Síntese de uma Vida
sexta-feira, 3 de abril de 2026
NOTÍCIAS...01
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REFLEXÃO..01
“Para iluminar, a gente tem que derreter”
Dedicar-nos
a Jesus é graça e gratidão: o evangelho que nos alcançou na juventude ainda
arde em nosso coração
Por
Heidi Ferreira A. S. de Oliveira
Testemunho
Ouvi a
frase que dá título a este artigo numa canção da banda Rebanhão. Ela me fez
revisitar minha história.
Conheci
Jesus na adolescência, por meio de uma história no antigo flanelógrafo. Fui
impactada pela pergunta: “Quer Jesus como seu Salvador?”. Saí contrariada por
me sentir exposta, mas a frase ecoou. Em casa, disse a Deus que, se ele pudesse
me salvar das angústias de uma vida sem sentido, que assim fizesse. Minha vida
mudou.
Cresci
nas Escrituras e passei a frequentar uma pequena igreja. Foi tempo de alicerçar
a fé: evangelismo nas ruas e na Fundação Estadual para o Bem-Estar do Menor
(FEBEM). Aprendi a caminhar com o Mestre Jesus e a tocar violão. Participei de
um acampamento cristão; jovens expressavam Cristo. Desde então, atuei como QG
no Jovens da Verdade (JV).
Nossa
estrutura era simples, mas o compromisso com o evangelho, intenso. Já casada
com Silas Soares de Oliveira, realizamos viagens missionárias, visitamos
igrejas e promovemos retiros. E o evangelho se expandia pelo país.
Nos
anos 1990, Deus nos enviou a morar no acampamento do JV. Abri mão de uma
carreira promissora em São Paulo. Em Arujá, além das atividades no acampamento
e no seminário, ingressei na educação, primeiro como professora, depois na
gestão. Entendi a escola como ministério. Mantivemos a banda JV ativa e, mesmo
com filhos, seguíamos pregando o evangelho.
Com o
tempo, já mais velhos, achamos que nosso papel seria apenas apoio e oração aos
jovens do JV. Embora necessário, isso não supria o desejo que ardia em nosso
coração. Voltamos a visitar igrejas com um pequeno grupo de veteranos, cantando
e pregando o amor de Deus. Sentíamo-nos constrangidos por usar o nome Jovens da
Verdade; assim nasceu o Dinossauros da Verdade – irreverente e bem-humorado.
Com a
pandemia da Covid-19, o grupo cresceu. Pelo WhatsApp, promovemos oração e
comunhão durante o isolamento. De oito, chegamos a cerca de setenta “dinos”,
com testemunhos de restauração. Seguimos visitando igrejas.
Voltamos
às viagens missionárias pelo interior e litoral, agora na nossa realidade
idosa. Com um violão, canções antigas, contrabalde1 e pinturas, vimos como Deus
usa nossas limitações. Neste novo tempo, entendemos que dedicar-nos a Jesus é
graça e gratidão: o evangelho que nos alcançou na juventude ainda arde em nosso
coração. Deus caminha conosco por gerações, trazendo alegria e esperança.
Tivemos
três filhos e acompanhamos a luta da caçula, Gabriela, contra o diabetes tipo
1. Em meio a provações, ela permaneceu firme no Senhor. Após dois transplantes,
hoje está curada. Reconhecemos a graça e a misericórdia de Deus.
Para
obedecer ao Ide, criamos o Acampadinos, para reintegração, comunhão e senso de
missão a idosos, em ambiente adaptado. Muitos foram impactados ao perceber que
continuam úteis no reino, apesar da idade.
O
Movimento Cristão MC 60+ intensificou nossa convicção: é possível servir ao
reino em qualquer fase da vida, até com uma “segunda carreira” ministerial. Por
isso, volto à frase que me marcou: “Para iluminar, a gente tem que derreter”. A
luz de Cristo está na vela que somos nós. Quando nos dispomos a ser
instrumentos dele, os anos passam, o corpo se desgasta, mas a luz permanece até
a eternidade (Mt 5.16).
Nota
1.
Contrabalde é um instrumento musical rústico feito com uma lixeira de alumínio,
fieira de pião e cabo de vassoura. O som da fieira esticada amarrada à lixeira
e ao cabo de vassoura é semelhante ao do contrabaixo. Daí o nome “contrabalde”.
Heidi
Ferreira A. S. de Oliveira é casada com Silas, mãe de Flávia, Silas e Gabriela
e avó de Benjamin. Tem formação em pedagogia, psicopedagogia e artes, e é
gestora educacional e membro da Missão Jovens da Verdade.
quinta-feira, 2 de abril de 2026
NOTAS:
O BRASIL E O ALUMÍNIO Essa questão é antiga, embora tenha
enormes reservas de bauxita, até onde eu sei a indústria do alumínio está nas
mãos de americanos e canadenses! Por que o nosso país não desenvolveu uma forte
indústria do alumínio, como muitos países, que começaram depois, fizeram?
Talvez possa se explicar pela tradição entreguista e pelo mau caratismo das
nossas elites políticas, e aqui me refiro, principalmente, às elites de
esquerda!
: ☝🏻Creio
que os sucessivos desgovernos, de direta e de esquerda, que abandonaram o
"Nacional desenvolvimentismo", que vinha sendo desenvolvido desde
Vargas, e que conseguiu grandes taxas de PIB, talvez a ação destes canalhas
possa explicar pelo menos parte do processo de empreguismo!
☝🏻Me refiro ao Nacional
desenvolvimentismo com doutrina, que tinha a participação de socialistas
moderados, trabalhistas, e até mesmo figuras conhecidas da esquerda, tendo sido
abraçado pelo regime militar.
Como doutrina
VIK MUNIZ
Vik
Muniz: biografia e obras
Laura
Aidar Revisão por Laura Aidar
Arte-educadora, fotógrafa e artista visual
Vik
Muniz é um artista plástico brasileiro que produz obras voltadas para a
sustentabilidade. Além da pintura, ele trabalha com a produção de esculturas e
fotografia.
Atualmente,
Vik Muniz é conhecido mundialmente por suas obras inusitadas onde utiliza técnicas
e materiais como alimentos, algodão, materiais recicláveis, cabelo, arame,
serradura, pó, terra, dentre outros.
Vicente
José de Oliveira Muniz nasceu em São Paulo no dia 20 de dezembro de 1961.
Estudou
Publicidade e Propaganda na FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado). Depois
disso, resolveu focar nos estudos voltados para a produção de obras visuais.
No
início da década de 80 mudou-se para os Estados Unidos. Viveu durante 1 ano em
Chicago e depois em Nova York, onde abriu um ateliê de arte.
Ali, ficou
muito conhecido e suas obras foram apresentadas em diversos meios de
comunicação, inclusive no conceituado New York Times.
Essas
publicações foram essenciais para que o trabalho de Vik fosse reconhecido em
outros lugares do globo. A partir disso, museus muito conceituados no mundo
contataram o artista.
Isso
foi o começo de uma vida artística de sucesso que prevalece até hoje. Vik expôs
suas obras em diversos museus o que o tornou cada vez mais renomado. Elas foram
expostas no Brasil, Estados Unidos, Canadá, México, Austrália, dentre outros.
Além
disso, diversos museus do mundo possuem acervos com suas obras, por exemplo,
Minas Gerais, São Paulo, Los Angeles, Londres, Paris, Madri, Tóquio, Moscou,
etc.
Obras e
Características de seu trabalho
Com uma
criatividade apurada e o uso de materiais inusitados, Muniz produziu obras
diversas.
Alguns
materiais utilizados por ele são: geleia, chocolate, açúcar, doce de leite,
manteiga de amendoim, catchup, gel, xarope, lixo, etc. Para produzir as obras,
muitas vezes ele utiliza um conta-gotas.
Muitas
de suas obras são releituras de outras já conceituadas, como a Mona Lisa de
Leonardo Da Vinci.
Também
retratou diversas personalidades famosas como Pelé, Che Guevara, Freud, Barack
Obama, Elvis Presley, Seu Jorge, Pollock, dentre outros.
Como
ele trabalha com diversos materiais perecíveis, depois de prontas, Muniz
fotografa e configura as dimensões da imagem.
Vik
publicou em 2005 “Reflex - A Vik Muniz Primer”. O livro reúne diversas imagens
do trabalho do artista.
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O preço da ditadura A VERDADE APARECENDO NA VENEZUELA COMUNISTA DE CHAVES ( Leia e veja como o COMUNISMO AGE ). O Retorno do "Mor...
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