https://youtu.be/6T0iUfYBd2o?si=ZzKQ_pZ8VkV5LaUN
https://www.youtube.com/live/iwWlGZazs14?si=HSz3SUL1_nvC_qGY
https://www.instagram.com/reel/DV_J9QNDsGp/?l=1
https://youtu.be/6T0iUfYBd2o?si=ZzKQ_pZ8VkV5LaUN
https://www.youtube.com/live/iwWlGZazs14?si=HSz3SUL1_nvC_qGY
https://www.instagram.com/reel/DV_J9QNDsGp/?l=1
VIVER EM LONDRES:
https://youtu.be/VNWgZYcy7Dg?si=M838CVznSM0-ni3r
https://acessepolitica.com.br/noticia/172845/ranking-da-forbes-mostra-salto-de-quase-200-na-fortuna-de-andre-esteves-em-apenas-um-ano
http://youtube.com/post/Ugkxfya13QHy_pI_eMv3tdPz-wSfPSzEiOER?si=4bnD7K_jC9JOz8dl
https://www.instagram.com/p/DV88CqEAKtF/?igsh=MXdsMGltaW1ucGpieQ%3D%3D
https://youtu.be/7Y_VTM8DMxo?si=rip0tJaEEMl4309g
Por que a ressurreição é importante?
Posted by Ultimatoonline
Há alguma evidência para a afirmação surpreendente de que
tanto nós como nosso mundo seremos totalmente renovados?
O que temos de perguntar sobre a ressurreição não é apenas
se aconteceu ou não, mas também se realmente importa que tenha acontecido. Pois
se isso aconteceu, aconteceu há 2 mil anos. Como pode um evento que ocorreu há
tanto tempo ter alguma grande importância para nós hoje? Por que os cristãos
fazem tanto estardalhaço sobre isso? Isso não é irrelevante? Não, eu acredito
que a ressurreição repercute na nossa condição humana. Ela fala às nossas
necessidades como nenhum outro evento distante consegue. É o pilar da certeza
cristã.
Primeiro, a ressurreição de Jesus nos assegura do perdão de
Deus. Já vimos que o perdão é uma das nossas necessidades mais básicas e um dos
melhores presentes de Deus. O chefe de um grande hospital psiquiátrico inglês
foi citado como tendo dito: “Eu poderia dar alta para metade dos meus pacientes
amanhã se eles pudessem ter certeza do perdão”. Todos nós temos um ou dois
esqueletos em algum armário escuro, memórias de coisas das quais, em nossos
melhores momentos, ficamos profundamente envergonhados. Nossa consciência nos
incomoda, condena, atormenta.
Várias vezes durante seu ministério público, Jesus falou
palavras de perdão e paz. No Cenáculo, ele descreveu o cálice da comunhão como
seu “sangue da aliança […] derramado em favor de muitos, para perdão dos
pecados”.Assim, ele ligou o nosso perdão com a sua morte. E uma vez que, ao
longo das Escrituras, a morte sempre está presa ao pecado como sua justa
consequência (“o salário do pecado é a morte”), o que ele quis dizer só pode
ser que estava indo morrer a morte que nós merecíamos, morrer em nosso lugar, a
fim de que pudéssemos ser poupados e perdoados.
Foi isso o que ele disse. Mas como podemos saber que ele
estava certo, que ele conseguiu com sua morte o que disse que iria conseguir? Como
podemos saber que Deus aceitou sua morte em nosso lugar como um sacrifício
completo, perfeito e suficiente, como oblação e satisfação pelos pecados do
mundo inteiro (como o Livro de Oração Comum coloca)? A resposta é que, se ele
tivesse permanecido morto, se ele não tivesse ressuscitado dos mortos de forma
visível e pública, nós nunca teríamos sabido. De fato, sem a ressurreição
teríamos de concluir que a morte de Cristo foi um fracasso. O apóstolo Paulo
viu claramente esta lógica: “Se Cristo não ressuscitou, é inútil a nossa
pregação, como também é inútil a fé que vocês têm. E, se Cristo não
ressuscitou, inútil é a fé que vocês têm, e ainda estão em seus pecados. Neste
caso, também os que dormiram em Cristo estão perdidos”. Seriam várias e
terríveis as consequências da não ressurreição: os apóstolos são falsas
testemunhas, os crentes não têm perdão e os cristãos mortos pereceram. Mas, de
fato, Paulo continuou, Cristo ressuscitou dentre os mortos. E tendo
ressuscitado, Deus nos assegurou que aprova a morte de Cristo carregando os
nossos pecados, que ele não morreu em vão e que aqueles que confiam nele
recebem um perdão pleno e gratuito. A ressurreição valida a cruz.
Segundo, a ressurreição de Jesus nos assegura do poder de
Deus. Pois nós precisamos do poder de Deus no presente, bem como do seu perdão
do passado. Deus é realmente capaz de mudar a natureza humana, que parece ser
tão intratável? Ele pode realmente transformar pessoas cruéis em gentis,
pessoas egoístas em altruístas, pessoas imorais em autocontroladas e pessoas
amargas em doces? Ele é capaz de pegar as pessoas que estão espiritualmente
mortas para fazê-las vivas em Cristo? Sim, ele é capaz de tudo isso! Ele pode
dar vida aos mortos espirituais e nos transformar à semelhança de Cristo.
Mas estas são afirmações fortes. Podem ser fundamentadas? Só
por causa da ressurreição. Paulo ora para que os olhos do nosso coração possam
ser iluminados, para que possamos conhecer “a incomparável grandeza do seu
poder para conosco”. Para nos ajudar a compreender a medida desse poder, Deus
não apenas nos dá uma iluminação interior pelo seu Espírito, mas também já nos
deu uma demonstração externa, pública e objetiva dele na ressurreição. Pois o
poder disponível para nós hoje é o próprio poder que “ele exerceu em Cristo,
ressuscitando-o dos mortos”. Desta forma, a ressurreição é retratada como a
evidência suprema na história do poder criador de Deus.
Estamos sempre em perigo de banalizar o evangelho, de
minimizar o que Deus é capaz de fazer por nós e em nós. Falamos de tornar-se um
cristão como se não fosse mais do que virar uma nova página, fazendo alguns
ajustes superficiais aos nossos padrões habituais de comportamento e
tornando-nos um pouco mais religiosos. Então, basta arranhar a superfície,
rachar o verniz, e eis que por baixo continuamos os mesmos pagãos de sempre,
não redimidos e sem mudança alguma. Mas não, de acordo com o Novo Testamento,
tornar-se e ser um cristão é algo muito mais radical do que isso. É um ato
decisivo de Deus. Não é nada menos que uma ressurreição da morte da alienação e
do egocentrismo, e o começo de uma vida nova e libertada. Em uma palavra, o
mesmo Deus do poder sobrenatural que ressuscitou Jesus da morte física pode nos
ressuscitar da morte espiritual. E sabemos que ele pode nos ressuscitar porque
sabemos que ele o ressuscitou.
Terceiro, a ressurreição de Jesus nos assegura do triunfo
final de Deus. Uma das maiores diferenças entre as religiões e as ideologias do
mundo está na sua visão do futuro. Alguns não oferecem esperança, mas afundam-se
no desespero existencial. Bertrand Russell, quando ainda jovem nos seus trinta
anos, expressou sua convicção de que nenhum fogo, nenhum heroísmo, nenhuma
intensidade de pensamento e sentimento pode preservar uma vida individual além
da sepultura; que todos os trabalhos das eras, toda a devoção, toda a
inspiração, todo o brilho do meio-dia do gênio humano estão destinados à
extinção na vasta morte do sistema solar, e que todo o templo da realização do
homem deve inevitavelmente ser enterrado sob os escombros de um universo em
ruínas.
Outros pensam na história mais em termos circulares do que
em termos lineares, como um ciclo interminável de reencarnações, sem
libertação, mas com a inexistência do nirvana. Os marxistas continuam a
prometer utopia na terra, mas a visão perdeu credibilidade. Humanistas
seculares sonham em assumir o controle de sua própria evolução. Mas na medida
em que isso envolve manipulação genética, o sonho degenera em um pesadelo.
Os cristãos, por outro lado, estão confiantes sobre o
futuro, e nossa “esperança” cristã (que é uma expectativa certa) é tanto
individual quanto cósmica. Individualmente, à parte de Cristo, o medo da morte
pessoal e da dissolução é quase universal. O comediante e cineasta Woody Allen
tipifica este terror. Parece ser uma obsessão para ele. É verdade, ele ainda
pode brincar sobre isso. “Não é que eu tenha medo de morrer”, ele uma vez
brincou; “eu só não quero estar lá quando isso acontecer.”Mas na maioria das
vezes ele estava mesmo com medo. Em um artigo na revista Esquire, ele disse: “O
que está por trás de toda motivação e de toda atividade é a luta constante
contra a aniquilação e contra a morte. É algo absolutamente estonteante em seu
terror, e torna as realizações de qualquer um sem sentido”.
Jesus Cristo, no entanto, resgata seus discípulos desse
horror. Não só sobreviveremos à morte como seremos ressuscitados dela. Devemos
receber um novo corpo, como o corpo ressurreto de Cristo, com poderes novos e
nem sonhados.Pois ele é chamado tanto de “primícias entre aqueles que dormiram”
como de “primogênito dentre os mortos”.Ambas as metáforas dão a mesma certeza.
Ele foi o primeiro a se levantar; todo o seu povo o seguirá. Teremos um corpo
como o seu. “Assim como tivemos a imagem do homem terreno [Adão], teremos
também a imagem do homem celestial [Cristo].”
Nossa esperança para o futuro, no entanto, também é cósmica.
Acreditamos que Jesus Cristo vai voltar em glória espetacular para trazer a
história ao seu cumprimento na eternidade. Ele não só ressuscitará os mortos,
mas também regenerará o universo.Ele fará novas todas as coisas.Toda a criação
será libertada de sua atual condição de escrava da decadência e da morte. Os
gemidos da natureza são as dores de parto que prometem o nascimento de um novo
mundo.Haverá um novo céu e uma nova terra, que será o lar da justiça.
Assim, a esperança viva do Novo Testamento é incrivelmente
“material” para o indivíduo e para o cosmos. Ao crente individual é prometida
não apenas a sobrevivência, nem mesmo a imortalidade, mas um corpo ressuscitado
e transformado. E o destino do cosmos não é um céu etéreo, mas um universo
recriado.
Há alguma evidência, no entanto, para esta afirmação
surpreendente de que tanto nós como o nosso mundo seremos totalmente renovados?
Sim, a ressurreição de Jesus é a base de ambas as expectativas. Ela fornece
evidência sólida, visível, tangível e pública do propósito de Deus para
completar o que ele começou, para redimir a natureza, para nos dar um novo
corpo em um novo mundo. Como Pedro expressou, Deus “nos regenerou para uma
esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.Porque
a ressurreição de Jesus foi o princípio da nova criação de Deus. Não é
suficiente acreditar que a personalidade, a presença e o poder de Jesus
continuam vivos. Precisamos saber que seu corpo foi ressuscitado. Pois a
ressurreição do corpo de Jesus foi a primeira peça da ordem material a ser
redimida e transfigurada. É a promessa divina de que, um dia, todo o restante
será redimido e transfigurado.
Assim, a ressurreição de Jesus nos assegura do perdão, do
poder e do triunfo de Deus. Ela nos capacita a:
> enfrentar o nosso passado (por mais que tenhamos
motivos para nos envergonhar dele), confiantes no perdão de Deus por meio
daquele que morreu pelos nossos pecados e foi ressuscitado;
> enfrentar o nosso presente (por mais fortes que sejam
as nossas tentações ou pesadas as nossas responsabilidades), confiantes na
suficiência do poder de Deus;
> enfrentar o nosso futuro (por mais incerto que ele
seja), confiantes no triunfo final de Deus, do qual a ressurreição é a
garantia.
A ressurreição, justamente por ter sido um ato decisivo,
público e visível de Deus na ordem material, traz-nos uma certeza firme num
mundo cheio de insegurança.
Artigo publicado originalmente em O Evangelho – Uma mensagem
que transforma a vida (Ultimato).
NÃO ACEITAMOS...
1 Negociar a liberdade de Jair Bolsonaro.
Nada de dosimetria.
Nada de anistia.
Queremos o pedido de
desculpas do STF, STE, Câmara, Senado, Forças Armadas.
Ele não cometeu nada para que pudesse ser preso. Não tentou
golpe.
Acusem outros do governo... Invejosos em conluio com alguns
militares das três Forças Armadas. E muitos envolvidos...
O dinheiro foi distribuído aos montões.
Promoções, favores, até hoje calados sem nenhum incômodo.
Todos sabem quem mandou matar, quem pagou ao Adélio, e quem
vem custeando os advogados.
O Adélio é lúcido, esquerdista. Nível superior. Amigo dos
petistas.
2 O Lula precisava retornar a "Cena dos Crimes".
Somente com ele e o grupo já articulado para devastar a nação...
Como gafanhotos vorazes, comem...
3 Por que defende tanto o PCC e CV?
O grupo está infiltrado em todos os setores da vida pública
e privada.
Banca as Faculdades, Farmácias, Postos de Gasolina,
Supermercados, Políticos, Clubes de Futebol, Bancos, Comércio em Geral.
Indústrias... Festas Populares...
As drogas, infelizmente, vêm destruindo famílias.
Farias Lima em São Paulo, que o diga.
A Cracolândia vivia da bolsa família x drogas. A esquerda
com os padres da Teologia da Libertação eram favoráveis.
Absurdo!
4 Por que todos os partidos de esquerda e centrão protegem?
5 Aliás encobrem todas as mazelas dos políticos. Como
exemplo o Banco Master.
INSS, Escola de Samba, Envolvimentos com as ditaduras,
acordos com países com outra visão política.
6 O Brasil está sendo vendido. Negociado a preço de bananas.
Políticos já milionários... E com vida devassa...
7 O Carnaval e festas
em todos os estados, municípios...O ano inteiro. Quem paga é o povo. As
consequências recaem devido à cegueira espiritual.
8 Vale gás, vale transporte, vale luz bolsa família, bolsa
escola, faculdade, futebol, esportes, almoço, etc. O vale é pago por você ao
votar no ladrão que estiver governando.
9 Olhe Fidel, Maduro, Fernandez, Irã, México, Brasil, etc.
Todos ruíram.
10 Diga, não.
Queremos soltura dos
patriotas.
Auxílio para as
situações criadas pela prisão.
Saúde, Emprego, Assistência Psicológica e retratação.
Deus nos dá uma nova chance de repararmos a cegueira moral,
física e mental. A espiritual com excelência...
Perdão, Senhor, somos miseráveis, cegos e ignorantes.
Oremos como
ensina-nos a Bíblia.
VID-20260318-WA0007.mp4
https://acessepolitica.com.br/noticia/173094/policia-federal-aperta-cerco-em-lauro-de-freitas-e-operacao-mira-contratos-da-gestao-moema-gramacho-pt
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A
música de Erasmo Carlos a que você se refere é "Mulher (Sexo
Frágil)", lançada em 1981 no álbum homônimo. A canção é um marco da música
brasileira por exaltar a força feminina e desconstruir o estereótipo da
fragilidade.
Detalhes
sobre a música:
Composição:
Foi escrita por Erasmo Carlos em parceria com sua esposa na época, Narinha.
Mensagem
Central: A letra começa com o icônico verso "Dizem que a mulher é o sexo
frágil / Mas que mentira absurda!", afirmando que a verdadeira força
reside nelas.
Contexto
Histórico: O álbum Mulher (1981) é considerado um dos pontos altos da
maturidade artística de Erasmo, trazendo temas sobre o universo feminino e a
sensibilidade masculina.
Legado:
Tornou-se um hino tocado frequentemente no Dia Internacional da Mulher (8 de
março) como forma de homenagem.
Outras
curiosidades:
Roberta
Close: Em 1984, Erasmo lançou a música "Close", inspirada na modelo
Roberta Close, com quem ele confirmou ter tido um romance na época.
Roberta Close não é mulher...Ainda vive fora do país.
https://youtu.be/6T0iUfYBd2o?si=ZzKQ_pZ8VkV5LaUN https://www.threads.com/@j_rodrigues380/post/DWDUOizAVDW/media?xmt=AQF0BkzAgQbs...