sexta-feira, 6 de abril de 2018

SPA


 da nossa lista VIP
A Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA)
Sintomas:

– Acordar cansado;
– Dificuldade para acalmar os pensamentos;
– Dificuldade para relaxar, desacelerar;
– Sofrer por antecipação;
– Apreensão;
– Déficit de atenção, dificuldade de concentração;
– Irritabilidade;
– Memória prejudicada;
– Sono alterado;
– Humor instável;
– Esgotamento/ cansaço mental e físico;
– Sensação de que 24 horas não são suficientes para tudo o que se propõe a fazer;
– Dores de cabeça ou muscular;
– Excesso de estímulo sonoro e visual.
Causas:
– Ritmo alucinado dos grandes centros urbanos;
– Excesso de estimulação (uso de celular, redes sociais, rapidez de informação);
– Excesso de brinquedos;
– Excesso de atividades;
– Excesso de informação;
– Ansiedade devido à pressão escolar ou profissional.
Vivemos em uma sociedade de excessos. Nunca a mente das pessoas foi tão estressada e agitada. Na nossa sociedade tudo acontece em um ritmo rápido e ansioso. A modernidade alterou o ritmo de construção dos pensamentos e isso gerou sérias consequências para nossa saúde mental. Nós adoecemos coletivamente.
Este transtorno é algo novo. Ele ainda nem consta nos manuais de psiquiatria de transtornos mentais que usamos atualmente (CID 10 e DSM IV). É uma síndrome e há os que digam que é um sintoma vinculado a um quadro de transtorno de ansiedade.
(Síntese Google)

About the Author Aline Cataldi
Psicóloga Clínica e Escolar (PUC/RJ) - CRP: 05/29285 - Mestre em Saúde Mental (UFRJ)- Formação em Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC)- Formação em Entrevista Motivacional- Conselheira em Dependência Química- www.alinecataldi.com.b

terça-feira, 3 de abril de 2018

08 DE MARÇO...!


Nada de incêndio na fábrica! Esta é a verdadeira história do dia 8 de março







á séculos, alimenta-se a ideia de que o 8 de março, Dia Internacional da Mulher, teria surgido por causa da morte de 130 operárias carbonizadas em um incêndio em uma fábrica têxtil de Nova York em 1911.

Intelectuais feministas, tudo, afirmam que essa versão trágica do surgimento da data, em

que mulheres morreram de forma passiva enquanto trabalhavam, abafa a história de luta e mobilização das mulheres operárias do final do século 19, que se organizavam contra governos e patrões por melhores condições de trabalho.

A versão mais aceita diz que, segundo Eva Blay, em 1910, a militante Clara Zetkin propôs a criação de um Dia Internacional da Mulher, sem definir uma data precisa, no II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, em Copenhagem.

Essa greve de mulheres teria sido reconhecida por Trotsky

como o primeiro momento da Ver revolução de Outubro, que resultou na Revolução Russa de 1917.

Em 1975, a ONU oficializou o dia 8 de março como o Dia Internacional da Mulher por meio de um decreto.A exploração das mulheres e a formação do capitalismo

Segundo especialistas, a divisão sexual do trabalho, desde sempre, teve uma função social que ultrapassa os fatores econômicos e trabalhistas: garantir a dominação dos homens na sociedade.



Para a cientista política Flávia Biroli, professora da Universidade de Brasília, a importância de se associar o 8 de março às lutas de trabalhadoras contra seus patrões é a de reconhecer que o capitalismo industrial foi estruturado sobre a subordinação das mulheres.

“A desvalorização do trabalho das mulheres e o controle sobre elas tanto no âmbito familiar quando no público, isto é, na política e no trabalho, são elementos organizadores do capitalismo industrial e permanecem fundamentais para se explicar as conexões entre gênero, trabalho e desigualdades hoje”, afirma Birolli.

O trabalho e a mulher

A socióloga Rios explica que desde a sua origem, o movimento feminista foi organizado sobre três pontos sociais, sendo um deles relacionado à situação de exploração da mulher no mercado de trabalho.

“O movimento feminista sempre esteve fortemente envolvido com o tema da igualdade. Isto é, igualdade nos direitos políticos (direito ao voto), direitos civis (ao divórcio) e direitos sociais (igualdade no mercado de trabalho, como direito à equidade salarial)”, pontua Rios.

A socióloga afirma que, apesar de intelectuais, acadêmicas e até burguesas integrarem o início da mobilização de mulheres no mundo, a situação de desigualdade salarial entre operários homens e mulheres foi um dos principais motores para o movimento feminista no início do século 20.

Mais que isso, o tema da mulher e o trabalho é tão antigo que aparece um século antes das lutas que resultaram no 8 de março. “A divisão sexual do trabalho pode ser encontrada como problema nas precursoras no século 18, como Mary Wolstonecraft. Mas é entre intelectuais socialistas como Clara Zetkin e, mais tarde, Alexandra Kollontai, que essa crítica passou a abranger as relações de classe”, explica Biroli. Mary Wolstonecraft foi uma escritora inglesa nascida em 1759. Ela é considerada a fundadora do feminismo no mundo por causa da sua obra “Reivindicação dos direitos das mulheres”, publicada em 1792.

A cientista política Avelar ressalta, contudo, que as feministas operárias e trabalhadoras sofreram grandes injustiças por não serem consideradas intelectuais ou por não pertencerem a classes sociais privilegiadas.

“O sufrágio foi uma pauta unificadora desses movimentos, mas os temas relacionados às condições de trabalho e de proteção social, eram prioridade das mulheres trabalhadoras e sindicalizadas”.

Para Avelar, a mulher da periferia, assim como a trabalhadora das camadas mais pobres e marginalizadas, ainda são as mais silenciadas e as menos favorecidas.

“As divisões de classe social, de raça e etnia, separam as mulheres em suas condições objetivas de vida”, explica. “Existe a convicção de que os movimentos feministas e as organizações sindicais caminham juntos, o que é não é completamente verdade. Mas se não fosse a adesão de mulheres de classe média, secundaristas e universitárias às causas das mulheres de periferia, questões como creches, custo de vida, saúde reprodutiva, jamais ganhariam força e visibilidade.”

* Você sabia que pode reproduzir tudo que AzMina faz gratuitamente no seu site, desde que dê os créditos? Saiba mais aqui.

Sobre @ autor@: Lais Modelli

blog

Laís é ativista, jornalista e mestre em Comunicação Midiática, especializada em feminismo e cibercultura. É criadora da página Nem Uma Mulher Mais e escreve grandes reportagens sobre gênero e política para a revista Caros Amigos desde 2012. Foi correspondente internacional no México e tem muito apreço pela história das mulheres latinas. Sonha em ser escritora um dia.



segunda-feira, 2 de abril de 2018

NOVA APRESENTAÇÃO!




CÉREBRO INFANTIL!


Imagens de dois cérebros infantis mostram a diferença que o amor dos pais faz

do BOL, em São Paulo


  • Reprodução/Texas Children's Hospital

O cérebro da criança amada (esq.) é maior e mais uniforme que o da criança negligenciada (dir.); as áreas escuras, mais intensas no cérebro da direita, são como espaços vazios

O cérebro da criança amada (esq.) é maior e mais uniforme que o da criança negligenciada (dir.); as áreas escuras, mais intensas no cérebro da direita, são como espaços vazios

Quando alguém disser que amor demais "faz mal" à criança, tenha à mão essa imagem impressionante de dois cérebros infantis: o da esquerda é o de uma criança de três anos que foi bastante amada e cuidada pelos pais desde bebê. O da direita é o de uma criança da mesma idade que foi negligenciada.

As tomografias divulgadas pelo Texas Children's Hospital, nos Estados Unidos, deixam clara a diferença que o amor dos pais ou cuidadores faz no desenvolvimento dos bebês. O cérebro da direita, que é menor e tem estruturas mais obscuras, pertence a um bebê que viveu quase toda a vida com uma família abusiva, que lhe causou sofrimento e traumas emocionais. Já o da esquerda, visivelmente maior, vive com uma família amorosa e feliz.

"Estas imagens mostram o impacto negativo que a negligência e os maus-tratos têm no desenvolvimento do cérebro do bebê e criança. Este cérebro da direita é bem menor do que a média esperada para esta idade e tem ventrículos aumentados e atrofia cortical. Essencialmente, isso significa que o bebê da direita vai sofrer com atrasos no desenvolvimento e problemas de memória", explicou o professor e psiquiatra Bruce Perry, chefe do setor de psiquiatria do Texas Children's Hospital, em reportagem do portal britânico Daily Mail.

O especialista explicou ainda que bebês e crianças que sofrem negligência emocional nos seus primeiros anos de vida têm dificuldades para formar vínculos saudáveis com outras pessoas, podendo desenvolver, no futuro, problemas em relacionamentos, tornando-se excessivamente dependentes de outras pessoas ou socialmente isolados.

https://t.dynad.net/pc/?dc=5550001577;ord=1516880796800

O cuidado, o carinho e as demonstrações de afeto ajudam o bebê e a criança a se desenvolver de forma saudável e, ao contrário do que muitos dizem por aí, amor nunca é demais. Quanto mais segura e amada se sente a criança, mais ela desenvolve os mecanismos que levam à autonomia, independência e segurança emocional.

Já as crianças negligenciadas, de acordo com o psiquiatra Bruce Perry, podem desenvolver estresse muito cedo e ter problemas emocionais e de memória, o que dificulta todo o seu desenvolvimento.

(Com informações do Daily Mail)
Goo


LEMBRANÇAS!




AUSÊNCIA

A ausência não é falta de alguém,
É a presença da lembrança,
Que relembra situações vividas,
Sorrisos, alegrias, perdas,
Festas, força nas horas difíceis,
Presença que não é física,
Mas, deixou em todas as atitudes,
Um gesto, uma palavra, a presença.
De gestos humanitários, um aperto,
De mão,  uma cesta básica, uma oração,
Diária,  que nos falta nos dias atuais.
Orar, crer, confiar,  acreditar, sonhar.
Não sucumbir ao desânimo,  a doença,
Aos problemas,  lutar sem disputa,
Sem agressões, na simplicidade e austeridade de uma mestra, convicta,
Da sua idade, honestidade, respeito,
Integridade que superou e inspirou a família
Ao respeito, a unidade, fraternidade,
Bens,  de infinito valor, difíceis nos tempos
Atuais.
Exemplo para a família.
NÃO SE ESQUECIA DE UM ANIVERSÁRIO, PÁSCOA, NATAL, ETC.
MARIA EMÍLIA MACHADO RODRIGUES.

COM 104 ANOS, LÚCIDA FELIZ, INESQUECÍVEL.
O SENHOR A CHAMOU, COMO MULHER,
PONTUALÍSSIMA RESPONDEU: HEIS-ME AQUI!
AGRADECEMOS SUA UNIDADE FRATERNAL
NAS FESTAS OU NÃO, QUERIA TODOS OS PARENTES PRESENTES,
QUEM SERÁ IGUAL?
SUA SOBRINHA,



 Dionê Machado
 23.03.2018

REFLEXÃO...03