NO PAÍS
DOS CARNAVAIS...
Independente
de sermos brancos, negros, índios ou amarelos.
Não são
os gestos, grunhidos ou a cor da pele. Somos macacos vivendo num país
vocacionados
para viver de repetições, gestos, até obscenos, dependendo da ocasião...
Somos
selvagens, desonestos, trampolineiros, oportunistas,
pisando
no outro, para nossa ascensão.
Decaídos,
precisando de redenção...
Numa
frenética luta por ascensão social, econômica e patrimonial.
Não
familiar... Não patriótica não cristã.
Aliás,
o cristianismo sofre uma guerra interna, e externa.
Interna
por suas igrejas, pastores, congregações estarem vivendo um declínio
existencial. Degradação moral.
Sem
bases bíblicas fundamentadas, incorre no ingresso da política suja, que os
alimenta.
Uma
selva aberta.
Humanos
representados pela zoologia...
Homens
travestidos de animais.
Temos a
capivaras, macacos, gafanhotos,
Sapos, rãs,
ratos em profusão...
E
muitos outros... Uma hierarquia econômica.
Conseguiram reunir um grupo seleto, cheio de
chantagens, golpes, e artimanhas judiciais...
Roubam
de dia e à noite. Multiplicam favores pessoais e familiares.
Amigo
do amigo é favorecido.
Irmão
do padre também.
E o
divorciado dá um golpe para se safar.
A
decadência é familiar. Em todo o país.
E o seu
voto?
É desviado.
Sequestrado. Apagado.
Ganha o
que soube negociar.
É dando
que se recebe.
A dança
das cadeiras, da sexualidade vendida, pode ser no sofá, no carro, no motel...
Ou em qualquer estado, município...
A
independência não nos libertou da opressão interna, dos políticos malandros,
que ganharam com o Covid, com a imensa fila da regulação. Quem é o gestor da
ocasião? Aquele que foi agraciado pelos também, apreciadores.
Podem ser guardados na cueca, na mala, nos
paraísos fiscais, nas mansões, aviões, carros de luxo, relógios, viagens,
vestuário, fazendas, etc...
Até as
Faculdades há uma pluralidade de ações.
Diálogo
mercantilizado por aqueles que usam termos técnicos dos doutores da lei.
Assim
se articulam... Diálogo cheio de alusão aos grandes mestres... São
sofisticados. Embora pareçam corvos.
Tem
comportamento de carcarás.
Somos
piores que os animais...
Por
dinheiro, luxo, mordomias.
Não por
fome, frio, pousada.
Valemos
pelo que temos. Não pelo que somos ou deveríamos ser.
O ser
humano morreu e não sabe...
Gargalha,
dança, grita e paga milhões para shows internacionais.
Cadê o
louvor?
Um povo
clamando pela libertação moral, religiosa da família brasileira...
Não há
freio. Ruiremos.
05.05.2026
Dionê
Leony Machado
Sem comentários:
Enviar um comentário