quarta-feira, 29 de março de 2023

O MAIOR LADRÃO...

 

https://www.youtube.com/live/WO3W1reypxk?feature=share

 
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*"O TRISTE E MERECIDO FIM DO MAIOR LADRÃO DO MUNDO!"*

*Autora: (Natália Ramos Costa)*

*O maior ladrão do mundo está a caminho de uma severa demência.*

*Roubou, matou, mentiu, sempre acreditando na própria mentira.*

*Antes, durante e após a prisão, esteve sempre convencido de que era e é um herói, o único salvador do Brasil, um semi-deus.*

*Saiu da prisão, convicto de que seria ouvido, acatado, respeitado, endeusado.*

*Todavia, em todos os lugares para onde vai, é expulso pelo povo, sob vaias e gritos:*

*"Luladrão, seu lugar é na prisão!!”*

*Vários Estados Brasileiros já declararam:*
*“Aqui, ele não entra”.*

*Nem o mais mal formado espírito, nem a pior e mais gelada consciência humana é capaz de suportar o peso de uma vida tão errada, tão cheia de crimes, de mentiras e de roubos, nunca confessados, nunca admitidos, sempre vigorosamente negados, sempre desmentidos, até a exaustão.*

*Esse conflito interno é dele e irá dilacerá-lo, cada vez mais. E não lhe será aliviado, enquanto persistir nessa mentira deslavada, nesse mantra de que é inocente, nesse ódio venenoso, nessa tresloucada arrogância, nessa ridícula e risível megalomania.*

*Ele não consegue acreditar no que está acontecendo à sua volta. Isso deve parecer-lhe um pesadelo.*

*Então, prefere o caminho do ataque.*

*Ataca, desesperadamente, Jair Messias Bolsonaro, Sérgio Moro, Deltan Dallagnol, para tentar, também, desesperadamente, convencer os seus adeptos de que ele é o bom, o certo, o “deus salvador”.*

*Cada vez mais enfurecido, cada vez mais odioso, cada vez mais repugnante... Ele está tão irado, tão fora de si, tão desequilibrado, que não consegue perceber que, desta forma, afasta esse mesmo povo pelo qual ele quer ser cada vez mais paparicado, pelo qual ele tanto deseja ser endeusado.*

*Vejam o abismo entre a expectativa dele e a realidade que está enfrentando...*

*Pouco a pouco, a ficha do ladrão caindo, ele vai enlouquecendo, porque nunca se preparou para ser desprezado e humilhado.*

*Pelo contrário, tudo o que fez foi inflar, mais e mais, o seu ego do tamanho do mundo e chamar de quadrilha os Juízes e Procuradores da Lava-Jato.*

*A ambição e a ganância desmedidas do maior ladrão do mundo vão levá-lo a um fim trágico! Ele mesmo é quem está buscando isso.*

*Esse verme fez muito mal ao Brasil!*

*Lula vai enlouquecer de vez, abandonado pelos seus companheiros, pelos seus aduladores e até mesmo pelos seus familiares, que têm vergonha da sua sombra.*

*Vai se transformar numa “carniça”, cheia de vermes... e que federá, cada vez mais...*

*Quando ele entender que o povo ACORDOU, que o povo tem consciência de que ele é o ladrão, ele vai parar num hospício. E que os seus seguidores "cegos"... o sigam.*

*Esse será o triste e merecido fim do “MAIOR LADRÃO DO MUNDO”.*

*  PS: Compartilhe o máximo que puder, pois as pessoas precisam saber e compreender,  de uma vez por todas, quem é esse sujeito. Não é possível que continuem sendo enganadas.*

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NOTÍCIAS...+03







 

VÍDEOS...+03


                                             

      Ministro da defesa José Mucio desmuecando em churrasco com um grupo de veados.
      É o fim do mundo. Deus salve nossa nação.      
    

                                           

terça-feira, 28 de março de 2023

COMIDAS BAIANAS 4a.Parte

 

 01 Bolinho de Estudante (Vegana).
 


Ingredientes

500 g de farinha de tapioca
1 xícara de açúcar
1 e 1/2 coco seco, descascado e batido no liquidificador
com 500 ml de água morna
1 xícara de água
Sal a gosto
Óleo vegetal para fritar
Açúcar misturado com canela em pó

Preparo
Misture o coco batido, o sal e o açúcar. Junte a tapioca, mexendo sempre, e deixe descansar por 5 minutos. Pegue porções e enrole com as mãos, formando bolinhos. Frite-os em óleo quente e escorra em papel absorvente. Sirva-os polvilhados com açúcar e canela em pó.


02 Conheça a história e a receita do delicioso Bolinho de Estudante
 

O bolinho de estudante é um doce feito de massa de tapioca, frito com coco, açúcar e canela -
No tabuleiro da baiana não tem só acarajé e abará. E o Cozinha Baiana traz a receita e a história de um quitute doce tradicional desses tabuleiros, o bolinho de estudante. Quem nos conta essa história e essa receita é Rita Santos, baiana de acarajé e presidente da Associação Nacional das Baianas de Acarajé.
O bolinho de estudante é um doce feito de massa de tapioca, frito com coco, açúcar e canela. “Reza a lenda que o bolinho deve ser comido ainda quente, pois a massa é mais saborosa assim. O açúcar misturado à canela forma uma casquinha deixando o bolinho crocante por fora e macio por dentro. É um suspiro a cada mordida!”
Ele é tanto uma sobremesa para depois do almoço, quanto um lanche da tarde acompanhado de um bom café, como sugere a baiana Rita. “Embora seja servido por muitos restaurantes e docerias, mesmo assim, o local mais tradicional [para encontrá-lo] é o tabuleiro da baiana do acarajé. As baianas de acarajé são memórias histórica e afetiva da Bahia”, defende.
O livro Cozinhando História – receitas, histórias e mitos de pratos afrobrasileiros, de Josmara Fregoneze, Marlene de Jesus da Costa e Nancy de Souza (Ebomi Cici), conta que, no século XVIII, as negras quituteiras, escravas de ganho e negras forras percorriam as ruas de Salvador vendendo bolos, sequilhos, doces de frutas secas, bolinho de goma, confeitos, arroz doce, pão de ló, queimados, cocada e diversos outras guloisemas. Segundo as autoras, os doces eram preparados em casa e vendidos na rua em tabuleiros de madeira forrados com folhas de bananeira e toalhas e panos alvos e toalhas de papel rendado. Algumas doceiras tinham pontos fixos e outras andavam pelas ruas com seus tabuleiros na cabeça apregoando suas delícias.
“Mais tarde, no século XX, as baianas de tabuleiro estabeleceram seu pontos às portas dos colégios, onde suas guloseimas faziam sucesso. E um dos doces preferidos era o bolinho de tapioca com coco ralado que eram assados na hora, e os meninos e meninas comiam ainda quentinho. Assim, segundo o livro, este bolinho ficou conhecido como bolinho de estudante”, conta. Rita explica que, posteriormente, o bolinho passou a ser frito no óleo, não mais assado. Mas ainda hoje, no Rio de Janeiro, as baianas vendem o bolinho de estudante assado.
Ingredientes:
2 xícaras de chá de tapioca
½ xícara de chá de açúcar
1 xícara de chá de coco ralado
2 xícaras de chá de leite quente
2 xícaras de chá de leite de coco
1 pitada de sal
Canela em pó a gosto
Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes, exceto a canela, em uma bacia, misture e deixe descansar por 30 minutos;
Depois modele os bolinhos a mão, passe na tapioca seca e frite;
Para finalizar, passe na canela em pó misturada com açúcar.
Os doces típicos da  Bahia são uma delícia! Famosos pelo seu sabor e aroma irresistível, eles acabaram conquistando o coração do Brasil! Essas guloseimas, assim como toda a culinária local tem muitas influências indígenas, europeias e africanas.

Eles trazem um pouco da cultura do estado por meio do paladar. Pensando nisso, preparamos uma lista com 5 doces da Bahia para você degustar na sua viagem para a Costa do Sauípe. Confira!

03 Mungunzá

Conhecido em outras áreas do país como canjica ou canjicão, o Mungunzá é um dos doces típicos da Bahia. De origem africana, seu nome remete às suas origens, que significa milho cozido, no idioma angolano.

Além de ser um doce típico da Bahia saboroso, o mungunzá é de fácil preparo, sendo composto por milho, açúcar, manteiga, leite e canela. Seu sabor levemente adocicado encantou os quatro cantos do país e a sobremesa se tornou um também um dos pratos típicos da Festa Junina.

04. Quindim de iaiá

De origem portuguesa, o quindim de iaiá é uma sobremesa típica da Bahia que conquistou o paladar dos brasileiros. A receita dessa iguaria à base de ovos foi trazida ao Brasil na época colonial e, com o tempo, passou por algumas adaptações até chegar ao doce que temos hoje.

A receita europeia usava amêndoas, em vez de coco, dando à guloseima um sabor mais amendoado e menos doce. Porém, na falta desse ingrediente em terras brasileiras, foi adicionado coco ralado à receita. O resultado foi um dos doces baianos mais apreciados do estado.

 

05. Arroz-doce

O arroz-doce tem sua origem em terras asiáticas, sendo preparado apenas com açúcar e leite. A iguaria chegou ao Brasil com os portugueses e, durante o tempo, assim como o quindim, acabou passando por algumas adaptações. Por aqui, a preferência foi substituir o leite e o açúcar por leite condensado e canela.

Essa deliciosa adaptação transformou a guloseima em um dos doces típicos da Bahia, tornando-se o carro-chefe da Festa Junina nos quatro cantos do país. O arroz-doce é feito com arroz cozido no leite, açúcar, leite condensado e canela.

06. Baba de moça
Outra herança portuguesa é a baba de moça, uma sobremesa simples e deliciosa preparada com gema de ovos, leite de coco e leite condensado. Essa é uma das receitas de doces típicos da Bahia deliciosos e simples de se fazer.

Há muitas controvérsias sobre a origem do nome baba de moça. A principal delas é de que a guloseima não possuía um nome aqui, nas terras brasileiras, e foi apelidada por essa expressão devido à preferência da princesa Isabel pela iguaria, simbolizando o jeito doce e meigo da princesa.
 
07. Cocada
A cocada faz parte dos doces típicos da Bahia. Docinha e crocante acredita-se que ela tenha chegado às terras brasileiras por meio de pessoas escravizadas, que vinham de sua terra natal com a sobremesa. Com o passar dos anos, a cocada conquistou o paladar de portugueses e brasileiros, tornando-se uma sobremesa tradicional baiana.

Hoje, é possível encontrar, além da versão tradicional, feita com leite condensado, açúcar e coco ralado, outras receitas com maracujá, chocolate, morango e muitas outras.

12 comidas típicas da Bahia que você precisa provar
A culinária baiana é conhecida pelo sabor intenso, graças aos ingredientes e temperos. Muitos dos pratos tornaram-se verdadeiros patrimônios nacionais. A baiana de acarajé, por exemplo, é uma referência cultural e gastronômica.
O grande diferencial da comida tradicional da Bahia é a mistura de tradições. A influência dos ingredientes provenientes da Europa e da África, além das características do sertão e litoral faz destes pratos tão especiais.
1Acarajé
Não tem como falar sobre  as comidas típicas da Bahia sem começar pelo famoso acarajé. Não importa qual a cidade que você vai, certamente encontrará muitas bancas nos principais pontos turísticos.
O bolinho é feito com massa de feijão-fradinho, sal, cebola e recheado com vatapá, camarão seco e vinagrete.
Ah, quanto à “temperatura”, quando te perguntarem se quer o acarajé quente ou frio, isso diz respeito ao tempero: quanto mais quente, mais apimentado. Esteja atento, principalmente se não gostar de pimenta.
2 Vatapá
O vatapá é mais um que não pode faltar quando falamos sobre quais são as comidas típicas da Bahia. O creme é feito com leite de coco, pão francês, castanha de caju, amendoim, gengibre, camarão e farinha. Ah, e claro, muito azeite de dendê
Ele pode ser consumido tanto como prato principal quanto acompanhamento ou recheio do acarajé.
3 Moqueca baiana
A moqueca baiana é um dos pratos típicos de origem africana, mais precisamente, angolana.
A diferença entre a moqueca baiana e a capixaba está na presença do azeite de dendê na receita, além do leite de coco. O prato deve ser cozido e servido em panela de barro.
4 Bobó de camarão
O bobó de camarão é um dos mais deliciosos pratos da região e não poderíamos deixá-lo de fora ao falar quais são as comidas típicas da Bahia.
Mais uma receita de matriz africana, o bobó é feito com camarões refogados na mandioca, cebola, pimentão, alho, pimenta e azeite – inclusive, o de dendê, que não pode faltar. Ainda que pareça com a moqueca, é mais denso justamente pela massa da mandioca.
5 Abará
Mais uma das comidas típicas da Bahia, o abará é um bolinho de feijão cozido em banho-maria. A massa é embrulhada na folha de bananeira.
Como acompanhamento, temos a moqueca baiana ou só o recheio de caruru (que vamos conhecer daqui a pouco) ou vatapá. Seja qual for, o resultado é um quitute dos deuses!
6 Caruru
Caruru, em tupi, significa “erva de comer”. Para quem gosta das comidas típicas da Bahia, significa mesmo uma “refeição incrível”.
O prato é um cozido de quiabo acompanhando outras delícias tradicionais do estado, como o abará e acarajé. Ou, ainda, carne, peixe ou camarão.
No preparo do caruru usa-se gengibre, amendoim, castanha de caju, sal e pimenta.
7 Arroz de polvo
Comum no litoral, o arroz de polvo é uma deliciosa comida típica da Bahia feita com arroz, polvo, cebola, alho e alecrim.
É bem parecido com pratos à base de frutos do mar servidos na culinária lusitana.
8 Mugunzá
Você certamente já deve ter provado o mugunzá, mais uma das comidas típicas da Bahia, principalmente no café da manhã. Isso porque, em outros estados, é conhecido como canjica.
O doce é feito de milho, açúcar, leite, canela e manteiga. Nem precisa falar no quanto o mungunzá é consumido nas festas juninas, né?
9 Cocada
Impossível ir à Bahia sem provar, pelo menos, uma cocadinha! Você a encontra nas praias, nas padarias, feiras livres e nos pontos turísticos.
O coco vem direto dos coqueirais e a cocada é quase soberana nas barracas das baianas. Tanto que tem doce de todos os tipos e cores, inclusive, em sorvetes e biscoitos.
10 Caldo de sururu
Vamos voltar para os pratos salgados? O caldo de sururu, um molusco comum nos manguezais, agrada os paladares mais exigentes.
O caldinho é figurinha fácil como entrada, ainda que sua receita seja bem simples: cebola, tomate, coentro, leite de coco e cheiro-verde.
11 Arroz de hauçá
O arroz de hauçá é mais um destaque da culinária baiana com matriz africana, neste caso, da Nigéria.
Ele é um arroz cozido no leite de coco, carne seca e azeite de dendê, era simplesmente a comida favorita de Jorge Amado.
12 Xinxim de galinha
Por fim, mas não menos importante, o xinxim de galinha, a comida local que melhor combina frango e camarão.
O prato serve de acompanhamento para o arroz, vatapá, caruru, feijão fradinho, entre outros.
Qual delas você já provou? Tem uma favorita? E se ainda não conhece nenhum desses pratos, pode ter certeza que, quando for à Bahia, você terá uma experiência gastronômica incrível!


Sarapatel é uma designação comum de diversas iguarias preparadas com vísceras de porco, cabrito ou borrego. Nascido no Alto Alentejo, em Portugal, o sarapatel foi adaptado no Brasil e na culinária indo-portuguesa de Goa, Damão e Diu, outrora pertencentes ao Estado Português da Índia

Ingredientes
•    1 fissura completa (língua, garganta, pulmões, coração, fígado e outras vísceras)
•    5 tomates maduros
•    3 cebolas
•    2 pimentões médios
•    1 pimenta dedo-de-moça
•    1 cabeça alho
•    100 g extrato de tomate
•    1 colher (sopa) sementes de coentro
•    1 colher (café) cominho
•    1 colher (chá) colorau
•    200g de bacon picadinho
•    50 g banha de porco
•    3 folhas louro
•    500 g chouriço
•    sal a gosto
•    pimenta-do-reino a gosto
•    coentro a gosto
•    cebolinha a gosto
•    2 caldo de bacon

Receita de Sarapatel Outra)
Ingredientes
•    1 fissura completa (língua, garganta, pulmões, coração, fígado e outras vísceras)
•    5 tomates maduros
•    3 cebolas
•    2 pimentões médios
•    1 pimenta dedo-de-moça
•    1 cabeça alho
•    100 g extrato de tomate
•    1 colher (sopa) sementes de coentro
•    1 colher (café) cominho
•    1 colher (chá) colorau
•    200g de bacon picadinho
•    50 g banha de porco
•    3 folhas louro
•    500 g chouriço
•    sal a gosto
•    pimenta-do-reino a gosto
•    coentro a gosto
•    cebolinha a gosto
•    2 caldo de bacon
Modo de fazer
1.    Cozinhe os miúdos inteiros em água e sal por 15 minutos.
2.    Isso vai depurá-los e firmá-los para o corte, que deve ser bem miudinho.
3.    Frite o bacon e reserve com o óleo.
4.    Processe no liquidificador 3 tomates, 2 cebolas, 1 pimentão, a pimenta, o alho e os temperos todos, menos o louro, até obter uma pasta leve.
5.    Processe junto o caldo de bacon.
6.    Leve essa mistura com mais 300 ml de agua por 20 minutos.
7.    Retorne à panela e junte a gelatina de bacon, a banha, os miúdos picados e o louro, o bacon e salgue levemente.
8.    Cozinhe por aproximadamente 30 minutos em fogo baixo, se precisar coloque mais um pouco de agua, mas deixe reduzir bem.
9.    E com a panela tampada e então adicione os tomates, a cebola e o pimentão restantes, cortados cuidadosamente em cubinhos.
10.    Junte também o chouriço retirado da tripa e acerte o sal.
11.    Pode servir.
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LOUVOR...

 

 
LOUVOR - Com a minha voz clamo ao Senhor - Igreja Cristã Maranata

 
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Partituras em http://www.louvoricm.org.br/downloads
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