quarta-feira, 9 de março de 2022

O COMUNISMO NÃO ACABOU...

 

Caro leitor,

Desde a semana passada, o mundo está sendo sacudido por mais guerra.

Talvez você esteja com medo do que pode acontecer daqui para frente. Não é mesmo?

Sinceramente, isso não é sem fundamento. Eu também estou apreensiva.

O que estamos presenciando, em pleno século XXI, é mais uma investida comunista. O comunismo ainda não acabou.

Eu sei que você pode estar achando muito estranha essa afirmação, mas leia até o final que você entender.

Meu objetivo aqui é trazer informação clara e segura.

Os tiranos comunistas querem dominar a Ucrânia e isso não é de hoje. Vou contar em detalhes para você toda essa história.

A Ucrânia vem lutando para ser independente há anos, mas sempre esbarrou em uma pedra em seu caminho: a Rússia.

Em 1917, Lênin não aceitou a independência da Ucrânia. Isso gerou a guerra Soviético-Ucraniana (1917-1922), entre as forças nacionalistas ucranianas e os revolucionários bolcheviques.

Os revolucionários bolcheviques ganharam. Parte da Ucrânia foi incorporada à U.R.S.S.

Mas, infelizmente tenho que dizer que…

A história de sofrimento deste país não terminou aí.

Nos anos de 1932 e 1933 aconteceu o Holodomor, a grande fome, na Ucrânia. Sob o comando do ditador comunista sanguinário Joseph Stalin, houve o confisco dos grãos produzidos pelos ucranianos.

Milhões de pessoas morreram de fome. Uma das hipóteses mais aceitas pelos historiadores é a de que Stalin tenha feito isso para frustrar um movimento de independência da Ucrânia.

Percebe até que ponto de crueldade ele chegou?

Nos anos 80, uma série de medidas políticas e econômicas levaram ao fim da URSS.

A Perestroika (reestruturação), implantada pelo presidente Mikhail Gorbachev, visava a acabar com a centralização econômica.

Com a medida, os países integrantes do bloco passaram a ter mais autonomia econômica e os movimentos de independência das nações incorporadas ganharam força.

Gorbachev chegou a se encontrar com o presidente Reagan na Islândia, em 1986, para tentar selar um acordo sobre armamentos nucleares.

Imagina o que os setores mais fechados do Partido Comunista pensaram disso? Obviamente não gostaram dessa aproximação com o ocidente e dessa abertura da economia.

Eles não tiveram dúvida. Armaram um golpe para tirar Gorbachev do poder.

O golpe falhou, mas Gorbachev acabou renunciando, o que culminou com o fim da União Soviética em 1991.

O fim da União Soviética, ao contrário do que muitos pensam, não significou o fim do comunismo.

Provavelmente, você aprendeu que o comunismo acabou, não é mesmo? Bom, continue lendo porque ainda tem bastante "pano pra manga".

Nesse mesmo ano foi declarada a independência da Ucrânia, mas a Rússia continuou sendo uma ameaça.

Entre os anos de 2010 e 2014, Viktor Yanukovytch, presidente da Ucrânia, estreitou laços com Vladimir Putin.

Ele enganou o povo ucraniano dizendo que iria assinar um acordo para entrar na União Européia, mas, na verdade, estava fechado com Putin.

Em novembro de 2013, em razão da traição de seu presidente, o povo ucraniano foi às ruas e ocupou a Praça Maidan, no centro de Kiev.

Os protestos eram pacíficos, mas o povo foi covardemente reprimido pela Berkut, a tropa de elite da polícia ucraniana. Centenas de manifestantes foram mortos.

Por fim, o presidente Viktor Yanukovytch foi deposto e fugiu para a Rússia, sendo acolhido por Vladimir Putin.

Em resposta aos protestos, a Rússia retaliou a Ucrânia, anexando uma província dela, a Criméia.

Durante os anos de governo Trump, a Ucrânia foi deixada em paz pela Rússia, sua eterna algoz.

E com Biden no poder? Será que ele transparece firmeza e oposição para os russos? É…

Nem precisa responder. Os fatos mostram que não. A Rússia voltou a se sentir confiante para voltar a atormentar a Ucrânia, seu antigo objeto de desejo de expansão imperialista.

Putin claramente quer restabelecer o "império russo", recuperando seus territórios perdidos, às custas de muito sangue, suor e lágrimas das regiões afetadas.

O bloco Globalista Russo-Chinês continua em pleno vigor. É por isso que o Ocidente está levando uma sova.

Quando você compara as prioridades da Rússia e China (guerra, força, poder e expansão) com as do Ocidente (banheiro trans, pobreza menstrual, representatividade feminina), é possível perceber quem está na vantagem…

E nós, cidadãos comuns, diante de tudo isso? O que nós podemos fazer?

Precisamos ter conhecimento fundamentado e seguro para nos posicionarmos, para não sermos mais uma marionete na mão deles.

Em breve...

Semana da Guerra Cultural.

Aguarde.

Abraço,
Ludmila Grilo.


Chegou a hora!

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