A ARCA E O MUNDO
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1-Em uma civilização decaída, Noé recebeu a incumbência de construir uma arca. No deserto. Não questiona realiza dentro dos critérios exigidos... Alvo de zombarias, sarcasmos... Obedeceu... Levou a mulher, filhos e noras, um casal de cada espécie de animais... Fechou a porta e janelas e começou a chover... O deserto virou um mar. Por muitos dias permaneceram fechados nesta embarcação... A população inteira sucumbiu afogada... Após certo tempo, abriu a janela e soltou um corvo. Ele não retornou... Encontrou podridão, carniça em abundância para comer... Tempos depois, soltou uma pombinha (rola, provavelmente), Ela retornou. Voltou a soltar, a pombinha e ela retornou com uma folha de Oliveira, no bico. A Oliveira tem uma simbologia própria para os judeus... Estava liberada a descida da família do Noé. E este, já em terra firme,prostrou-se e adorou o Senhor... Em linhas gerais foi o acontecido...
2- Fazendo uma analogia com o mundo atual, uma arca já foi construída. A igreja pura e santa para abrigar os "santos". Não disse, perfeitos. Ainda pecadores. Mas, os que vivem um processo de regeneração, sufocados num mundo hostil. De qualquer raça, sexo, rico ou pobre, jovem ou idosa, letrado ou ignorante. Mas com a convicção de que estão atendendo a ordem daquele que nos criou... Deu-nos vida. Soprou o fôlego da eternidade nos nossos corações. A certeza da salvação em Jesus, o que foi crucificado e ressuscitou... Retornando ao Deus que o enviou...
3- Guerras virão. Muitas. Ninguém é amigo de ninguém. O mundo jaz no maligno. O antiCristo se manifestará de maneira ostensiva e violenta. Onde está? Já está entre nós... A corrupção, destruição de igrejas, proibição de pregar a Bíblia, abortos, Ideologia de gênero, suicídios, família desestruturadas, infanticídios, pedofilia, legalização de cassinos Ninguém pensa no próximo. Advoga por si e dos seus interesses... O amor não existe... Jogo de interesses... Estamos sendo levados pelos ventos da ganância, luxúria, apropriação dos bens alheios... Ou da pátria alheia... Sangue, dor, lágrimas, infortúnios... O vento leste ruge... E embriagado... Caiam as fronteiras, sucumbam povos... A trombeta
Dançam e cantam... Casam e descasam... Aumentam limites territoriais... Na euforia de ser o mais forte, enterram seus filhos nas guerras desproporcionais...
4- Cansei de tantos ais... Aguardo o pai que salvou... Maranata...
Dionê Leony Machado |
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