SEM MENSURAÇÃO...
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A esquerda supera-se dia após dia... Hora após hora... Alienados de profissão... Seguem o rato, sentindo o cheiro do toucinho oferecido... Caíram na panela e deliciam-se com Profusão... Diploma de alienado... Seguem o cortejo fúnebre segurando o caixão... São incansáveis... Parecem defuntos aguardando descer ao chão... Já não sentem o odor que exalam... Esqueceu-se de fazer o testamento Para os que ficarem... Pensam ser eternos dividindo o que roubaram... Nada será levado. Tudo retornará Ao pó. Nem para adubo será lembrado. Tudo está escrito. Não será mudado... Cambaleando bêbados amontoam-se amparando o que caiu primeiro... Ou as pedras do jogo de dominó, um derrubará o outro... Até não restar um em pé. São na verdade inimigos. Não existe amor... Só interesse... Não há alicerce. São escoras que sustentam esta falsa união... O vento forte não suportará... Quem entrega seu conterrâneo não merece compaixão... A ganância massacrou qualquer vestígio de amor pelo seu rincão...
Adeus, esquerda maldita... Pichadores de paredes... Vendilhões dos templos... Estupradores do país, Quem mata e abusa de crianças Desvia verbas públicas, Vota no fundão Só de joelhos pedindo perdão. Chora petezada... Seu fim chegou...
Dionê Leony Machado |
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