|
Caro leitor,
Desde a semana passada, o mundo está sendo sacudido por mais guerra.
Talvez você esteja com medo do que pode acontecer daqui para frente. Não
é mesmo?
Sinceramente, isso não é sem fundamento. Eu também estou apreensiva.
O que estamos presenciando, em pleno século XXI, é mais uma
investida comunista. O comunismo ainda não acabou.
Eu sei que você pode estar achando muito estranha essa afirmação, mas
leia até o final que você entender.
Meu objetivo aqui é trazer informação clara e segura.
Os tiranos comunistas querem dominar a Ucrânia e isso não é de hoje. Vou
contar em detalhes para você toda essa história.
A Ucrânia vem lutando para ser independente há anos, mas sempre esbarrou
em uma pedra em seu caminho: a Rússia.
Em 1917, Lênin não aceitou a independência da Ucrânia. Isso gerou a guerra
Soviético-Ucraniana (1917-1922), entre as forças nacionalistas
ucranianas e os revolucionários bolcheviques.
Os revolucionários bolcheviques ganharam. Parte da Ucrânia foi incorporada
à U.R.S.S.
Mas, infelizmente tenho que dizer que…
A história de sofrimento deste país não terminou aí.
Nos anos de 1932 e 1933 aconteceu o Holodomor, a grande fome, na
Ucrânia. Sob o comando do ditador comunista sanguinário Joseph Stalin,
houve o confisco dos grãos produzidos pelos ucranianos.
Milhões de pessoas morreram de fome. Uma das hipóteses mais
aceitas pelos historiadores é a de que Stalin tenha feito isso para
frustrar um movimento de independência da Ucrânia.
Percebe até que ponto de crueldade ele chegou?
Nos anos 80, uma série de medidas políticas e econômicas levaram ao
fim da URSS.
A Perestroika (reestruturação), implantada pelo presidente Mikhail
Gorbachev, visava a acabar com a centralização econômica.
Com a medida, os países integrantes do bloco passaram a ter mais
autonomia econômica e os movimentos de independência das nações
incorporadas ganharam força.
Gorbachev chegou a se encontrar com o presidente Reagan na Islândia, em
1986, para tentar selar um acordo sobre armamentos nucleares.
Imagina o que os setores mais fechados do Partido Comunista pensaram
disso? Obviamente não gostaram dessa aproximação com o ocidente e dessa
abertura da economia.
Eles não tiveram dúvida. Armaram um golpe para tirar Gorbachev do poder.
O golpe falhou, mas Gorbachev acabou renunciando, o que culminou com o
fim da União Soviética em 1991.
O fim da União Soviética, ao contrário do que muitos pensam, não
significou o fim do comunismo.
Provavelmente, você aprendeu que o comunismo acabou, não é mesmo? Bom,
continue lendo porque ainda tem bastante "pano pra manga".
Nesse mesmo ano foi declarada a independência da Ucrânia, mas a Rússia
continuou sendo uma ameaça.
Entre os anos de 2010 e 2014, Viktor Yanukovytch, presidente da
Ucrânia, estreitou laços com Vladimir Putin.
Ele enganou o povo ucraniano dizendo que iria assinar um acordo para
entrar na União Européia, mas, na verdade, estava fechado com Putin.
Em novembro de 2013, em razão da traição de seu presidente, o povo
ucraniano foi às ruas e ocupou a Praça Maidan, no centro de Kiev.
Os protestos eram pacíficos, mas o povo foi covardemente reprimido
pela Berkut, a tropa de elite da polícia ucraniana. Centenas de
manifestantes foram mortos.
Por fim, o presidente Viktor Yanukovytch foi deposto e fugiu para a
Rússia, sendo acolhido por Vladimir Putin.
Em resposta aos protestos, a Rússia retaliou a Ucrânia, anexando uma
província dela, a Criméia.
Durante os anos de governo Trump, a Ucrânia foi deixada em paz pela
Rússia, sua eterna algoz.
E com Biden no poder? Será que ele transparece firmeza e oposição para os
russos? É…
Nem precisa responder. Os fatos mostram que não. A Rússia voltou a se
sentir confiante para voltar a atormentar a Ucrânia, seu antigo objeto de
desejo de expansão imperialista.
Putin claramente quer restabelecer o "império russo",
recuperando seus territórios perdidos, às custas de muito sangue, suor e
lágrimas das regiões afetadas.
O bloco Globalista Russo-Chinês continua em pleno vigor. É por isso
que o Ocidente está levando uma sova.
Quando você compara as prioridades da Rússia e China (guerra,
força, poder e expansão) com as do Ocidente (banheiro trans,
pobreza menstrual, representatividade feminina), é possível perceber quem
está na vantagem…
E nós, cidadãos comuns, diante de tudo isso? O que nós podemos fazer?
Precisamos ter conhecimento fundamentado e seguro para nos posicionarmos,
para não sermos mais uma marionete na mão deles.
Em breve...
Semana da Guerra Cultural.
Aguarde.
Abraço,
Ludmila Grilo.
|
Sem comentários:
Enviar um comentário