quarta-feira, 16 de setembro de 2026

DITADURA DA TOGA...

 

DITADURA DA TOGA

Vai vendo povão *SAIU A ATUALIZAÇÃO DA LISTA DE ALEXANDRE DE MORAES, UMA TORTURA E PERSEGUIÇÃO COLETIVAS SEM PRECEDENTES EM NOSSA HISTÓRIA, PARA DESPERTAR OS PASSIVOS E OS QUE AJUDARAM ESTA RAÇA TOMAR O PODER DE NOSSO PAÍS!...*

 

 *MORTO*

Clezão

 

 *A MORRER*

Roberto Jefferson?

 

*INELEGÍVEL:*

- Jair Bolsonaro ( massacrado, amordaçado e preso)

 

*PRESOS:*

* General Braga Neto

* General Heleno

 

01) Anderson Torres - ex-ministro da justiça

02) Daniel Silveira - ex-deputado federal

03) Bismark - humorista, canal Hipócritas

04) Ivan Papo Reto - influencer

05) Sererê - cacique

06) Gabriel Monteiro - ex-vereador, RJ

07) Mauro Cid - auxiliar de Bolsonaro

08) Max Guilherme - auxiliar de Bolsonaro

09) Sérgio Cordeiro - aux. de Bolsonaro

10) João Carlos - aux. de Bolsonaro

11) Ailton Gonçalves - aux. de Bolsonaro

12) Luís Marcos - aux. de Bolsonaro

13) Allan Frutuozo - jornalista

14) Divesos patriotas - 1.800 - 08/01/23

 

*FORAGIDOS:*

15) Paulo Figueiredo - jornalista

16) Allan dos Santos - jornalista, site 3° Livre

17) Adriano Castro - Ex-BBB

18) Oswaldo Eustáquio - jornalista

19) Ludmila Lins Grilo - juíza

 

*CASSADOS:*

20) Pablo Marçal

21) Deltan Dallagnol

22) Eduardo Bolsonaro

 

*DESMONETIZADOS E MULTADOS:*

23) MONARK

24) WALTER SOUZA BRAGA NETTO

25) CARLOS BOLSONARO

26) EDUARDO BOLSONARO

27) FLAVIO BOLSONARO

28) NIKOLAS FERREIRA

29) KIM PAIM

30) CARLA ZAMBELLI (também exilada)

31) GUSTAVO GAYER

32) LEANDRO RUSCHEL

33) SILVIO NAVARRO PEREJON

34) HENRIQUE DAMASCENO

35) LUCAS FERRUGEM

36) FILIPE SCHOSSLER

37) BARBARA ZAMBALDI

38) LUIZ PHILIPPE DE O. E BRAGANCA

39) PAULO EDUARDO LIMA MARTINS

40) BERNARDO PIRES KUSTER

41) ELISA BROM DE FREITAS

42) BEATRIZ KICIS DE SORDI

43) ERNANI FERNANDES B. NETO

44) THAIS RAPOSO DO AMARAL PINTO

45) ANDERSON AZEVEDO ROSSI

46) OTAVIO OSCAR FAKHOURY

47) RICARDO DE AQUINO SALLES

48) ANDRE PORCIUNCULA A. ESTEVES

49) ALEXANDRE RAMAGEM R. (também exilado)

50) PAULA MARISA C. DE OLIVEIRA

51) SARITA GONCALVES COELHO

52) DIEGO HENRIQUE GUEDES

53) MARCELO DE C. FRAGALI

54) JOSE PINHEIRO TOLENTINO

55) ROBERTO BEZERRA MOTTA

56) MARIO LUIS FRIAS

57) ROGER ROCHA MOREIRA

58) MICARLA ROCHA MELO

59) SILVIO GRIMALDO DE C.

60) FLAVIA FERRONATO

61) JAIRO MENDES LEAL

62) CAROLINE ROD. DE TONI

63) AUGUSTO PIRES PACHECO

64) PAULO VITOR SOUZA

65) BISMARK FABIO FUGAZZA

66) RODRIGO CONSTANTINO

67) ALEXANDRE DOS SANTOS

68) MAX GUILHERME M. DE MOURA

69) BRUNO CASTRO ENGLER

70) FLORENCIO DE ALMEIDA

71) FILIPE TOMAZELLI SABARA

 

*DESMONETIZADOS NO INSTAGRAM E FACEBOOK:*

72) @Doprimido2

73) @MonicaMachado38

74) @PadraoAlexandre

75) @Damadeferroofic

76) @TexugoWick

77) @PATRIOTAS

78) @viniciuscfp

79) @viniciuscfpires

80) @AXELJORGE92

81) @eumesmavivi_

82) @ruirapina3

83) @rafaelbboa

84) @apropria_bia

85) @oiiuiz

86) @emb_resistencia

87) @thaispsic

88) @clauwild1

89) @dimacgarcia

90) @Fa1ryNight,

91) @Conservadora191

92) @FlviaLeo16

93) @mendesluizpaulo

94) @freu_rodrigues

95) @ViLiMiGu_Tex

96) @iaragb

97) @glovesnews

98) @alepavanellim

99) @BrazilFight

 

*POVO DE ESQUERDA*

 

*SOLTOS:*

01) André do Rap

02) José Dirceu

03) Sergio Cabral

04) Lula

05) Flordelis

06) Chico Rodrigues

07) Renato Duque

08) Delúbio Soares

09) João Santana

10) Paulo Roberto Costa

11) André Vargas

12) Léo Pinheiro

13) Pedro Corrêa

14) Geddel

15) Jacob Barata Filho

16) Chaaya Moghrabi

17) Anthony Garotinho

18) Daurio Speranzini JR

19) Flávio Godinho

20) Eike Batista

21) Lélis Teixeira

22) Octacilio de Monteiro

23) Claudio de Freitas

24) Marcelo Traça

25) Eneas Bueno

26) Dayse Neves

27) Rogério Onofre

28) David Augusto

29) Miguel Iskin

30) Gustavo Estellita

31) Marco Antônio de Luca

32) Sérgio Côrtes

33) Orlando Diniz

34) Milton Lyra

35) Ricardo Rodrigues

36) Marcelo Sereno

37) Carlos Pereira

38) Adeilson Telles

39) Marcelo Martins

40) Arthur Pinheiro Machado

41) Marcos Lips

42) Carlos Martins

43) Sandro Lahmann

44) Cesar Monteiro

45) Sergio da Silva

46) Hudson Braga

47) Paulo Sergio Vaz

48) Athos Albernaz

49) Rony Hamoui

50) Oswaldo Prado Sanches

51) Antonio Albernaz

52) Roberta Prata

53) Marcelo Rzezinski

54) Daurio Júnior

 

*ENGAVETADOS:*

 

55) Renan Calheiros

56) Aécio Neves

57) José Serra

58) Michel Temer

59) Alckmin

60) Guido Mantega

61) Rodrigo Maia

62) Gleisi Hoffmann

63) Eunício

64) Padilha

64) Moreira Franco

65) Jaques Wagner

 

*_*VAMOS DIVULGAR PRA TODOS NOSSOS CONTATOS, PARENTES E AMIGOS*_*

 

*(Se cada um enviar para 10 pessoas milhares de pessoas tomarão conhecimento desta lista)*

 

Se você acha que numa Democracia isso é normal, não sabe o que significa liberdade, tem uma mente escrava e vê justificativas em uma Ditadura!

VÍDEOS...+02



 

FORA MINISTRO...!




 

ESCRAVIDÃO...9a. Parte

 

9ª.Parte História da escravidão - Exploração do trabalho escravo na África

Érica Turci.

 

Desde milênios, em todos os cantos do mundo, a escravidão foi uma prática comum e aceita por diversos povos. Somente a partir do século XIX é que o comércio de pessoas passou a ser criticado, e em muitas regiões foi abolido (pelo menos legalmente). Hoje em dia, apesar da existência de milhões de indivíduos ainda trabalhando como escravos, tal situação é considerada um crime pela comunidade internacional.

 

Mas o que é ser um escravo? Segundo o Dicionário Eletrônico Houaiss, em sua primeira acepção, escravo é "quem ou aquele que, privado da liberdade, está submetido à vontade absoluta de um senhor, a quem pertence como propriedade".

 

Um indivíduo pode se transformar em escravo de diversas maneiras:

 

por ser um prisioneiro de guerra;

por contrair uma dívida, que seria paga com seu trabalho (por um tempo determinado ou pela vida toda);

por ter cometido um crime e sendo, portanto, punido com a escravidão;

por se oferecer como escravo em troca de alimento ou bens para a salvação de sua família ou comunidade em grande dificuldade;

por pertencer a povos inimigos ou ser considerado culturalmente inferior.

Dessa forma, o escravo, sendo uma propriedade, pode ser vendido, emprestado, alugado e até morto, segundo as necessidades do seu senhor.

 

A escravidão foi praticada por diversos povos durante toda a história, de modos diferentes e específicos. Em algumas civilizações, como no Egito Antigo, por exemplo, o escravo não era a base da produção, sendo o camponês livre obrigado a prestar serviços ao Estado na forma de corveia (trabalho temporário sem remuneração). Aos escravos cabia o trabalho doméstico e militar.

 

Ao contrário, na Roma Antiga, toda produção das grandes fazendas, todo serviço nas obras públicas (incluindo as diversões nas arenas de gladiadores) recaía sobre a massa de escravos e por isso chamamos a civilização romana de civilização escravista.

 

Em vários haréns, no Oriente, as concubinas do grande sultão, xeque ou xá, eram escravas e muitas delas eram negociadas ou capturadas na região do Cáucaso (entre a Rússia e o Oriente Médio).Portanto, nem sempre a escravidão foi baseada numa diferença étnica: às vezes um parente distante precisava de ajuda e se submetia a uma escravidão temporária. Ou seja, quando queremos refletir sobre a escravidão, precisamos compreender como ela se desenvolveu para aquele povo específico que estamos estudando.

 

A escravidão entre os povos africanos

 

A escravidão existiu na Ásia, na Europa, nas Américas e na África. Muitos dos povos africanos utilizavam escravos para os mais diversos fins, e como cada povo africano tem sua própria organização política, econômica e social, a escravidão na África se desenvolveu de muitas formas.

 

De uma maneira geral, partindo da história de grande parte desses povos, podemos dizer que existia na África uma escravidão doméstica, e não uma escravidão mercantil, ou seja, entre vários povos africanos, o escravo não era uma mercadoria, mas sim um braço a mais na colheita, na pecuária, na mineração e na caça; um guerreiro a mais nas campanhas militares.

 

Esses povos africanos preferiam as mulheres como escravas, já que eram elas as responsáveis pela agricultura e poderiam gerar novos membros para a comunidade. E muitas das crianças nascidas de mães escravas eram consideradas livres pela comunidade. A grande maioria dos povos africanos eram matrilineares, ou seja, se organizavam a partir da ascendência materna, partindo da mãe a transmissão de nome e privilégios. Dessa forma, uma mãe escrava poderia se tornar líder política em sua sociedade, por ter gerado o herdeiro à chefia local.

 

Além disso, um escravo que fosse fiel ao seu senhor poderia ocupar um cargo de prestigio local, inclusive possuindo escravos seus. Assim, nem sempre ser escravo era uma condição de humilhação e desrespeito. Mesmo representando uma submissão, tratava-se de uma situação que muitas vezes era a mesma que a de outras pessoas livres.

 

Os árabes e o tráfico de escravos africanos

 

Ao lado da escravidão doméstica também existia o comércio de escravos. Algumas sociedades africanas viviam da guerra para a captura de pessoas para serem vendidas a outros povos que necessitavam de escravos. Como na África existiam várias etnias, vários grupos políticos diferentes (os africanos não eram um único povo), as guerras entre eles eram muito frequentes, e uma consequência disso era escravização dos vencidos, que podiam ser vendidos, segundo a necessidade do vencedor.

 

O comércio de pessoas se intensificou no século VII, quando os árabes conquistaram o Magreb e o leste africano. Os árabes eram grandes mercadores de escravos, e conseguiam suas mercadorias humanas em diversas regiões: Espanha, Rússia, Oriente Médio, Índia e África. Os escravos comprados nessas regiões eram vendidos principalmente na península Arábica, mas também podiam ser vendidos em regiões mais distantes, como na China.

 

Com o aumento da demanda por escravos nos portos africanos controlados pelos árabes, aumentou também o número de povos africanos que passaram a viver (e sobreviver) da captura de inimigos ou de grupos mais fracos, para vendê-los. Acredita-se que entre os séculos VII e XIX, em torno de 5 milhões de africanos tenham sido comprados na África pelos árabes.

 

Nesse processo, muitas tribos, cidades, reinos africanos se fortaleceram, pois controlavam as rotas de comércio de escravos. E quanto mais fortes e ricos se tornavam, mais tinham condições de oferecer mais mão de obra escrava para os árabes. Foi o caso do Reino de Mali, Reino de Gana, as cidades iorubas, o Reino do Congo e as cidades suaílis, e várias outras.

 

Os portugueses e o tráfico de escravos africanos

 

Apesar de o comércio de escravos já ser praticado na África, foi com a chegada dos portugueses nesse continente que o tráfico escravista se configurou na maior migração forçada de povos da história. Os pesquisadores apresentam números diferentes, que vão de 8 milhões até 100 milhões de pessoas obrigadas a deixar a sua terra natal, atravessar o oceano Atlântico para ser escravo em regiões distantes.

 

Quando os portugueses chegaram a Ceuta, no início do século XV, iniciaram a captura e escravização dos africanos das redondezas, com a justificativa de que eram prisioneiros de guerra e muçulmanos, considerados inimigos da fé católica europeia.

 

A partir de então, em pleno processo de Expansão Marítima, os portugueses avançaram em direção ao sul, na costa atlântica da África, em busca de riquezas para serem comercializadas e foram descobrindo o comércio de escravos. Num primeiro momento, o comércio de gente não interessou aos navegadores portugueses, já que a Europa não tinha necessidade de mão de obra escrava.

 

Quanto mais os portugueses avançavam na costa africana, mais sentiam a necessidade de se estabelecer em alguns pontos de comércio, para consolidar sua exclusividade na região. Em 1455 os portugueses construíram sua primeira feitoria na África: o forte de Arguim (na região da Senegâmbia, atualmente Mauritânia). Para manter essa feitoria, os portugueses passaram a utilizar escravos africanos e a comercializá-los.

 

Muitos portugueses tentavam capturar os africanos, mas em pouco tempo perceberam que era mais lucrativo entrar nas redes de comércio de escravos já existentes, e por isso começaram a buscar essa mercadoria junto aos povos do litoral. Um dos primeiros povos aliados dos portugueses no tráfico de escravos foram os jalofos, na Senegâmbia. Em troca de escravos, os jalofos conseguiam cavalos dos portugueses (um cavalo era trocado por 15 ou 20 escravos) e armas de fogo, o que aumentava o seu poder de guerra e de conquista de mais escravos.

 

Com o início da colonização das ilhas de Cabo Verde, São Tomé e Príncipe (na segunda metade do século XV), a necessidade de mão de obra aumentou, e a compra de escravos foi a solução encontrada pela Coroa portuguesa. Por essa mesma época, os portugueses chegaram à Costa da Guiné (atualmente desde a Guiné até a Nigéria), onde encontraram povos ricos que já negociavam com os árabes e puderam comercializar ouro, especiarias e escravos. Tamanha era a riqueza da região que os portugueses passaram a chamá-la de Costa do Ouro, Costa da Mina e Costa dos Escravos.

 

Em 1482, o navegador português Diogo Cão chegou até ao Reino do Congo e conseguiu fazer alianças com o manicongo ("senhor do Congo") Nzinga Kuvu. Nessas alianças existiam interesses mútuos: os portugueses queriam ter maior acesso às redes de comércio da África, e o manicongo pretendia obter as técnicas de guerra e de navegação dos portugueses. Inclusive o manicongo se converteu à religião católica, passando a se chamar dom João.

 

Por quatro séculos, a maior fonte de escravos do tráfico atlântico português se deu a partir do Reino do Congo e do reino vizinho, Andongo, chamado pelos portugueses de Angola. Isso ocorreu principalmente quando os portugueses conseguiram o direito de negociar mão de obra para exploração espanhola da América (o direito de Asiento) e passaram a precisar de mão de obra para desenvolver sua própria colônia americana: o Brasil.

 

Pesquisa Google:

Dionê Leony Machado

NOTÍCIAS...01

 

Cadê a decência?

 

https://www.instagram.com/reel/DdVAz0FM-O8/?l=1

 

 

https://youtu.be/5oBSgIcwExY?is=39C6aQrp6sTo6f6D

 

 

https://youtu.be/4A0XZSoOY3w?is=QQ9xArVSn8xmnJn2

 

 

 

https://www.instagram.com/reel/DdSCV36TP1r/?l=1

 

 

https://youtu.be/mmLioUp21Yk?is=W6_3jenvuHJ0RFmM

terça-feira, 15 de setembro de 2026

REFLEXÃO...02

 

 “Se educar um homem, educa um indivíduo; se educar uma mulher educa uma geração.” Muita gente repete essa frase como provérbio africano genérico, mas ela tem autor: o educador ganês James Emman Kwegyir-Aggrey, no começo do século 20. A frase resistiu ao tempo porque a estatística de hoje ainda confirma boa parte do que ela sugere.

 

Quem foi o educador ganês por trás da frase?

James Emman Kwegyir-Aggrey nasceu em 1875 na Costa do Ouro, atual Gana, e virou uma das figuras mais influentes do pan-africanismo. Foi missionário, professor e vice-diretor do Achimota College, escola que formou lideranças africanas do século 20, entre elas Kwame Nkrumah, primeiro presidente do país.

NOTÍCIAS... 03

 

 

https://youtu.be/80GCV7rIsfc?is=yUtDI6_cErlWIYsA

 

https://nortediario.com.br/moraes-vai-experimentar-agora-do-veneno-que-jogou-nos-outros-diz-advogado-do-8-jan/

 

 

https://www.instagram.com/reel/DdRUH-eRfnm/?l=1

 

 

https://www.instagram.com/reel/DdNZ20MteFn/?l=1

 

 

https://youtube.com/shorts/VPQmJskwOSw?is=GnDvNZXqbDePr7dA

 

 

https://www.instagram.com/reel/DdK9K-BtOW7/?l=1

 

DITADURA DA TOGA...

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