Silêncio
Presença
ausente:
Frio
que queima,
Vazio
que enche
A alma
da gente.
Outra
voz...
Não
ressoa,
Num
monólogo cansado
Assusto
as pessoas.
Fuga,
Encontro,
Quimeras,
Que não
vivi.
Dionê
Leony Machado
Livro
Encontros //Editoração Cepa // 1982
Silêncio
Presença
ausente:
Frio
que queima,
Vazio
que enche
A alma
da gente.
Outra
voz...
Não
ressoa,
Num
monólogo cansado
Assusto
as pessoas.
Fuga,
Encontro,
Quimeras,
Que não
vivi.
Dionê
Leony Machado
Livro
Encontros //Editoração Cepa // 1982
*O Tirano que Sorri!*
JR Guzzo
Por muito tempo, imaginamos que a tirania viria vestida de
farda, montada num tanque, com botas sujas de sangue.
E, de fato, ela veio assim:
Hitler na Alemanha, Stalin na Rússia, Mao na China, Pol Pot
no Camboja.
Todos deixaram suas marcas com tinta vermelha — milhões de
mortos, povos destruídos, economias arrasadas, civilizações traumatizadas.
Foram monstros clássicos.
Visíveis. Nomeáveis.
Mas a história, como um organismo vivo, muda de forma.
Hoje, a tirania veste terno, distribui sorrisos e se esconde
atrás de urnas e de discursos democráticos:
• Ela não fuzila, mas endivida.
• Não censura com fogo, mas com algoritmos.
• Não prende por opinião, mas por interpretação.
No Brasil, essa nova face da tirania tem nome: **Luiz Inácio
Lula da Silva**.
Não é exagero, tampouco metáfora solta.
É uma constatação estrutural: o país é hoje:
*Governado por um homem condenado por corrupção em todas as
instâncias do Judiciário, libertado não por inocência, mas por manobras
jurídicas promovidas por juízes escolhidos por ele próprio!*
E não bastasse isso, foi reintegrado ao poder como salvador
da pátria.
Recebeu honrarias de academias literárias, apesar de sua
limitação de leitura e escrita.
É tratado como exemplo de estadista, mesmo tendo chefiado o
maior esquema de corrupção da história do país.
Condenado, absolvido por burocratas da toga, aplaudido por
quem deveria denunciar.
É a consagração do absurdo.
Mas o estrago não é apenas moral.
É econômico, social, ético e cultural.
O brasileiro que trabalha vê seu salário ser corroído pela
inflação, pela carga tributária, pelos juros descontrolados.
Os que empreendem vivem cercados de regulações que favorecem
apenas os grandes conglomerados amigos do poder.
A máquina estatal cresce, devora, impõe — e o povo, sem
saber para onde correr, afoga-se em parcelas, dívidas e narrativas.
*Tudo isso com a bênção de um Supremo Tribunal Federal
transformado em quartel ideológico.*
Nove ministros nomeados por Lula ou seu partido.
Um Senado cúmplice, que não fiscaliza, pois muitos de seus
membros têm medo de serem julgados.
Uma Câmara de Deputados domesticada a golpes de emendas
bilionárias.
E assim, *a democracia se converte em fachada.*
As instituições continuam de pé — mas são cascas ocas.
As leis existem — mas não se aplicam a todos.
As eleições acontecem — mas com uma imprensa subjugada e uma
Justiça Eleitoral que julga e executa conforme o cheiro do vento.
O resultado é uma sociedade entorpecida.
Uma população explorada sem perceber.
Um país saqueado com assinatura, carimbo e cobertura
jornalística favorável.
**Não há paredões, mas há fome.**
**Não há campos de concentração, mas há milhões de presos
econômicos.**
**Não há guerra civil, mas há destruição moral diária.**
É o mesmo resultado dos velhos tiranos — mas com um método
novo: **a anestesia democrática.**
Lula não superou Stalin, Hitler ou Mao em número de
cadáveres — ainda.
Mas em termos de método, **superou todos com uma genialidade
perversa:**
* Convenceu o povo de que ele é o libertador, quando é o
carcereiro.
* Se fez mártir com dinheiro roubado.
* E governa em nome do pobre que ele mantém escravo.
A história não é cega. Apenas paciente.
E chegará o dia em que os livros a registrarão com clareza:
**não é preciso matar para destruir uma nação — basta
desmoralizá-la.**
E nisso, **Lula é mestre.**
J R Guzzo.
DEPRESSÃO:
https://youtu.be/npGcx0Z5Ii8?si=39DlMmWZ8ab5uLE9
https://youtu.be/d9pVNNz4M38?is=k09jKgSriUlvWDqo
https://youtu.be/X-Ygm3s7YVQ?is=BkngqU6qTCuzu0pR
https://youtu.be/N0sjcE-m6JI?is=Avbwzw9QLl-Ddj1x
https://youtube.com/shorts/SehY-_rsWYM?is=RA2Ibxwog2KW1Gw2
Desde a Queda, tudo o que podia deu errado. Inclusive a
religião
Por Paulo Ribeiro
Desde a primeira rebelião da humanidade, todas as esferas da
civilização foram afetadas pela Queda. Famílias se desfizeram. Governos
tornaram-se opressores. Mercados recompensaram a ganância. Universidades, por
vezes, trocaram a busca pela verdade pela ideologia.
A ciência, ocasionalmente, serve à destruição em vez da
sabedoria. A tecnologia amplifica tanto a criatividade quanto a crueldade. A
política dividiu o que prometeu unir. E a religião – a própria instituição
encarregada de proclamar a santidade de Deus – também foi corrompida.
Eventos recentes no Brasil servem como lembretes dolorosos
de que até mesmo pastores e líderes religiosos podem se envolver em fraudes,
exploração financeira, abuso de poder e outros crimes graves. Tais escândalos
naturalmente provocam indignação pública. No entanto, não deveriam surpreender
ninguém que compreenda a doutrina bíblica da Queda.
O cristianismo jamais ensinou que pessoas religiosas sejam
incapazes de praticar o mal. Muito pelo contrário. O próprio Mestre usou a
expressão “sepulcros caiados” para denunciar uma religiosidade exteriormente
respeitável, mas interiormente corrompida.
C. S. Lewis expressou isso com sua franqueza característica:
"De todos os homens maus, os homens religiosos maus são os piores".
Seu argumento não era que a religião é pior do que a irreligião, mas que,
quando o orgulho se reveste de certeza religiosa, a própria consciência se
distorce. Uma pessoa que acredita que Deus aprova suas ambições pode justificar
quase qualquer coisa. O mal torna-se especialmente perigoso quando se veste com
a linguagem da virtude.
A lição vai muito além da religião. O mesmo coração caído
que corrompe o púlpito também corrompe o parlamento, o tribunal, a
universidade, o laboratório, a empresa e o mercado. As instituições não nos
salvam, pois são compostas por pessoas como nós. Inevitavelmente, levamos
nossas virtudes – e nossos vícios – para tudo o que construímos.
Contudo, Lewis insistiria que a corrupção não é uma prova
contra as dádivas de Deus. Dinheiro falso comprova a existência de moeda
verdadeira. Da mesma forma, a hipocrisia religiosa não refuta a existência de
Deus; a ciência corrompida não invalida a verdade; juízes desonestos não anulam
a justiça. O abuso de algo bom jamais invalida o seu uso correto. Ele
simplesmente nos lembra de que o problema humano mais profundo não é
institucional, mas espiritual, e que o remédio definitivo não é meramente a
reforma, mas a redenção.
N2
https://www.instagram.com/reel/DaMDxdpRGb1/?l=1
N2
https://youtu.be/ZVdcvYqTtFg?is=I72urQN0wKVbY1je
Silêncio Presença ausente: Frio que queima, Vazio que enche A alma da gente. Outra voz... Não ressoa, Num monólogo cansa...