domingo, 8 de setembro de 2019

DIA DA PÁTRIA BRASILEIRA!





O 7 de setembro, dia da Independência do Brasil, é a mais conhecida e celebrada data nacional. Está associada à proclamação feita, em 1822, pelo príncipe D. Pedro, às margens do riacho do Ipiranga, em São Paulo, acontecimento que teria assinalado o rompimento definitivo dos laços coloniais e políticos com Portugal.



A Pátria


Ama, com fé e orgulho, a terra em que nasceste!
Criança! Não verás nenhum país como este!
Olha que céu! que mar! que rios! que floresta!
A Natureza, aqui, perpetuamente em festa,
É um seio de mãe a transbordar carinhos.
Vê que vida há no chão! vê que vida há nos ninhos,
Que se balançam no ar, entre os ramos inquietos!
Vê que luz, que calor, que multidão de insetos!
Vê que grande extensão de matas, onde impera
Fecunda e luminosa, a eterna primavera!

Boa terra! Jamais negou a quem trabalha
O pão que mata a fome, o teto que agasalha...

Quem com o seu suor a fecunda e umedece,
Vê pago o seu esforço, e é feliz, e enriquece!

Criança! Não verás país nenhum como este:
Imita na grandeza a terra em que nasceste!


In: BILAC, Olavo. Poesias infantis. 18. Ed. Rio de Janeiro: F. Alves, 19.

Amo a minha Pátria!
Sinto alegria, em ver meus irmãos lutando pelo
Soerguimento da nação. Como Neemias, com  uma  mão a espada para defender a reconstrução,
E com a outra mão, levantava os muros da nação de Israel.
Lutaremos Senhor Presidente!
Nenhum país terá direitos maiores que nós brasileiros.
O Brasil, a Amazônia é nossa!

Dionê Machado
Salvador, 07 de Setembro de 2019.



sábado, 7 de setembro de 2019

O HOMEM SEM DEDO



O HOMEM SEM DEDO






Num país  tropical,
Surgiu um homem
Dizendo: sou a solução!
Usava meios ilícitos,
Para servir-se da nação. 
 Os que os seguiam,
Oferecia pão  com mortadela,
Mas, engordava suas riquezas,
Fora ou dentro, nas contas,
Dos laranjas, que o seguiam,
Esperando seu quinhão!
Muitas mortes, muitos desempregos, muitas devastações,
Sem puder sobreviver.
Vendeu a autoestima do povo, desceram esgoto
A baixo, pouco importa.
Já salvei o meu, bobão.
Quando irão  dar um basta

Sua quadrilha sufoca um povo
Dessa grande nação,
Por medo, elegeram.
Cegos da alma...
Pela grande asneira!
Resistam a  novo  ataque,
Do homem sem dedo que
Inquieto, resiste à prisão...


Agosto de 2019
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D. Machado


BRASIL COM Z




BRASIL COM Z!

Do futebol vendido.
Do  sexualidade esculachada.

Do aborto indiscriminado. 
Dos muitos partidos esculhambados. 
Da imprensa marrom.
Da família  sem respeito.
Da escola, ensinando corrupção. 
Dos governos sem moral.
Do retorno dos mesmos, nas futuras eleições. 
Sem moral, sem pudor, gerações  se sucedem filhos de pais  ladrões. 
Sem patriotismo. 
Vergonha apresentam seus filhos
Mostrando o tamanho  da bunda, do corpo sarado, tanquinho, dos seios fartos, do tamanho do órgão masculino.
Pessoas vazias. Sem Deus em suas vidas. Trocam de parceiros como de roupas. Filhos por todos os lados.
Brigas judiciais  pelo dinheiro deixado.
Bacanais. Trocas de casais.
Roubos de crianças. 
Mortes nos hospitais por negligência.
Crianças  roubadas, jogadas no lixo ou mandadas para o exterior. 
Esse não  é  o meu Brasil. 
Um país, dividido, com vergonha das suas etnias.
 Numa luta  interna, para  dividir a nação. 
Somos brancos mesclados, negros, mulatos, índios.
 Engajados, na independência que desejamos, não  é negona?
Seu desbotado, nanico, gorducho. 
Sem deboche, apenas um carinho,
Para quem mora no coração! 
Brasil, país  abençoado, vamos correr juntos, com amor e Deus.
No comando  da nação. 

Agosto de 2019.
Dionê Machado. 


 




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