximas, ouvir e valorizar suas
histórias de vida.
- Conhecer mais
sobre os aspectos sociais, econômicos, étnicos, culturais, legais e
biológicos do envelhecimento na sociedade brasileira e repensar as
atitudes/valores quanto ao idoso.
- Desmistificar as
causas de criação de mitos e falsos parâmetros a cerca da velhice no
Brasil.
- Investir nas
crianças de um aos três anos, momento da constituição da personalidade,
propiciando a aproximação das mesmas aos idosos e que pelo exemplo de
cuidado, atenção e respeito de seus pais a essas pessoas, as crianças
poderiam internalizar esses valores/atitudes, apoiadas pelas escolas,
igrejas e grupos sociais.
- Reconhecer a potencialidade
laborativa dos idosos sua saúde, energia e criatividade.
- Favorecer a
inclusão social do idoso promovendo o sentido da sua existência.
Enfim, o
envelhecimento deve ser visto como o alcance de certo patamar de
desenvolvimento humano, indicado pela presença de papéis sociais e de
comportamentos considerados como apropriados ao adulto mais velho,
designando-lhe adjetivos como experiente, prudente, paciente, tolerante,
ouvinte, e acima de tudo sábio.
Salmo– 71 04
1
Em ti, SENHOR, me refugio; não seja eu jamais envergonhado.
2
Livra-me por tua justiça e resgata-me; inclina-me os ouvidos e salva-me.
3
Sê tu para mim uma rocha habitável em que sempre me acolha; ordenaste que eu me
salve, pois tu és a minha rocha e a minha fortaleza.
4
Livra-me, Deus meu, das mãos do ímpio, das garras do homem injusto e cruel.
5
Pois tu és a minha esperança, SENHOR Deus, a minha confiança desde a minha
mocidade.
6
Em ti me tenho apoiado desde o meu nascimento; do ventre materno tu me tiraste,
tu és motivo para os meus louvores constantemente.
7
Para muitos sou como um portento, mas tu és o meu forte refúgio.
8
Os meus lábios estão cheios do teu louvor e da tua glória continuamente.
9 Não me rejeites na minha velhice;
quando me faltarem as forças, não me desampares.
10
Pois falam contra mim os meus inimigos; e os que me espreitam a alma consultam
reunidos,
11
dizendo: Deus o desamparou; persegui-o e prendei-o, pois não há quem o livre.
12
Não te ausentes de mim, ó Deus; Deus meu, apressa-te em socorrer-me.
13
Sejam envergonhados e consumidos os que são adversários de minha alma;
cubram-se de opróbrio e de vexame os que procuram o mal contra mim.
14
Quanto a mim, esperarei sempre e te louvarei mais e mais.
15
A minha boca relatará a tua justiça e de contínuo os feitos da tua salvação,
ainda que eu não saiba o seu número.
16
Sinto-me na força do SENHOR Deus; e rememoro a tua justiça, a tua somente.
17
Tu me tens ensinado, ó Deus, desde a minha mocidade; e até agora tenho
anunciado as tuas maravilhas.
18
Não me desamparem, pois, ó Deus, até à minha velhice e às cãs; até que eu tenha
declarado à presente geração a tua força e às vindouras o teu poder.
19
Ora, a tua justiça, ó Deus, se eleva até aos céus. Grandes coisas têm feito, ó
Deus; quem é semelhante a ti?
20
Tu, que me tens feito ver muitas angústias e males, me restaurarás ainda a vida
e de novo me tirarás dos abismos da terra.
21
Aumenta a minha grandeza, conforta-me novamente.
22
Eu também te louvo com a lira, celebro a tua verdade, ó meu Deus; cantar-te-ei
salmos na harpa, ó Santo de Israel.
23
Os meus lábios exultarão quando eu te salmodiar; também exultará a minha alma,
que remiste.
24
Igualmente a minha língua celebrará a tua justiça todo o dia; pois estão
envergonhados e confundidos os que procuram o mal contra mim.
Google- Bíblia J.F.A.
|
05
Tenho observado nos dias atuais, a
discriminação 10.07.2009 Dionê
Leony Machado |
||
Eclesiastes - capítulo 12
O último capítulo de Eclesiastes é um poema belíssimo sobre a decadência
inexorável da vida de cada um de nós, ou seja, o envelhecimento que nos acomete
a todos os que tivemos o prazer de passar pela juventude e ver os anos bons em
que tínhamos força, curiosidade e vitalidade para experimentar os prazeres da
vida, desde os mais simples até os mais complexos.
O chamado constante do Pregador à sabedoria não deixa de ser um lembrete para que
todos os jovens (de corpo e de espírito) se preparem para o destino inevitável
– a morte – e quando este preparo é feito sabiamente, não deixa de ser uma
espécie de "décadence avec élégance" ("decadência com
elegância"), já que tolo é aquele que se revolta contra o processo
orgânico inevitável que nos leva ao fim da vida.
E a morte deve ser vista, também, como uma celebração da vida,
como um retorno à casa do Pai (12:7), por mais que seja doloroso pensar que
existe um fim para a existência, seja a nossa própria, seja a dos nossos
queridos.
É nesse espírito que Coélet escreve as palavras finais de Eclesiastes, chamando
a atenção do jovem para Deus, que é o grande Provedor de todas as coisas, que é
o grande sustentador da vida, mas é também Aquele que nos recebe de braços
abertos depois de uma vida entregue a Ele.
Assim, a primeira parte do capítulo 12 de Eclesiastes exorta o leitor a
lembrar-se do Criador em três momentos (três "antes"), um no v. 1
(que mostra a perda da alegria de viver), outro nos versículos 2 a 5 (que falam
do envelhecimento físico) e o terceiro nos versículos 6 e 7 (que se referem ao
fim propriamente dito, à morte).
No primeiro ANTES (v. 1), o Pregador fala da perda da alegria de viver, da
importância de se lembrar de Deus e do dom da vida "antes que venham os
maus dias" e cheguem os anos em que se possa dizer que neles não há mais
prazer, alegria e felicidade. Este não
deixa de ser um reforço à pregação que ele vinha fazendo, ou seja, de se
aproveitar a vida, pelo simples fato de existir, nos bons e maus
momentos.
Nos vv. 2-5, o Pregador diz que devemos lembrar do Criador ANTES que a
decadência física seja incontornável, e a partir daí começa a descrever de uma
maneira poética belíssima, como o nosso corpo – definitivamente – não responde
mais aos estímulos que no circundam.
É claro que a tendência
natural do ser humano é passar por uma fase de esplendor físico na juventude, e
a partir de uma certa idade, o organismo começa, por assim dizer, a se
desconstruir, assim como o Pregador vinha desconstruindo – nos capítulos
anteriores - toda a pHá um momento final,
entretanto, em que o corpo entra em colapso, e a partir daí a vista escurece,
os ouvidos mal conseguem detectar o sussurro, o corpo treme, os dentes caem, o
prazer sexual (o perecer do "apetite" do v. 5) se esvai, e o sono não
serve mais de repouso (o "levantar-se à voz das aves" do v. 4).
Depois dessa descrição triste, mas realista, vem o desenlace final, o terceiro
ANTES (vv. 6), que é o rompimento do cordão de prata e do copo de ouro, o
cântaro que quebra junto à fonte, e para mais nada serve senão ser jogado fora.
Perde a sua utilidade, simplesmente não existe mais.
Tudo poderia terminar por aí, mas Salomão conclui dizendo que ainda que o pó
volte à terra, inservível para os propósitos humanos, por outro lado o espírito
volta a Deus, que o deu (v. 7), porque "vaidade de vaidade, diz o
pregador, tudo é vaidade" (v. 8).
Não por acaso, esta é a sublime conclusão do discurso do Pregador, a mesma que
ele já adiantara ao iniciá-lo (1:2).
Mais que um discurso, este é um percurso que ele apresenta, o seu
percurso "debaixo do sol", expressão tão repetida em Eclesiastes, que
dá a idéia de que a nossa vida é como um dia que amanhece, transcorre e se vai
ao escurecer:exceção da vida que o senso
comum dita. 1:3 Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, que faz debaixo do sol?
1:4 Uma geração vai, e outra geração vem; mas a terra para sempre permanece.
1:5 Nasce o sol, e o sol se põe, e apressa-se e volta ao seu lugar de onde
nasceu.
1:6 O vento vai para o sul, e faz o seu giro para o norte; continuamente vai
girando o vento, e volta fazendo os seus circuitos.
1:7 Todos os rios vão para o mar, e, contudo o mar não se enche; ao lugar para
onde os rios vão, para ali tornam eles a correr.
1:8 Todas as coisas são trabalhosas; o homem não o pode exprimir; os olhos não
se fartam de ver, nem os ouvidos se enchem de ouvir.
1:9 O que foi isso é o que há de ser; e o que se fez, isso se fará; de modo que
nada há de novo debaixo do sol.
meu lugar! Se um dia
me sentir só… cabe-me a mim pensar… será que estou a construir muros em vez de
pontes!
…O homem não é um a ilha isolada…ninguém caminha sozinho! Ninguém tem o direito
de bloquear os sentimentos quando mais precisa expô-los! Não temos a noção do
peso do nosso fardo…muito menos o direito de o culpar a outros!
“Acredito que este
casal tenha pensado que…” foi melhor assim ““… como eles deixaram escritos, mas…
eu pergunto! Melhor por que e para quem!
Os Velhos (CD) 09
Todos nasceram velhos —
desconfio.
Em casas mais velhas que a velhice,
em ruas que existiram sempre — sempre
assim como estão hoje
e não deixarão nunca de estar:
soturnas e paradas e indeléveis
mesmo no desmoronar do Juízo Final.
Os mais velhos têm 100, 200 anos
e lá se perde a conta.
Os mais novos dos novos,
não menos de 50 — enormidade.
Nenhum olha para mim.
A velhice o proíbe. Quem autorizou
existirem meninos neste largo municipal?
Quem infringiu a lei da eternidade
que não permite recomeçar a vida?
Ignoram-me. Não sou. Tenho vontade
de ser também um velho desde sempre.
Assim conversarão
comigo sobre coisas
seladas em cofre de subentendidos
a conversa infindável de monossílabos,
resmungos,
tosse
conclusiva.
Nem me vêem passar. Não me dão confiança.
Confiança! Confiança!
Dádiva impensável
nos semblantes fechados,
nos felpudos redingotes,
nos chapéus autoritários,
nas barbas de milênios.
Sigo, seco e só, atravessando a floresta de velhos
.Carlos
Drummond de Andrade, in 'Boitempo'
conservadoras com relação à fecundidade e
mortalidade, ou seja, baseadas na manutenção das taxas atuais de crescimento
demográfico, sendo que se ocorrer uma acentuada melhoria das condições sociais
nas zonas mais carentes, como o Nordeste, a perspectiva de vida da população
brasileira aumentará em proporções significativas (Davim, Torres & Lima,
2004). Os novos arranjos familiares
brasileiros – ocasionados pelos efeitos sócio- econômicos, demográficos, de
saúde, tamanho da prole, separações, entrada da mulher no mercado de trabalho,
celibato, mortalidade, viuvez, re-casamentos e migrações – reduzem a
perspectiva de envelhecimento em um ambiente familiar seguro, o que faz com que
muitas vezes o idoso more sozinho, com outros parentes ou em instituições de longa
permanência para idosos (Davim et al., 2004). De acordo com Chaimowicz e Greco,
(1999): O Estatuto do Idoso, Lei n° 10.471 de 1° de outubro de 2003, Cap.II,
Art. 49 prevê que:
As entidades que desenvolvam programas de
institucionalização de longa permanência adotarão os seguintes princípios:
I.Preservação dos vínculos familiares; II.Atendimento personalizado e em
pequenos grupos; III.Manutenção do idoso na mesma instituição, salvo em caso de
força maior; IV.Participação do idoso em atividades comunitárias, de caráter
interno e externo; V.Observância dos
direitos e garantias dos idosos; VI.Preservação da identidade do idoso e
oferecimento de ambiente de respeito e dignidade.
Apesar da promulgação do estatuto do idoso,
poucas práticas têm sido mudadas. Pode-se notar que ainda não existem
acompanhamento e fiscalização efetivos por parte do Estado. A sociedade
organizada tem buscado debater e sistematizar mudanças na situação do idoso,
porém este movimento ainda é incipiente. Desta forma, até o presente momento,
não houve mudanças no atendimento prestado aos idosos pelas instituições de
longa permanência.
Aconselhamos aos interessados ler o trabalho
completo.
Apenas retiramos alguns dados.
Quase todos os textos foram transcritos do Google.
IDOSO PROBLEMA DIFÍCIL
O crescimento do número de idosos, e situações
sócio-culturais, induziu a criação de casas de repouso, abrigos, etc.
Famílias dispersadas ou em circunstancias diversas,
levaram a proliferação destes locais.
Montados em casas adaptadas, com funcionários
despreparados, vem crescendo, como um comércio alternativo.
Situações heterogenias, o idoso sente as
dificuldades de adaptação.
A afetividade não é generalizada, com relação aos
funcionários. É imposta.
Há situações de desconforto, de isolamento,
estresse, melancolia,
depressão, atingindo limites difíceis.
Falam em idosos “blindados” por funcionários, pois
questionam as
condições em que vivem.
Fila de espera. Sai um entra outro. Ficar calado é
conveniente!
Quem não envelheceu está no cemitério.
E a vigilância? E o estatuto do idoso? E a
delegacia do idoso?
As famílias?
Leis existem, queremos vê-las cumpridas na prática.
Quem não tem um idoso na família, nasceu de
chocadeira.
Amanhã, o idoso será VOCÊ!
Dionê Leony Machado
Julho de 2014.
(Nem toda a
casa de repouso enquadra-se em todos os itens citados. Os problemas são vários,
necessitando urgentemente de correções).
Google.
inadaptações, readaptações e reajustamentos dos
repertórios comportamentais, face às exigências da vida.
O envelhecimento social está relacionado às normas ou eventos sociais que
controlam, por um critério de idade, o desempenho de determinadas atividades ou
tarefas do grupo etário, e que dão sentido à vida de cada um. Como exemplo,
podemos citar: o casamento é um evento que ocorre geralmente nos anos da
juventude ou no início da vida adulta. O nascimento de filhos é mais comum no
período entre dezoito e trinta anos.
Pesquisa incompleta.
OBS. Falta educação familiar, formação
profissional, praticidade e amor.
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HISTÓRIA ILUSTRADA - GOOGLE Fontes: http://www.bbc.co.uk/portuguese/videos_e_fotos/2013/11/131120_galeria_escravidao_moreira_sall...
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Confissões de uma Terapeuta em Crise ::MEU DEUS, COMO ME SINTO SOZINHA NO MUNDO!! :: Já não sou o que era... Morri há...



