terça-feira, 21 de julho de 2026

POETIZANDO...01

 

Silêncio

Presença ausente:

Frio que queima,

Vazio que enche

A alma da gente.

 

Outra voz...

Não ressoa,

Num monólogo cansado

Assusto as  pessoas.

 

Fuga,

Encontro,

Quimeras,

Que não vivi.

 

Dionê Leony Machado

 

Livro Encontros //Editoração Cepa // 1982

NOTAS ...01


 

REFLEXÃO...02




 

REFLEXÃO...01

 

*O Tirano que Sorri!*

 

JR Guzzo

 

Por muito tempo, imaginamos que a tirania viria vestida de farda, montada num tanque, com botas sujas de sangue.

E, de fato, ela veio assim:

Hitler na Alemanha, Stalin na Rússia, Mao na China, Pol Pot no Camboja.

Todos deixaram suas marcas com tinta vermelha — milhões de mortos, povos destruídos, economias arrasadas, civilizações traumatizadas.

Foram monstros clássicos.

Visíveis. Nomeáveis.

 

Mas a história, como um organismo vivo, muda de forma.

Hoje, a tirania veste terno, distribui sorrisos e se esconde atrás de urnas e de discursos democráticos:

• Ela não fuzila, mas endivida.

• Não censura com fogo, mas com algoritmos.

• Não prende por opinião, mas por interpretação.

 

No Brasil, essa nova face da tirania tem nome: **Luiz Inácio Lula da Silva**.

 

Não é exagero, tampouco metáfora solta.

É uma constatação estrutural: o país é hoje:

*Governado por um homem condenado por corrupção em todas as instâncias do Judiciário, libertado não por inocência, mas por manobras jurídicas promovidas por juízes escolhidos por ele próprio!*

 

E não bastasse isso, foi reintegrado ao poder como salvador da pátria.

Recebeu honrarias de academias literárias, apesar de sua limitação de leitura e escrita.

É tratado como exemplo de estadista, mesmo tendo chefiado o maior esquema de corrupção da história do país.

Condenado, absolvido por burocratas da toga, aplaudido por quem deveria denunciar.

É a consagração do absurdo.

 

Mas o estrago não é apenas moral.

É econômico, social, ético e cultural.

 

O brasileiro que trabalha vê seu salário ser corroído pela inflação, pela carga tributária, pelos juros descontrolados.

Os que empreendem vivem cercados de regulações que favorecem apenas os grandes conglomerados amigos do poder.

A máquina estatal cresce, devora, impõe — e o povo, sem saber para onde correr, afoga-se em parcelas, dívidas e narrativas.

 

*Tudo isso com a bênção de um Supremo Tribunal Federal transformado em quartel ideológico.*

Nove ministros nomeados por Lula ou seu partido.

Um Senado cúmplice, que não fiscaliza, pois muitos de seus membros têm medo de serem julgados.

Uma Câmara de Deputados domesticada a golpes de emendas bilionárias.

 

E assim, *a democracia se converte em fachada.*

As instituições continuam de pé — mas são cascas ocas.

As leis existem — mas não se aplicam a todos.

As eleições acontecem — mas com uma imprensa subjugada e uma Justiça Eleitoral que julga e executa conforme o cheiro do vento.

 

O resultado é uma sociedade entorpecida.

Uma população explorada sem perceber.

Um país saqueado com assinatura, carimbo e cobertura jornalística favorável.

 

**Não há paredões, mas há fome.**

**Não há campos de concentração, mas há milhões de presos econômicos.**

**Não há guerra civil, mas há destruição moral diária.**

 

É o mesmo resultado dos velhos tiranos — mas com um método novo: **a anestesia democrática.**

 

Lula não superou Stalin, Hitler ou Mao em número de cadáveres — ainda.

Mas em termos de método, **superou todos com uma genialidade perversa:**

 

* Convenceu o povo de que ele é o libertador, quando é o carcereiro.

* Se fez mártir com dinheiro roubado.

* E governa em nome do pobre que ele mantém escravo.

 

A história não é cega. Apenas paciente.

E chegará o dia em que os livros a registrarão com clareza:

**não é preciso matar para destruir uma nação — basta desmoralizá-la.**

 

E nisso, **Lula é mestre.**

 

J R Guzzo.

segunda-feira, 20 de julho de 2026

NOTAS...01

 

DEPRESSÃO:

https://youtu.be/npGcx0Z5Ii8?si=39DlMmWZ8ab5uLE9

 

https://youtu.be/d9pVNNz4M38?is=k09jKgSriUlvWDqo

 

 

https://youtu.be/X-Ygm3s7YVQ?is=BkngqU6qTCuzu0pR

 

 

https://youtu.be/N0sjcE-m6JI?is=Avbwzw9QLl-Ddj1x

 

 

https://youtube.com/shorts/SehY-_rsWYM?is=RA2Ibxwog2KW1Gw2

 

REFLEXÃO...01

 

Desde a Queda, tudo o que podia deu errado. Inclusive a religião

 

Por Paulo Ribeiro

 

Desde a primeira rebelião da humanidade, todas as esferas da civilização foram afetadas pela Queda. Famílias se desfizeram. Governos tornaram-se opressores. Mercados recompensaram a ganância. Universidades, por vezes, trocaram a busca pela verdade pela ideologia.

 

A ciência, ocasionalmente, serve à destruição em vez da sabedoria. A tecnologia amplifica tanto a criatividade quanto a crueldade. A política dividiu o que prometeu unir. E a religião – a própria instituição encarregada de proclamar a santidade de Deus – também foi corrompida.

 

Eventos recentes no Brasil servem como lembretes dolorosos de que até mesmo pastores e líderes religiosos podem se envolver em fraudes, exploração financeira, abuso de poder e outros crimes graves. Tais escândalos naturalmente provocam indignação pública. No entanto, não deveriam surpreender ninguém que compreenda a doutrina bíblica da Queda.

 

O cristianismo jamais ensinou que pessoas religiosas sejam incapazes de praticar o mal. Muito pelo contrário. O próprio Mestre usou a expressão “sepulcros caiados” para denunciar uma religiosidade exteriormente respeitável, mas interiormente corrompida.

 

C. S. Lewis expressou isso com sua franqueza característica: "De todos os homens maus, os homens religiosos maus são os piores". Seu argumento não era que a religião é pior do que a irreligião, mas que, quando o orgulho se reveste de certeza religiosa, a própria consciência se distorce. Uma pessoa que acredita que Deus aprova suas ambições pode justificar quase qualquer coisa. O mal torna-se especialmente perigoso quando se veste com a linguagem da virtude.

 

A lição vai muito além da religião. O mesmo coração caído que corrompe o púlpito também corrompe o parlamento, o tribunal, a universidade, o laboratório, a empresa e o mercado. As instituições não nos salvam, pois são compostas por pessoas como nós. Inevitavelmente, levamos nossas virtudes – e nossos vícios – para tudo o que construímos.

 

Contudo, Lewis insistiria que a corrupção não é uma prova contra as dádivas de Deus. Dinheiro falso comprova a existência de moeda verdadeira. Da mesma forma, a hipocrisia religiosa não refuta a existência de Deus; a ciência corrompida não invalida a verdade; juízes desonestos não anulam a justiça. O abuso de algo bom jamais invalida o seu uso correto. Ele simplesmente nos lembra de que o problema humano mais profundo não é institucional, mas espiritual, e que o remédio definitivo não é meramente a reforma, mas a redenção.

NOTÍCIAS...02

 

N2

https://www.instagram.com/reel/DaMDxdpRGb1/?l=1


N2

https://youtu.be/ZVdcvYqTtFg?is=I72urQN0wKVbY1je


POETIZANDO...01

  Silêncio Presença ausente: Frio que queima, Vazio que enche A alma da gente.   Outra voz... Não ressoa, Num monólogo cansa...