terça-feira, 2 de janeiro de 2024

REFLEXÃO...01

 

 

RELACIONAMENTOS

 

Nessa nova série vamos refletir  sobre os relacionamentos, e minha oração é que Deus nos ajude nessa jornada.

 

Os relacionamentos são um dos grandes presentes que recebemos de Deus, e também um dos maiores  desafios que temos em nossas mãos.

 

Nessa palavra inicial, há três verdades que eu gostaria de destacar. A primeira é que fomos criados para nos relacionarmos.

 

Lemos em Gênesis que Deus criou a humanidade para o relacionando com Ele e uns com os outros. Não fomos criados para uma vida isolada, distante dos demais. E esse relacionamento, antes da queda, era pleno, íntegro e amoroso (Gn 1:27-31).

 

A segunda verdade é que o pecado quebrou os nossos relacionamentos.  O pecado nos distanciou de Deus e também nos distanciou uns dos outros. O orgulho, inveja, ciúme, desconfiança e deslealdade passaram a fazer parte da maneira como nos relacionamos nesse mundo (Gl 5:19-21).

 

A terceira verdade é que Deus deseja que tenhamos relacionamentos saudáveis e amadurecidos, redimidos em Cristo Jesus. Em Cristo, o nosso relacionamento com o Pai, quebrado pelo pecado, é restaurado. Assim, passamos a aprender o que é amor, cuidado, fidelidade e mansidão. O relacionando com o próximo também é restaurado e entramos na escola do amor, ministrada por Aquele que é Amor (Cl 1:21-22).

 

Enquanto nessa terra, estamos na jornada da santificação e precisamos aprender algo novo (ou relembrar o que já aprendemos) a cada dia.

 

Portanto, eu o convido a caminhar comigo nessa série devocional sobre os relacionamentos. Vamos refletir sobre nossa natureza relacional criada pelo próprio Deus. Vamos falar sobre as armadilhas relacionais e como vence-las. Iremos pensar sobre o relacionamento entre pais e filhos, esposo e esposa, irmãos na fé, amigos queridos e aqueles que nos perseguem e ofendem.

 

E vamos orar para que o Senhor nos fortaleça e anime. Assim, eu o convido a iniciar essa jornada com uma oração hoje: que o Senhor nos ajude a aprender um pouco mais sobre a importância e valor dos relacionamentos, livrando-nos das armadilhas do inimigo e do nosso próprio coração, e nos fortalecendo para amar o Pai e amar os outros, com sinceridade e fé, em nome de Jesus.

 

#ronaldolidório #devocional #relacionamentos #igreja #palavradedeus

segunda-feira, 1 de janeiro de 2024

QUESTIONAMENTOS 10a.Parte

 


 

Natal, Tamuz e Mitra – Como tudo começou | JP Padilha

 

Para entender a relação entre o Natal, sinal da cruz, o famoso "santíssimo sacrário" em forma de sol e sua relação com Tamuz e Mitra, é de suma importância que façamos uma viagem no tempo e na história das religiões e costumes que deram início a essas práticas. Esses costumes são seguidos fielmente por ditos cristãos em todo o sistema religioso denominacional e também fora das denominações. Se na Bíblia não encontramos tais práticas como sendo ensinamentos de Cristo, de onde, então, elas surgiram?

 

O Natal possui uma variedade de origens. Porém, antes mesmo que a “Igreja de Roma” viesse a introduzir esta festa pagã na cristandade, a Bíblia já nos mostrava o precursor de toda essa mitologia, e seu nome era Ninrode. Muito antes do sistema romano criar o Natal, este personagem bíblico já havia dado início ao que hoje é celebrado como “nascimento do menino Jesus”. Na Bíblia vemos uma breve descrição relativa a Ninrode e ao significado do seu nome: “Rebelde”.

 

Ninrode foi um rei reprovado por Deus por causa de sua maldade, rebeldia e soberba. Tratava-se de um rei “caçador e matador”, em contraste com a idéia de um “rei-pastor”. Um caçador se deleita em satisfazer sua própria vontade às custas de suas vítimas. Mas um pastor preocupa-se em proteger seus animais e cuidar deles. A declaração de que Ninrode foi “poderoso caçador diante do Senhor” (Gn 10.9) tem um sentido pejorativo. Para Deus, coisa alguma era e continua sendo a glorificação da “força bruta” por parte dos homens; e nada é mais comum, por parte da humanidade, do que dar pouca importância ao sofrimento humano. Ninrode acreditava ser mais poderoso do que Deus, e, no dia em que ele disse ser o dono do Sol, a paciência de Deus para com Ninrode se esgotou – O SENHOR ordenou a sua morte.

 

Ninrode não tinha escrúpulos, e uma das provas disso é que ele tomou sua mãe como mulher (esposa). Após sua morte, sua mãe Semíramis*, que acreditava ser mãe de um deus, se impôs como deusa. Semíramis (ou Samiramez) se deitou com vários homens (se prostituiu) até se engravidar de seu segundo filho, Tamuz. É aqui que o “Menino Jesus” nasce na história.

 

Nota*:

Segundo a mitologia, Semíramis foi uma rainha que, de acordo com as lendas gregas e persas, reinou sobre Pérsia, Assíria, Armênia, Arábia, Egito e sobre toda a Ásia por mais de 42 anos. Ela foi a fundadora da Babilônia e de seus jardins suspensos. Finalmente, subiu ao céu transformada em pomba após entregar a coroa ao seu filho Tamuz.

 

Mas, será que temos algum registro bíblico sobre Tamuz, o filho de Semíramis? Sim, nós temos. No livro de Ezequiel, Deus abomina Tamuz e Mitra, e todos os que os adoram:

 

"Então me disse: Viste, filho do homem, o que os anciãos da casa de Israel fazem nas trevas, cada um nas suas câmaras pintadas de imagens? Pois dizem: O Senhor não nos vê; o Senhor abandonou a terra. E disse-me: Ainda tornarás a ver maiores abominações, que estes fazem. E levou-me à entrada da porta da casa do Senhor, que está do lado norte, e eis que estavam ali mulheres assentadas chorando a Tamuz. E disse-me: Vês isto, filho do homem? Ainda tornarás a ver abominações maiores do que estas. E levou-me para o átrio interior da casa do Senhor, e eis que estavam à entrada do templo do Senhor, entre o pórtico e o altar, cerca de vinte e cinco homens, de costas para o templo do Senhor, e com os rostos para o oriente; e eles, virados para o oriente adoravam o sol. Então me disse: Vês isto, filho do homem? Há porventura coisa mais leviana para a casa de Judá, do que tais abominações, que fazem aqui? Havendo enchido a terra de violência, tornam a irritar-me; e ei-los a chegar o ramo ao seu nariz. Por isso também eu os tratarei com furor; o meu olho não poupará, nem terei piedade; ainda que me gritem aos ouvidos com grande voz, contudo não os ouvirei” (Ezequiel 8.12-18).

 

1. Quem é Tamuz?

2. Quem é o Sol adorado pelos judeus no texto?

3. Por que Deus se irou contra os que adoravam esses deuses?

 

Para compreender esta passagem da Bíblia, é necessário que verifiquemos a história da mitologia grega e romana a fim de entender melhor a origem desses deuses e como eles influenciam a cristandade até hoje, usando o nome de Deus e da Igreja Cristã para enganar e fraudar o Evangelho de Cristo com evocações a tais deuses.

 

A DEVOÇÃO AO "MENINO JESUS" (TAMUZ)

 

O bíblico Tamuz era um deus dos sumérios conhecido como Dumuzi e pelos egípcios como Osíris. Tamuz tinha como “companheira” Asterote, a “rainha do céu” (isso te lembra algo?) – Ishtar para os acádios, Ísis para os egípcios e “Inanna” para os sumérios. O relacionamento entre Osíris e Ísis correspondem notavelmente ao relacionamento e às características dos “babilônios” Tamuz e Ishtar. Assim, é consenso entre os peritos que eles são os mesmos. O eterno apaixonado da deusa “Inanna”, ou seja, Tamuz, trata-se de um humano que acabou por se tornar um deus assim que morreu, estando associado à vegetação e à agricultura, "porquanto é um deus que morreu jovem, e ressuscitou no ano seguinte (e assim se sucede também à vegetação, que todos os anos renasce)". Neste contexto podemos compreender a origem do aclamado "MENINO JESUS", feito de gesso, com os braços estendidos e as mãos posicionadas de forma a fazer o sinal da cruz. Este é Tamuz, adorado e venerado pelos católicos romanos desde que Constantino entrou no comando de Roma. Esse deus foi muito cultuado, mais tarde, em “Babilônia”, sob o mesmo nome, Tamuz, como se vê em Ezequiel 8.14. É quase certeza que sua lenda esteja por de trás de outros cultos antigos, como o de “Baal” nas terras de Canaã e o de Adónis na Grécia Clássica.

 

O SINAL DA CRUZ

 

O sinal da cruz é um movimento ritualístico executado com as mãos pela maioria das pessoas inseridas nos mais variados ramos do “Cristianismo”. Este sinal é realizado desenhando-se no ar uma cruz sobre si mesmo, sobre outras pessoas ou sobre “objetos”. Todavia, a sua origem se dá numa épica e complexa conspiração religiosa para contaminar a Igreja Cristã.

 

O deus Tamuz era representado pela primeira letra de seu nome, que é o antigo Tau, uma cruz. Ou seja, o "sinal da cruz" era o símbolo religioso de Tamuz. O Expository Dictionary of New Testament Words (Dicionário Expositivo de Palavras do Novo Testamento) é específico, afirmando que a cruz “teve sua origem na antiga Caldéia, e era usada como o símbolo do deus Tamuz (tendo o formato da mística Tau, a letra inicial do nome dele)”.

 

Você certamente já deve ter visto muitos católicos romanos com este "T" pendurado no pescoço. Os clérigos e padres da dita “Igreja Católica” usam muito esse “T” preso a uma corrente ou corda em seus pescoços.

 

É significativo o seguinte comentário no livro "The Cross in Ritual, Architecture, and Art" (A Cruz no Ritual, na Arquitetura e na Arte): “É estranho, porém, inquestionavelmente um fato, que em eras muito anteriores ao nascimento de Cristo, e desde então em terras não tocadas pelo ensino da Igreja, a Cruz tenha sido usada como símbolo sagrado. O grego Baco, o tírio Tamuz, o caldeu Bel e o nórdico Odin, para seus devotos eram simbolizados por uma figura cruciforme".

 

O NATAL É UMA CELEBRAÇÃO AO DEUS SOL MITRA

 

Mitra é o deus pagão do Sol na mitologia persa. No início deste artigo nós falamos sobre ele a partir de Ezequiel 8, quando Deus falou a respeito da abominação da adoração a Tamuz e ao Sol. Essa divindade é adorada pelos pagãos desde a fundação do Catolicismo Romano pelo imperador Constantino (306 d.C).

 

O símbolo solar se encontra nos quatro cantos do vaticano, especialmente onde se guarda a chamada "Hóstia". Vemos ali o sol feito com materiais dourados, dando alusão à Mitra. Ao longo dos séculos, foi incorporada a vasta e sincretista Mitologia hindu; e posteriormente a Mitologia romana. Na Índia e Pérsia representava a luz; significando literalmente em persa Divindade solar.

 

As várias misturas ritualistas resultantes dessa divindade são assombrosas. Após a vitória de Alexandre, o Grande, sobre os persas, o culto a Mitra se propagou por todo o Mundo Helenístico. Nos séculos III e IV da era cristã, as religiões romanas, identificando-se com o caráter viril e luminoso do deus Mitra, transformaram o culto a Mitra no Mitraísmo. Segundo Heródoto, Mitra era a deusa Afrodite Urânia, trazida pelos assírios com o nome Mylitta e pelos árabes com o nome Alitta.

 

Finalmente, o culto de Mitra chegou à Europa através desses povos, ganhando na Grécia antiga uma efêmera analogia à deusa Hemera; pouco antes do nascimento de Alexandre Magno. Com a adoção da religião grega pelos romanos em 146 a.C, Mitra foi literalmente adotado como equivalente à Hemera, onde se manteve até o século III.

 

Em Roma, foi culto de alguns imperadores, ao lado do "Sol Invictus"; ambos eram os Protetores do Império (como o é até hoje, porém, com nomes alterados intencionalmente, fazendo uma analogia ao verdadeiro Deus, o Deus de Israel e dos cristãos). Algumas peculiaridades do Mitraísmo foram agregadas a outras religiões, principalmente ao Cristianismo.

 

Desde a antiguidade, o nascimento de Mitra era celebrado em 25 DE DEZEMBRO. Os cristãos nominais acreditam estar festejando o aniversário de Cristo, quando, na prática, estão celebrando o nascimento de Mitra. Todavia, o Mitraísmo entrou em decadência a partir da adoção do Cristianismo como “religião oficial” do Império Romano. Segundo a tradição romana, o Mitraísmo entrou em decadência frente ao Cristianismo por não ser tão inclusivo quanto a religião cristã. Mas tudo isso não passava de interesses políticos e não de uma atração devota ao evangelho de Cristo. Na prática, o culto a Mitra continuou como antes, usando, porém, os nomes relacionados a Deus.

 

O culto a Mitra era permitido apenas aos homens, e, ainda assim, aos homens iniciados em um ritual que acontecia somente em algumas épocas do ano. O ritual de iniciação na religião mitraica consistia em levar o neófito (iniciante no Cristianismo) até o altar de Mitra, amarrado e vendado, onde o sacerdote oferecia a ele a “Coroa do Mundo”, colocando-a sobre sua cabeça. A pessoa que estava sendo introduzida no falso Cristianismo deveria recusar a coroa e responder: "Mitra é minha única coroa".

 

Como se pode notar, o culto a Mitra passou por diversas transformações, difundindo-se gradualmente até alcançar um lugar proeminente na Pérsia e representar o principal oponente do Cristianismo no mundo Romano, nas primeiras etapas de sua expansão. Entretanto, com a adoção do Cristianismo como “religião oficial” do Império Romano, o Mitraísmo foi embutido no Cristianismo de forma subliminar. Por de trás dessa farsa, os cristãos recebiam riquezas e terras em troca da aceitação por parte do sagaz imperador romano, sendo Mitra o “Messias Romano”, uma alusão a Jesus Cristo.

 

CONCLUSÃO

 

Se você não sabia do que se tratava os nomes Tamuz e Sol (Mitra) em Ezequiel 8.12-18, agora você sabe. Sempre que o dia 25 de dezembro chegar, você se lembrará desses fatos e da Palavra do Senhor ao amaldiçoar a todos os que adoram a esses deuses, consciente ou inconscientemente.

 

"O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento; porque tu rejeitaste o conhecimento, também EU te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; e, visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos" (Oséias 4.6).

 

Acesse o blog do meu livro "O Evangelho sem Disfarces" clicando aqui:

https://jppadilhabiblia2.blogspot.com/2019/08/sumario-o-evangelho-sem-disfarces.html

NOSSO IRMÃO ...

 


ZÉ CARLOS,

 

Acredito que todos sabem o que significa a perda de um ente muito querido, dói na alma – disse nossa amiga Lenna Eleres neste FACE – e o fez com propriedade, diante da perda do seu marido, Carlos Henrique.

 

José Carlos era meu irmão mais novo, nascido no dia 30 de dezembro 1946. Festejávamos seu aniversário sempre junto às comemorações de fim de ano. Quer dizer, festejos por sua vinda jamais faltaram, mas, também, nunca tiveram destinação única e própria.

 

Homem hábil, silencioso, observava para tirar conclusões definitivas. Meu cúmplice e, quando menino, meu “comandado”. Lógico, sou - ou era - 1 ano e oito meses mais velho do que ele.. Seu falecimento se deu no dia 30/10/2011. Ainda assim, após tantos anos, a saudade hoje está batendo forte

 

Zé Carlos, às vezes, surpreendia, fazendo-nos ver aspectos de sua personalidade dócil, fraterna, que se espraiava alcançando a tantos – e a todos - que dele se fizessem próximos.

 

Há alguns dias, Daniel - seu filho, sem esquecer Sandra e Fátima, suas filhas e Eurides, sua esposa - entre as coisas do seu pai, encontrou uma pequeno brado de sua alma pura, singela, gigante, madura, tímida, silenciosa, que publico.

 

A Zé Carlos, pois, a homenagem, que, enfim, sem lhe fazer justiça, consigo expressar. Fala da saudade que todos dele sentimos, em particular, eu, seu admirador. Mostra, um relance de Zé, o homem humanamente elevado, o “musicista” autodidata, companheiro também na capoeira de Mestre BIMBA, quando jovem, criador e expert de pássaros.

 

Tanto a dizer, porém não consigo nada expressaria meu sentimento. Ele diria, “Na pequenez das coisas a imensidão da verdade”. Que assim seja. Deus ilumine meu amado irmão.

 

31/12/2023

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