quinta-feira, 19 de março de 2026

NOTÍCIAS...02

 

 

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https://www.threads.com/@j_rodrigues380/post/DWDUOizAVDW/media?xmt=AQF0BkzAgQbsYKH5IIpy_Jo1S0eyq7YXniVty0IUY2F8Z6-NawerC6g8trZpPGyBolGjBuaR

 

 

https://www.threads.com/@pradoclima/post/DWB5TvADwEX?xmt=AQF022FQ0pXUPaW90zCnDyc4dSfxRfMIAvX0mExbZZW_NElcx7nYijHZ_UP2B860OVURJHKX&source_surface=35&slof=1

 

 

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https://www.youtube.com/live/iwWlGZazs14?si=HSz3SUL1_nvC_qGY

 

https://www.instagram.com/reel/DV_J9QNDsGp/?l=1

NOTÍCIAS...01

 

 

VIVER EM LONDRES:

https://youtu.be/VNWgZYcy7Dg?si=M838CVznSM0-ni3r

 

 

https://acessepolitica.com.br/noticia/172845/ranking-da-forbes-mostra-salto-de-quase-200-na-fortuna-de-andre-esteves-em-apenas-um-ano

 

https://www.threads.com/@almeidamarciomaiamouraode/post/DV1R27yghoq/media?xmt=AQF0wpPQP7riK4v1CtazhF584jsNZ9RycVyL-Tz_qOcarYewYOxpQTnDWWiIUqvtlCjOSpk

 

 

http://youtube.com/post/Ugkxfya13QHy_pI_eMv3tdPz-wSfPSzEiOER?si=4bnD7K_jC9JOz8dl

 

 

https://www.instagram.com/p/DV88CqEAKtF/?igsh=MXdsMGltaW1ucGpieQ%3D%3D

 

 

https://youtu.be/7Y_VTM8DMxo?si=rip0tJaEEMl4309g

REFLEXÃO

 

Por que a ressurreição é importante?

Posted by Ultimatoonline

Há alguma evidência para a afirmação surpreendente de que tanto nós como nosso mundo seremos totalmente renovados?

 

O que temos de perguntar sobre a ressurreição não é apenas se aconteceu ou não, mas também se realmente importa que tenha acontecido. Pois se isso aconteceu, aconteceu há 2 mil anos. Como pode um evento que ocorreu há tanto tempo ter alguma grande importância para nós hoje? Por que os cristãos fazem tanto estardalhaço sobre isso? Isso não é irrelevante? Não, eu acredito que a ressurreição repercute na nossa condição humana. Ela fala às nossas necessidades como nenhum outro evento distante consegue. É o pilar da certeza cristã.

 

Primeiro, a ressurreição de Jesus nos assegura do perdão de Deus. Já vimos que o perdão é uma das nossas necessidades mais básicas e um dos melhores presentes de Deus. O chefe de um grande hospital psiquiátrico inglês foi citado como tendo dito: “Eu poderia dar alta para metade dos meus pacientes amanhã se eles pudessem ter certeza do perdão”. Todos nós temos um ou dois esqueletos em algum armário escuro, memórias de coisas das quais, em nossos melhores momentos, ficamos profundamente envergonhados. Nossa consciência nos incomoda, condena, atormenta.

 

Várias vezes durante seu ministério público, Jesus falou palavras de perdão e paz. No Cenáculo, ele descreveu o cálice da comunhão como seu “sangue da aliança […] derramado em favor de muitos, para perdão dos pecados”.Assim, ele ligou o nosso perdão com a sua morte. E uma vez que, ao longo das Escrituras, a morte sempre está presa ao pecado como sua justa consequência (“o salário do pecado é a morte”), o que ele quis dizer só pode ser que estava indo morrer a morte que nós merecíamos, morrer em nosso lugar, a fim de que pudéssemos ser poupados e perdoados.

 

Foi isso o que ele disse. Mas como podemos saber que ele estava certo, que ele conseguiu com sua morte o que disse que iria conseguir? Como podemos saber que Deus aceitou sua morte em nosso lugar como um sacrifício completo, perfeito e suficiente, como oblação e satisfação pelos pecados do mundo inteiro (como o Livro de Oração Comum coloca)? A resposta é que, se ele tivesse permanecido morto, se ele não tivesse ressuscitado dos mortos de forma visível e pública, nós nunca teríamos sabido. De fato, sem a ressurreição teríamos de concluir que a morte de Cristo foi um fracasso. O apóstolo Paulo viu claramente esta lógica: “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. E, se Cristo não ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Neste caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos”. Seriam várias e terríveis as consequências da não ressurreição: os apóstolos são falsas testemunhas, os crentes não têm perdão e os cristãos mortos pereceram. Mas, de fato, Paulo continuou, Cristo ressuscitou dentre os mortos. E tendo ressuscitado, Deus nos assegurou que aprova a morte de Cristo carregando os nossos pecados, que ele não morreu em vão e que aqueles que confiam nele recebem um perdão pleno e gratuito. A ressurreição valida a cruz.

 

Segundo, a ressurreição de Jesus nos assegura do poder de Deus. Pois nós precisamos do poder de Deus no presente, bem como do seu perdão do passado. Deus é realmente capaz de mudar a natureza humana, que parece ser tão intratável? Ele pode realmente transformar pessoas cruéis em gentis, pessoas egoístas em altruístas, pessoas imorais em autocontroladas e pessoas amargas em doces? Ele é capaz de pegar as pessoas que estão espiritualmente mortas para fazê-las vivas em Cristo? Sim, ele é capaz de tudo isso! Ele pode dar vida aos mortos espirituais e nos transformar à semelhança de Cristo.

 

Mas estas são afirmações fortes. Podem ser fundamentadas? Só por causa da ressurreição. Paulo ora para que os olhos do nosso coração possam ser iluminados, para que possamos conhecer “a incomparável grandeza do seu poder para conosco”. Para nos ajudar a compreender a medida desse poder, Deus não apenas nos dá uma iluminação interior pelo seu Espírito, mas também já nos deu uma demonstração externa, pública e objetiva dele na ressurreição. Pois o poder disponível para nós hoje é o próprio poder que “ele exerceu em Cristo, ressuscitando-o dos mortos”. Desta forma, a ressurreição é retratada como a evidência suprema na história do poder criador de Deus.

 

Estamos sempre em perigo de banalizar o evangelho, de minimizar o que Deus é capaz de fazer por nós e em nós. Falamos de tornar-se um cristão como se não fosse mais do que virar uma nova página, fazendo alguns ajustes superficiais aos nossos padrões habituais de comportamento e tornando-nos um pouco mais religiosos. Então, basta arranhar a superfície, rachar o verniz, e eis que por baixo continuamos os mesmos pagãos de sempre, não redimidos e sem mudança alguma. Mas não, de acordo com o Novo Testamento, tornar-se e ser um cristão é algo muito mais radical do que isso. É um ato decisivo de Deus. Não é nada menos que uma ressurreição da morte da alienação e do egocentrismo, e o começo de uma vida nova e libertada. Em uma palavra, o mesmo Deus do poder sobrenatural que ressuscitou Jesus da morte física pode nos ressuscitar da morte espiritual. E sabemos que ele pode nos ressuscitar porque sabemos que ele o ressuscitou.

 

Terceiro, a ressurreição de Jesus nos assegura do triunfo final de Deus. Uma das maiores diferenças entre as religiões e as ideologias do mundo está na sua visão do futuro. Alguns não oferecem esperança, mas afundam-se no desespero existencial. Bertrand Russell, quando ainda jovem nos seus trinta anos, expressou sua convicção de que nenhum fogo, nenhum heroísmo, nenhuma intensidade de pensamento e sentimento pode preservar uma vida individual além da sepultura; que todos os trabalhos das eras, toda a devoção, toda a inspiração, todo o brilho do meio-dia do gênio humano estão destinados à extinção na vasta morte do sistema solar, e que todo o templo da realização do homem deve inevitavelmente ser enterrado sob os escombros de um universo em ruínas.

 

Outros pensam na história mais em termos circulares do que em termos lineares, como um ciclo interminável de reencarnações, sem libertação, mas com a inexistência do nirvana. Os marxistas continuam a prometer utopia na terra, mas a visão perdeu credibilidade. Humanistas seculares sonham em assumir o controle de sua própria evolução. Mas na medida em que isso envolve manipulação genética, o sonho degenera em um pesadelo.

 

Os cristãos, por outro lado, estão confiantes sobre o futuro, e nossa “esperança” cristã (que é uma expectativa certa) é tanto individual quanto cósmica. Individualmente, à parte de Cristo, o medo da morte pessoal e da dissolução é quase universal. O comediante e cineasta Woody Allen tipifica este terror. Parece ser uma obsessão para ele. É verdade, ele ainda pode brincar sobre isso. “Não é que eu tenha medo de morrer”, ele uma vez brincou; “eu só não quero estar lá quando isso acontecer.”Mas na maioria das vezes ele estava mesmo com medo. Em um artigo na revista Esquire, ele disse: “O que está por trás de toda motivação e de toda atividade é a luta constante contra a aniquilação e contra a morte. É algo absolutamente estonteante em seu terror, e torna as realizações de qualquer um sem sentido”.

 

Jesus Cristo, no entanto, resgata seus discípulos desse horror. Não só sobreviveremos à morte como seremos ressuscitados dela. Devemos receber um novo corpo, como o corpo ressurreto de Cristo, com poderes novos e nem sonhados.Pois ele é chamado tanto de “primícias entre aqueles que dormiram” como de “primogênito dentre os mortos”.Ambas as metáforas dão a mesma certeza. Ele foi o primeiro a se levantar; todo o seu povo o seguirá. Teremos um corpo como o seu. “Assim como tivemos a imagem do homem terreno [Adão], teremos também a imagem do homem celestial [Cristo].”

 

Nossa esperança para o futuro, no entanto, também é cósmica. Acreditamos que Jesus Cristo vai voltar em glória espetacular para trazer a história ao seu cumprimento na eternidade. Ele não só ressuscitará os mortos, mas também regenerará o universo.Ele fará novas todas as coisas.Toda a criação será libertada de sua atual condição de escrava da decadência e da morte. Os gemidos da natureza são as dores de parto que prometem o nascimento de um novo mundo.Haverá um novo céu e uma nova terra, que será o lar da justiça.

 

Assim, a esperança viva do Novo Testamento é incrivelmente “material” para o indivíduo e para o cosmos. Ao crente individual é prometida não apenas a sobrevivência, nem mesmo a imortalidade, mas um corpo ressuscitado e transformado. E o destino do cosmos não é um céu etéreo, mas um universo recriado.

 

Há alguma evidência, no entanto, para esta afirmação surpreendente de que tanto nós como o nosso mundo seremos totalmente renovados? Sim, a ressurreição de Jesus é a base de ambas as expectativas. Ela fornece evidência sólida, visível, tangível e pública do propósito de Deus para completar o que ele começou, para redimir a natureza, para nos dar um novo corpo em um novo mundo. Como Pedro expressou, Deus “nos regenerou para uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.Porque a ressurreição de Jesus foi o princípio da nova criação de Deus. Não é suficiente acreditar que a personalidade, a presença e o poder de Jesus continuam vivos. Precisamos saber que seu corpo foi ressuscitado. Pois a ressurreição do corpo de Jesus foi a primeira peça da ordem material a ser redimida e transfigurada. É a promessa divina de que, um dia, todo o restante será redimido e transfigurado.

 

Assim, a ressurreição de Jesus nos assegura do perdão, do poder e do triunfo de Deus. Ela nos capacita a:

 

> enfrentar o nosso passado (por mais que tenhamos motivos para nos envergonhar dele), confiantes no perdão de Deus por meio daquele que morreu pelos nossos pecados e foi ressuscitado;

 

> enfrentar o nosso presente (por mais fortes que sejam as nossas tentações ou pesadas as nossas responsabilidades), confiantes na suficiência do poder de Deus;

 

> enfrentar o nosso futuro (por mais incerto que ele seja), confiantes no triunfo final de Deus, do qual a ressurreição é a garantia.

 

A ressurreição, justamente por ter sido um ato decisivo, público e visível de Deus na ordem material, traz-nos uma certeza firme num mundo cheio de insegurança.

 

Artigo publicado originalmente em O Evangelho – Uma mensagem que transforma a vida (Ultimato).

 

NÃO ACEITAMOS...

 

NÃO ACEITAMOS...

 

1 Negociar a liberdade de Jair Bolsonaro.

 Nada de dosimetria.

 Nada de anistia.

 Queremos o pedido de desculpas do STF, STE, Câmara, Senado, Forças Armadas.

Ele não cometeu nada para que pudesse ser preso. Não tentou golpe.

Acusem outros do governo... Invejosos em conluio com alguns militares das três Forças Armadas. E muitos envolvidos...

O dinheiro foi distribuído aos montões.

Promoções, favores, até hoje calados sem nenhum incômodo.

Todos sabem quem mandou matar, quem pagou ao Adélio, e quem vem custeando os advogados.

O Adélio é lúcido, esquerdista. Nível superior. Amigo dos petistas.

2 O Lula precisava retornar a "Cena dos Crimes". Somente com ele e o grupo já articulado para devastar a nação...

Como gafanhotos vorazes, comem...

3 Por que defende tanto o PCC e CV?

O grupo está infiltrado em todos os setores da vida pública e privada.

Banca as Faculdades, Farmácias, Postos de Gasolina, Supermercados, Políticos, Clubes de Futebol, Bancos, Comércio em Geral. Indústrias... Festas Populares...

As drogas, infelizmente, vêm destruindo  famílias.

Farias Lima em São Paulo, que o diga.

A Cracolândia vivia da bolsa família x drogas. A esquerda com os padres da Teologia da Libertação eram favoráveis.

Absurdo!

4 Por que todos os partidos de esquerda e centrão protegem?

5 Aliás encobrem todas as mazelas dos políticos. Como exemplo o Banco Master.

INSS, Escola de Samba, Envolvimentos com as ditaduras, acordos com países com outra visão política.

6 O Brasil está sendo vendido. Negociado a preço de bananas. Políticos já milionários... E com vida devassa...

7 O Carnaval e  festas em todos os estados, municípios...O ano inteiro. Quem paga é o povo. As consequências recaem devido à cegueira espiritual.

8 Vale gás, vale transporte, vale luz bolsa família, bolsa escola, faculdade, futebol, esportes, almoço, etc. O vale é pago por você ao votar no ladrão que estiver governando.

9 Olhe Fidel, Maduro, Fernandez, Irã, México, Brasil, etc. Todos ruíram.

10 Diga, não.

Queremos  soltura dos patriotas.

 Auxílio para as situações criadas pela prisão.

Saúde, Emprego, Assistência Psicológica e retratação.

Deus nos dá uma nova chance de repararmos a cegueira moral, física e mental. A espiritual com excelência...

Perdão, Senhor, somos miseráveis, cegos e ignorantes.

 Oremos como ensina-nos a Bíblia. 

quarta-feira, 18 de março de 2026

NOTÍCIAS...02

 

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https://acessepolitica.com.br/noticia/173094/policia-federal-aperta-cerco-em-lauro-de-freitas-e-operacao-mira-contratos-da-gestao-moema-gramacho-pt

 

 

 

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NOTÍCIAS...01

 

 

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MULHER?

 

 

A música de Erasmo Carlos a que você se refere é "Mulher (Sexo Frágil)", lançada em 1981 no álbum homônimo. A canção é um marco da música brasileira por exaltar a força feminina e desconstruir o estereótipo da fragilidade.

Detalhes sobre a música:

Composição: Foi escrita por Erasmo Carlos em parceria com sua esposa na época, Narinha.

Mensagem Central: A letra começa com o icônico verso "Dizem que a mulher é o sexo frágil / Mas que mentira absurda!", afirmando que a verdadeira força reside nelas.

Contexto Histórico: O álbum Mulher (1981) é considerado um dos pontos altos da maturidade artística de Erasmo, trazendo temas sobre o universo feminino e a sensibilidade masculina.

Legado: Tornou-se um hino tocado frequentemente no Dia Internacional da Mulher (8 de março) como forma de homenagem.

Outras curiosidades:

Roberta Close: Em 1984, Erasmo lançou a música "Close", inspirada na modelo Roberta Close, com quem ele confirmou ter tido um romance na época.

Roberta  Close não é mulher...Ainda vive fora do país.

NOTÍCIAS...02

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