ZÉ
CARLOS,
Acredito
que todos sabem o que significa a perda de um ente muito querido, dói na alma –
disse nossa amiga Lenna Eleres neste FACE – e o fez com propriedade, diante da
perda do seu marido, Carlos Henrique.
José
Carlos era meu irmão mais novo, nascido no dia 30 de dezembro 1946.
Festejávamos seu aniversário sempre junto às comemorações de fim de ano. Quer
dizer, festejos por sua vinda jamais faltaram, mas, também, nunca tiveram
destinação única e própria.
Homem
hábil, silencioso, observava para tirar conclusões definitivas. Meu cúmplice e,
quando menino, meu “comandado”. Lógico, sou - ou era - 1 ano e oito meses mais
velho do que ele.. Seu falecimento se deu no dia 30/10/2011. Ainda assim, após
tantos anos, a saudade hoje está batendo forte
Zé
Carlos, às vezes, surpreendia, fazendo-nos ver aspectos de sua personalidade
dócil, fraterna, que se espraiava alcançando a tantos – e a todos - que dele se
fizessem próximos.
Há
alguns dias, Daniel - seu filho, sem esquecer Sandra e Fátima, suas filhas e
Eurides, sua esposa - entre as coisas do seu pai, encontrou uma pequeno brado
de sua alma pura, singela, gigante, madura, tímida, silenciosa, que publico.
A Zé
Carlos, pois, a homenagem, que, enfim, sem lhe fazer justiça, consigo
expressar. Fala da saudade que todos dele sentimos, em particular, eu, seu
admirador. Mostra, um relance de Zé, o homem humanamente elevado, o “musicista”
autodidata, companheiro também na capoeira de Mestre BIMBA, quando jovem,
criador e expert de pássaros.
Tanto a
dizer, porém não consigo nada expressaria meu sentimento. Ele diria, “Na
pequenez das coisas a imensidão da verdade”. Que assim seja. Deus ilumine meu
amado irmão.
31/12/2023

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