sábado, 5 de março de 2022

SEM MENSURAÇÃO...

                                 


SEM MENSURAÇÃO...

 




 

A esquerda supera-se dia após dia...

Hora após hora...

Alienados de profissão...

Seguem o rato, sentindo o cheiro do toucinho oferecido...

Caíram na panela e deliciam-se com 

Profusão...

Diploma de alienado...

Seguem o cortejo fúnebre segurando o caixão...

São incansáveis... Parecem defuntos aguardando descer ao chão...

Já não sentem o odor que exalam...

Esqueceu-se de fazer o testamento 

Para os que ficarem...

Pensam ser eternos dividindo o que roubaram...

Nada será levado. Tudo retornará 

Ao pó. 

Nem para adubo será lembrado. 

Tudo está escrito. Não será mudado...

Cambaleando  bêbados amontoam-se  amparando o que caiu primeiro...

Ou as pedras do jogo de dominó, um derrubará o outro... Até não restar um em pé. 

São na verdade inimigos. 

Não existe amor... Só interesse...

Não há alicerce. São escoras que sustentam esta falsa união...

O vento forte não suportará...

Quem entrega seu conterrâneo não merece compaixão...

A ganância massacrou qualquer vestígio de amor pelo seu rincão...

 

Adeus, esquerda maldita...

Pichadores de paredes...

Vendilhões dos templos...

Estupradores do país,

Quem mata e abusa de crianças 

Desvia verbas públicas,

Vota no fundão 

Só de joelhos pedindo perdão. 

Chora petezada... 

Seu fim chegou...

 

Dionê Leony Machado 

   

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