A SUJEIRA LEGALIZADA
Perdemos a vassoura,
o escovão, o pano do chão.
Também os produtos que usávamos, pois ajudavam no asseio da
casa, do ambiente, independente da ocasião.
Até o IPÊ, tão versátil, caiu na malha fina, por ajudar o
Capitão.
Hoje, precisamos de produtos muito mais fortes e eficientes.
Pois a multiplicação infestou o país...
Cresceram os ratos, ratazanas férteis parem sem cessar.
De todas as raças, de todos os níveis, a crescente
multiplicação invadiu o país.
La Cucarachas já conhecido, apelidado pela displicência nas
tomadas de atitudes vitais.
Embora queiram parecer independentes, não dispensam as
necessidades do Tio Sam.
Com extremados elogios, é o primeiro mundo.
Com todos os enganos, erros, falhas, e jogadas políticas.
O Brasil está atrelado.
O governo brasileiro já há alguns anos, tenta impor uma
situação de esquerdismo aliando-se a uns países da esquerda...
Não é a solução para um povo tão vibrante e despojado de
valores étnicos. Vacila. Negocia esquecendo-se da vivência trágica da
escravidão negra. De todas as lutas sociais.
Do período militar, necessário talvez com excessos.
Não podemos negligenciar o real valor religioso do povo.
Com todas as suas nuances.
Também o Estado. É o nosso lar.
E a família como sustentáculo do grupo social.
Dividir nosso patrimônio é inegociável.
Precisamos ter honra. Insatisfeitos, saiam do nosso torrão
social, econômico, patrimonial.
Não queremos negociar com países que sufocam...
Queremos uma democracia limpa... Sem permitir estrangeiros
com outra visão política.
O que Deus nos deu temos o dever, de preservar.
La Cucarachas já foi alvo das músicas e agressões de outros
países.
A cantora retornou americanizada. Não era brasileira, mas
honrou o país.
O Brasil foge das suas raízes. Um povo que precisa fincar
suas bases, multirraciais, muito alegre, mas
sem um objetivo importante. A firmeza de caráter.
O país do amanhã... Poderá acabar agora. Negociações
fraudulentas.
Sem Deus, sem Estado, sem Família. A base vacila.
E está caindo. Não há estrutura espiritual.
Aqui e agora. Imoralidade.
Ninguém levará o que desfraldou.
Deixou-se sujar...
Quem irá limpar?
Há sangue, suor dos fragilizados, escorraçados, lesados.
O país não é seu. Nem meu. É nosso lar.
Não podemos ou devemos negociar um patrimônio de todos.
Iremos prestar contas.
Hoje ou amanhã. A eternidade é real.
Não há retorno para corrigir os ataques ao patrimônio
público, social,moral.
Não divida o que não é
seu.
27.05.2026
Dionê Leony Machado

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