quinta-feira, 28 de maio de 2026

A SUJEIRA LEGALIZADA

 

A SUJEIRA LEGALIZADA




 

 Perdemos a vassoura, o escovão, o pano do chão.

Também os produtos que usávamos, pois ajudavam no asseio da casa, do ambiente, independente da ocasião.

Até o IPÊ, tão versátil, caiu na malha fina, por ajudar o Capitão.

Hoje, precisamos de produtos muito mais fortes e eficientes.

Pois a multiplicação infestou o país...

Cresceram os ratos, ratazanas férteis parem sem cessar.

De todas as raças, de todos os níveis, a crescente multiplicação invadiu o país.

La Cucarachas já conhecido, apelidado pela displicência nas tomadas de atitudes vitais.

Embora queiram parecer independentes, não dispensam as necessidades do Tio Sam.

Com extremados elogios, é o primeiro mundo.

Com todos os enganos, erros, falhas, e jogadas políticas.

O Brasil está atrelado.

O governo brasileiro já há alguns anos, tenta impor uma situação de esquerdismo aliando-se a uns países da esquerda...

Não é a solução para um povo tão vibrante e despojado de valores étnicos. Vacila. Negocia esquecendo-se da vivência trágica da escravidão negra. De todas as lutas sociais.

Do período militar, necessário talvez com excessos.

Não podemos negligenciar o real valor religioso do povo.

Com todas as suas nuances.

Também o Estado. É o nosso lar.

E a família como sustentáculo do grupo social.

Dividir nosso patrimônio é inegociável.

Precisamos ter honra. Insatisfeitos, saiam do nosso torrão social, econômico, patrimonial.

Não queremos negociar com países  que sufocam...

Queremos uma democracia limpa... Sem permitir estrangeiros com outra visão política.

 

O que Deus nos deu temos o dever, de preservar.

La Cucarachas já foi alvo das músicas e agressões de outros países.

A cantora retornou americanizada. Não era brasileira, mas honrou o país.

O Brasil foge das suas raízes. Um povo que precisa fincar suas bases, multirraciais, muito alegre, mas  sem um objetivo importante. A firmeza de caráter. 

O país do amanhã... Poderá acabar agora. Negociações fraudulentas.

Sem Deus, sem Estado, sem Família. A base vacila.

E está caindo. Não há estrutura espiritual.

Aqui e agora. Imoralidade.

Ninguém levará o que desfraldou.

Deixou-se sujar...

Quem irá limpar?

Há sangue, suor dos fragilizados, escorraçados, lesados.

O país não é seu. Nem meu. É nosso lar.

Não podemos ou devemos negociar um patrimônio de todos.

Iremos prestar contas.

Hoje ou amanhã. A eternidade é real.

Não há retorno para corrigir os ataques ao patrimônio público, social,moral.


Não divida o que não é seu.

27.05.2026

Dionê Leony Machado 

 

 

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