quarta-feira, 22 de julho de 2026

VÍDEOS...01 E NOTAS




 

01

A ARCA ESTÁ ABERTA...ENTRE.

 



Arca de Noé

A história da Arca de Noé está registrada no livro de Gênesis, capítulos 6 a 9. O versículo mais famoso sobre a ordem para construção da arca é Gênesis 6:14, onde Deus instrui:

"Faze para ti uma arca da madeira de gofer; farás compartimentos na arca e a betumarás por dentro e por fora com betume."

 

Os detalhes fundamentais da narrativa dividem-se nos seguintes trechos:

A Ordem de Deus: Deus instrui Noé a construir a arca para salvar sua família e os animais, devido à grande maldade e violência da época (Gênesis 6:5-7, 13-14).

Entrada na Arca: A instrução para abrigar um casal de cada espécie (e sete pares de animais puros) está em Gênesis 7:2-3.O Fechamento: Um momento marcante é narrado em Gênesis 7:16, que diz que após todos entrarem, "o Senhor a fechou por fora".

POETIZANDO...02

 

POETIZANDO... 02

 

SORRISO

Feitiço

Melaço

Bolha de sabão...

 

Convite

Desejo

Badalação.

 

Engano

Tropeço

Casca no chão

 

Renúncia

Desgosto

Mata borrão.

 

Dionê Leony Machado

 

Livro Encontros //Editoração Cepa // 1982

terça-feira, 21 de julho de 2026

POETIZANDO...01

 

Silêncio

Presença ausente:

Frio que queima,

Vazio que enche

A alma da gente.

 

Outra voz...

Não ressoa,

Num monólogo cansado

Assusto as  pessoas.

 

Fuga,

Encontro,

Quimeras,

Que não vivi.

 

Dionê Leony Machado

 

Livro Encontros //Editoração Cepa // 1982

NOTAS ...01


 

REFLEXÃO...02




 

REFLEXÃO...01

 

*O Tirano que Sorri!*

 

JR Guzzo

 

Por muito tempo, imaginamos que a tirania viria vestida de farda, montada num tanque, com botas sujas de sangue.

E, de fato, ela veio assim:

Hitler na Alemanha, Stalin na Rússia, Mao na China, Pol Pot no Camboja.

Todos deixaram suas marcas com tinta vermelha — milhões de mortos, povos destruídos, economias arrasadas, civilizações traumatizadas.

Foram monstros clássicos.

Visíveis. Nomeáveis.

 

Mas a história, como um organismo vivo, muda de forma.

Hoje, a tirania veste terno, distribui sorrisos e se esconde atrás de urnas e de discursos democráticos:

• Ela não fuzila, mas endivida.

• Não censura com fogo, mas com algoritmos.

• Não prende por opinião, mas por interpretação.

 

No Brasil, essa nova face da tirania tem nome: **Luiz Inácio Lula da Silva**.

 

Não é exagero, tampouco metáfora solta.

É uma constatação estrutural: o país é hoje:

*Governado por um homem condenado por corrupção em todas as instâncias do Judiciário, libertado não por inocência, mas por manobras jurídicas promovidas por juízes escolhidos por ele próprio!*

 

E não bastasse isso, foi reintegrado ao poder como salvador da pátria.

Recebeu honrarias de academias literárias, apesar de sua limitação de leitura e escrita.

É tratado como exemplo de estadista, mesmo tendo chefiado o maior esquema de corrupção da história do país.

Condenado, absolvido por burocratas da toga, aplaudido por quem deveria denunciar.

É a consagração do absurdo.

 

Mas o estrago não é apenas moral.

É econômico, social, ético e cultural.

 

O brasileiro que trabalha vê seu salário ser corroído pela inflação, pela carga tributária, pelos juros descontrolados.

Os que empreendem vivem cercados de regulações que favorecem apenas os grandes conglomerados amigos do poder.

A máquina estatal cresce, devora, impõe — e o povo, sem saber para onde correr, afoga-se em parcelas, dívidas e narrativas.

 

*Tudo isso com a bênção de um Supremo Tribunal Federal transformado em quartel ideológico.*

Nove ministros nomeados por Lula ou seu partido.

Um Senado cúmplice, que não fiscaliza, pois muitos de seus membros têm medo de serem julgados.

Uma Câmara de Deputados domesticada a golpes de emendas bilionárias.

 

E assim, *a democracia se converte em fachada.*

As instituições continuam de pé — mas são cascas ocas.

As leis existem — mas não se aplicam a todos.

As eleições acontecem — mas com uma imprensa subjugada e uma Justiça Eleitoral que julga e executa conforme o cheiro do vento.

 

O resultado é uma sociedade entorpecida.

Uma população explorada sem perceber.

Um país saqueado com assinatura, carimbo e cobertura jornalística favorável.

 

**Não há paredões, mas há fome.**

**Não há campos de concentração, mas há milhões de presos econômicos.**

**Não há guerra civil, mas há destruição moral diária.**

 

É o mesmo resultado dos velhos tiranos — mas com um método novo: **a anestesia democrática.**

 

Lula não superou Stalin, Hitler ou Mao em número de cadáveres — ainda.

Mas em termos de método, **superou todos com uma genialidade perversa:**

 

* Convenceu o povo de que ele é o libertador, quando é o carcereiro.

* Se fez mártir com dinheiro roubado.

* E governa em nome do pobre que ele mantém escravo.

 

A história não é cega. Apenas paciente.

E chegará o dia em que os livros a registrarão com clareza:

**não é preciso matar para destruir uma nação — basta desmoralizá-la.**

 

E nisso, **Lula é mestre.**

 

J R Guzzo.

VÍDEOS...01 E NOTAS

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