sexta-feira, 27 de março de 2026

NOTÍCIAS...02

 

VID-20260326-WA0019.mp4

 

 

https://youtube.com/shorts/N5KWDaEv2oY?si=Kk1qSpBJZAYEWlUU

 

 

1 Lira

2 Pacheco

3 Mota

4 Alcolumbre

Foram escolhidos para servir aos esquerdistas e ao Centrão.

Também as manobras do Master e INSS.

 

Pacheco de olho no STF.

Não votem nas eleições de 2026.

 

 

https://www.youtube.com/live/H-dBtJ-B1ww?si=q6UaxX3gpj5UKi-w

DOMÍNIO PÚBLICO

 

*DOMÍNIO PÚBLICO - MEC*

 

Caros amigos,

Estamos sob risco de perdermos um importante site de consulta cultural absolutamente grátis, por pura falta de uso.

 

Assim, se acharem interessante, reencaminhem a quantos puderem, por favor.

A população precisa saber da existência de tão importante instrumento de promoção de cultura. GRÁTIS!

Uma bela biblioteca digital, desenvolvida em software livre, mas que está prestes a ser desativada por falta de acessos. Imaginem um lugar onde podemos gratuitamente:

 

- Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci;

- Escutar músicas em MP3 de alta qualidade;

- Ler poesia de Fernando Pessoa

- Ler obras de Machado de Assis ou a Divina Comédia;

- Ter acesso às melhores histórias infantis e vídeos da TV ESCOLA

- E muito mais...

 

Esse lugar existe!

O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, bastando acessar o site: www.dominiopublico.gov.br

 

Só de literatura portuguesa são 732 obras!

 

Estamos em vias de perder tudo isso, pois vão desativar o projeto por desuso, já que o número de acessos é muito pequeno.

 

Vamos tentar

reverter esta situação, divulgando e incentivando amigos, parentes e conhecidos a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

 

Divulguem para o máximo de pessoas!!!

📚📕📔📓📚👨🏫👩🏫🧑🏫

NOTÍCIAS...01

 

N

VID-20260326-WA0001.mp4

 

https://www.facebook.com/reel/1253744520281881/?referral_source=external_deeplink&original_uri=https://www.facebook.com/share/v/1MqTPoqHbC/

 

 

https://youtu.be/KOI4c5sDpBU?si=X18CgNoufrsWRmcK

 

 

https://www.facebook.com/reel/2176950903067837/?referral_source=external_deeplink&original_uri=https://www.facebook.com/share/r/18R7FADjfa/

 

 

https://youtu.be/9ds-Q7lpXbc?si=v2qBF2UAKx22uWIR

 

 

https://portalnovonorte.com.br/noticia/113088/pf-revela-elo-entre-empresarios-e-o-comando-vermelho-em-fraude-contra-a-caixa

 

 

https://youtube.com/shorts/xnn7cFfxYgQ?si=_RQy6j6XQjWOgONS

 

 

https://youtu.be/7dvjZHxoQ0w?si=437cn7D2U4Dd4YsQ

NOTAS...01




 

VÍDEOS...+03




 

VÍDEOS...+03




 

DONA MARCELA

 


Texto lindo!

Vale a pena ler até o final!🌹

 

“Dona Marcela”

 

— Desculpe… para onde está me levando? — perguntou a mulher baixinho, olhando confusa pela janela do carro.

— Dona Marcela, chegamos. Este é o lar de idosos “Santa Ana”. A partir de hoje, a senhora vai ficar aqui.

— Ficar aqui? — a voz dela tremia. — E a minha filha? Ela não vem?

— Disse que vai telefonar, — respondeu o motorista, colocando no chão uma pequena bolsa: um casaco, uma escova, uma fotografia antiga.

— Muita saúde, dona Marcela. A senhora vai se sentir bem aqui.

 

O carro partiu.

Marcela ficou sozinha, com o vento frio acariciando-lhe o rosto úmido.

 

Na porta, uma mulher de bata azul a esperava.

— Seja bem-vinda, dona Marcela. Eu sou a Nicoleta, enfermeira aqui. Venha, vou levá-la para o seu quarto.

— Quarto? Eu tinha uma casa… um jardim… e flores…

— Aqui também vai ter flores, vai ver, — respondeu Nicoleta com doçura.

 

O quarto era pequeno, mas limpo. Na cama ao lado dormia uma senhora idosa.

— O nome dela é tia Ileana, — explicou Nicoleta. — Fala pouco.

— Tudo bem, — sorriu Marcela. — Eu nunca fui boa em ficar calada.

 

Os dias passavam devagar.

Os moradores eram silenciosos, cansados, cada um com suas lembranças.

Alguns esperavam visitas que nunca chegavam, outros viviam apenas do passado.

 

Mas Marcela não sabia ficar parada.

Certa manhã, pediu uma pá.

— O que vai fazer, dona Marcela? — perguntou o porteiro.

— Preciso de um pedaço de terra. Quero plantar flores.

 

E plantou — hortelã, manjericão, calêndulas.

— Aqui vai ser a nossa primavera, — dizia às outras. — Se não temos o que esperar, vamos esperar florescer.

 

Algumas semanas depois, o pátio cheirava a vida.

Um dia, tia Ileana sussurrou:

— Cheira à infância…

— Sim, minha querida. À infância e a Deus, — respondeu Marcela.

 

Daquele dia em diante, Ileana voltou a falar.

 

Marcela foi falar com a diretora:

— Deixe-nos fazer uma pequena oficina de costura e histórias. Todo mundo tem uma história. Se a gente não contar, ela morre com a gente.

 

A diretora sorriu.

— Está bem, dona Marcela. Se conseguir reunir o pessoal, eu arranjo os materiais.

 

E conseguiu.

Poucos dias depois, a sala de jantar estava cheia de vozes, risos e linhas coloridas.

— Eu fui costureira em Iași! — dizia uma.

— Eu fazia roupas para artistas! — acrescentava outra.

Marcela ria:

— Viram? Ainda estamos vivas. Temos mãos, temos coração. Só faltava vontade.

 

A primavera verdadeira chegou.

O lar estava diferente: flores por toda parte, paredes pintadas, rostos sorridentes.

Na porta, um poema de Marcela dizia:

 

“Não importa onde é a tua casa,

importa ter alguém que te escute,

e um pedaço de céu onde possas dizer ‘obrigado’.”

 

Num domingo, um carro elegante parou em frente ao portão.

Dele saiu uma mulher jovem, elegante.

— A minha mãe está aqui. Marcela Ioniță.

 

Marcela estava no jardim, regando as flores.

— Irina…

— Mamãe… vim te levar para casa.

— Para casa? — sorriu. — Eu já estou em casa.

 

— Mamãe, me perdoa… achei que estava fazendo o melhor.

— Você fez o que sabia, minha filha. Mas veja — essas pessoas não têm mais ninguém. Se eu for embora, quem vai regar as flores delas?

 

— Mas você não é obrigada a cuidar delas, mamãe.

— O amor não é obrigação, Irina. É presente.

 

Irina olhou ao redor — flores, paz, sorrisos.

— É bonito aqui, mamãe.

— É. E o mais bonito é que eu achava que a vida tinha acabado… e ela só estava começando.

 

Desde então, Irina vinha todos os fins de semana.

Trazia frutas, doces, roupas.

Marcela a apresentava com orgulho:

— Esta é a minha filha. Ela me ensinou que não devemos ficar magoados com quem nos deixou. Devemos apenas mostrar que ainda sabemos ser felizes.

 

Com o tempo, a diretora lhe disse:

— Dona Marcela, todos aqui a amam. Queremos que seja coordenadora das atividades.

— Eu? Com setenta e três anos? — riu ela.

— Sim. A senhora é a alma deste lugar.

 

E assim, ela se tornou “dona Marcela” — a mulher que trazia esperança.

Escrevia poemas, preparava chá de hortelã, organizava noites de canções.

— De onde vem tanta força? — perguntou Nicoleta.

— Das lágrimas que decidi não chorar. Transformei-as em sorrisos.

 

Três anos depois, o lar “Santa Ana” não era mais um lugar de solidão, mas de vida.

Os jornais escreveram: “Os idosos que renasceram graças a uma mulher simples.”

 

Marcela recebeu uma homenagem da prefeitura.

Ao subir ao palco, disse apenas:

— Obrigada. O maior prêmio é saber que ainda temos um propósito. A felicidade não vai embora com a juventude — vai embora quando deixamos de amar.

 

Numa manhã, Marcela partiu serenamente, enquanto dormia.

Na mesinha de cabeceira, um bilhete:

 

“Não chorem.

Fui apenas regar as flores do outro lado.

Cuidem uns dos outros.

O amor nunca se aposenta.”

 

Irina encontrou o bilhete e chorou — não de tristeza, mas de gratidão.

Continuou o que a mãe havia começado: visitava, ajudava, trazia flores e histórias.

 

E assim, uma mulher simples, esquecida, tornou-se o início de uma nova vida para muitas almas.

 

Porque às vezes não é preciso mudar o mundo inteiro.

Basta regar uma flor.

E um coração.

🩷🌸🩷🌸🩷

 

Repassem, por gentileza!

Histórias como estas, não podem ficar somente no seu celular.

 

NOTÍCIAS...02

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