https://youtu.be/5l1Pt-g6yqQ
//Pr.Paulo Jr.// O Crente e o Mundão //
https://youtu.be/VhmojkCsTdM
Pr.Paulo Jr. //
Dores nos Santificam //
https://youtu.be/OIVR5jzGl0A
//Pr..Paulo Jr.
// A Marca da Besta //
https://youtu.be/5l1Pt-g6yqQ
//Pr.Paulo Jr.// O Crente e o Mundão //
https://youtu.be/VhmojkCsTdM
Pr.Paulo Jr. //
Dores nos Santificam //
https://youtu.be/OIVR5jzGl0A
//Pr..Paulo Jr.
// A Marca da Besta //
Maduro no
Brasil e a máquina de desinformação virtual
Paulo Henrique Araujo
Ontem
postei o seguinte texto em meu perfil do twitter: O ditador comunista e
figura central do Foro de São Paulo, Nicolás Maduro acaba de chegar ao Brasil. Quer
entender um governo do PT? Olhe para a geopolítica e suas relações:
·
Cuba
·
Venezuela
·
Nicarágua
·
Irã
·
Rússia
·
China
A
chave para compreender qual o caminho está sendo traçado para o Brasil, passa
diretamente por estas associações diplomáticas.
O PHVox depende dos assinantes, ouça o áudio
abaixo. Conheça os benefícios, Assine!
Chamou-me
a atenção que o tema rapidamente precisou ser abafado pela máquina de
propaganda através de fazendas de trolls (Uma fazenda de trolls é um grupo
institucionalizado de trolls da internet que busca interferir nas opiniões
políticas e na tomada de decisões).
A
metralhadora de postagens possui alguns métodos claros de se perceber, mas com
argumentos que beiram o ridículo, vou elencar alguns abaixo:
·
Tentativa de desqualificar quem fala
usando a profissão ou algo que esteja na bio do perfil.
·
Ameaça direta e/ou indireta
·
Maduro não é nem socialista
·
A Venezuela é capitalista e falida e
a culpa é dos EUA
·
A Venezuela não é comunista, vá
estudar
·
Lula fala para o mundo
·
O Brasil só esteve perto do comunismo
quando enfrentou a URSS na Copa
·
Tentam de toda forma lhe associar a
algum político de oposição
Percebam
que este processo tem alguns objetivos:
·
Intimidar e impedir que a informação
seja dita.
·
Para aqueles que não compreendem o
assunto, desqualificar o interlocutor.
·
Prender o autor da mensagem em um
vórtex onde ele ficará respondendo e rebatendo um monte de trolls, enxugando
gelo literalmente.
Não
é a primeira vez que meu perfil particularmente passa por este processo. Nos
primeiros meses da invasão Russa da Ucrânia acontecendo o mesmo, o que ajuda a
identificar rapidamente o padrão.
Fiquem
atentos, este método é utilizado por quase todos os regimes ditatoriais. A
Nicarágua usa, Venezuela usa e paga US$10 por mês para cada troll, a China
utiliza em escala industrial. A Rússia até pouco tempo estava utilizando os
serviços da maior fazendo de Trolls do mundo, que pertence ao Wagner Group de
Yevgeny Prigozhin, sendo o seu QG em São Petesburgo.
A
realidade na internet pode e é facilmente manipulável, inclusive a sensação de
isolamento que é provocada em muitos através de táticas como esta. É importante
que estejamos atentos à realidade e falar com as pessoas que estão genuinamente
interessadas em ouvir e até mesmo argumentar, independente de concordar ou não
contigo.
Analista
político, palestrante e escritor; é o fundador, editor e diretor do portal
PHVox e também apresenta os programas ao vivo em nosso canal do YouTube. Paulo
Henrique Araujo também é lembrado por ser uma voz ativa no movimento histórico
monarquista brasileiro. É um estudioso da história brasileira, principalmente
referente ao período colonial e monárquico, e a geopolítica latino-americana. É
também autor dos livros Os EUA e o
Partido das Sombras, As
Bases Revolucionárias da Política Moderna e O mínimo sobre o
Foro de São Paulo
A
palavra "cultivo" teve origem na atividade agrícola. A semente é
plantada e tempos depois surgem tenros brotos; contudo, eles não conseguem
florescer se não forem cultivados. O cultivo é um trabalho gratificante, pois
resulta em uma colheita abundante quando Deus a multiplica. Mas é trabalho
duro. Ninguém acorda de manhã e tem a agradável surpresa de descobrir que, sem
esforço de sua parte, apareceu em seus campos uma safra de milho pronta para
ser colhida.
Da
mesma forma, cultivar a amizade no casamento é um trabalho duro, porém muito
gratificante.
Muitas
pessoas em nossa cultura acham que o amor é um relacionamento em que se entra e
sai com facilidade. Isso pode valer para emoções passageiras, mas a amizade
verdadeira se baseia no cultivo: é preciso arrancar do solo do coração as
atitudes ruins, plantar a cada dia sementes de amor um pelo outro, limpar as
ervas daninhas e combater as pragas que ameaçam sufocar o relacionamento, regar
as plantas com oração diária para que fiquem tenras e, em seguida, dedicar
tempo para colher amor e prazer na companhia um do outro.
Devemos
resistir à preguiça e à ingratidão que muitas vezes surgem no casamento. Antes
de se casarem, vocês não investiam muito um no outro? Mal conseguiam esperar
para estar juntos e encontravam tempo um para o outro. Trocavam mensagens e
conversavam frequentemente ao telefone. Faziam elogios um ao outro, compravam
presentes, davam abraços e compartilhavam as alegrias e provações diárias.
Se
pararem de fazer essas coisas depois de se casar, o que vai acontecer com a sua
amizade? A planta viçosa da amizade irá definhar e morrer. Nenhuma amizade
permanece, aprofunda-se e cresce automaticamente.
O que
acontece com frequência é que os cônjuges começam a dar pouco valor um ao
outro. Eles se veem divididos entre as pressões do trabalho e as muitas
responsabilidades de manter uma casa e sustentar os filhos. Em vez de se
tornarem mais interdependentes, marido e mulher tornam-se cada vez eles mais
independentes um do outro.
Antes
que percebam, eles acordarão seis anos depois de casarem e dirão: “Quem é essa
pessoa deitada ao meu lado na cama?". O compromisso pode ainda estar lá.
Pode ser que você ainda diga com sinceridade: "Eu te amo". Na
verdade, as pessoas podem continuar a viver assim por muitos anos. Mas o que
aconteceu com a amizade que tinham no casamento?
Em
Cântico dos Cânticos 5.16, a amada diz de seu amado: "Assim é o meu amado,
assim é o meu amigo". Em certo sentido esse versículo revela o belo amor
entre Cristo e sua noiva, a igreja. Mas em outro, ele mostra como nossos
casamentos devem espelhar o vínculo de Cristo com sua igreja. Que bênção poder
ser capaz de dizer de seu esposo: "Assim é o meu amado, assim é o meu
amigo".
INVISTA
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"Minha vida foi
roubada": O forte desabafo de uma patriota presa...
30/05/2023 às 06:
Foto: Agência Brasil
Fiquei 52
dias presa em Brasília por manifestar o meu patriotismo. Agora estou com
tornozeleira. Meu nome é Thereza Helena Oliveira Souza Sena e moro na Suíça, em
Zurique, há 10 anos, onde sou capelã e pastora da igreja evangélica Nova
Aliança. Tenho um filho de 17 anos e marido que não vejo desde o ano passado.
Eles ficaram na Suíça e eu não posso voltar para lá até que o Superior Tribunal
Federal autorize.
Tenho 51 anos e há 25 moro no exterior. Antes de ir para Suíça, morei em Portugal. Desde o dia 9 de janeiro sinto que a minha vida foi roubada: primeiro fomos levados para o Ginásio de Esportes, depois para o Presídio Colmeia. Desde que sai em liberdade provisória, concedida pelo ministro Alexandre de Moraes, estou em minha cidade natal, na casa de uma amiga, com tornozeleira eletrônica.
Não saio de
casa depois das 18 horas e fico 24 horas dentro de casa nos finais de semana e
feriados. Nem ao menos estive na Praça dos Três Poderes. Fiquei no QG de
Brasília o tempo todo no dia 8 de janeiro, porque tenho esclerose múltipla,
fibromialgia e utilizo equipamento para respirar.
Eu estou no
Brasil para resolver alguns assuntos da minha filha, que se arrastaram ao longo
do segundo trimestre de 2022. Na minha estada, vi um vídeo com um senhor daqui
da minha cidade natal, Teófilo Otoni, MG. Ele estava na chuva, aos prantos,
pedindo para o Brasil não se tornar comunista. Ver aquele senhorzinho me tocou
tanto que comecei a ir para o acampamento da minha cidade. Passei quase dois
meses indo ao TG e recebi convite para ir a Brasília, para uma manifestação no
dia 9 de janeiro, uma segunda-feira. Me diziam que precisavam de uma pastora,
alguém da parte espiritual e eu fui. O acampamento de Teófilo estava acabando e
eu tinha um desejo particular de conhecer a Igreja das Nações, que fica em
nossa capital federal. Pensei em aproveitar o movimento que só aconteceria na
segunda-feira e, sendo possível, iria ainda no domingo visitar a igreja.
TUDO
ACONTECEU MUITO RÁPIDO E SEM SENTIDO
Nós chegamos
de ônibus em Brasília no sábado à noite, dia 7 de janeiro, quando a armadilha
já estava sendo montada e nós não percebemos. Nós caímos feito patinhos. No
sábado, não fomos para a porta do quartel com ônibus, pois a orientação era
para ficarmos na Granja do Torto e só na manhã de domingo ir para o QG. Nos
disseram que teria uma reunião na madrugada, quando seria definido como seria a
marcha para a Praça dos Três Poderes e, só depois, iriam nos explicar como
seria.
Ficamos meio
incomodados com isso, até porque no nosso meio existiam militares da reserva, e
um deles inclusive atuou no passado na guarda nacional de Lula. Ou seja, tinha
uma visão de estratégia e ele falou que aquilo não estava cheirando bem. De
qualquer forma, estávamos em Brasília e, de sábado para domingo, dormimos no
ônibus.
No domingo
de manhã, fomos ao QG e lá procuramos uma tenda e ficamos dentro de uma do
estado do Pará. Devia ser em torno das 10 horas da manhã quando conseguimos nos
ajeitar e já tinha um bom movimento de pessoas, com cozinheira providenciando
alimentação, gente conhecida. Não demorou muito e o nosso motorista nos ligou
comunicando que a Polícia Federal prendera todos os ônibus. Nos disse para
darmos um jeito de buscar as coisas que estavam dentro do ônibus.
Na mesma
hora, começou a chegar muita gente chamando para descer para a Praça dos Três
Poderes, antecipando o ato de segunda-feira. Eu falei que não estava
certo, até porque muita gente ainda estava na estrada. De Teófilo Otoni, por
exemplo, tinha ônibus que rodaria a noite inteira para chegar na manhã de
segunda-feira.
“Vamos,
vamos, vamos!” e o pessoal foi. Eu fiquei porque não tinha como chegar de carro
e eram 8 km de caminhada. Como tenho muitas comorbidades, era impossível fazer
esse percurso a pé. Além disso, as pessoas estavam saindo do QG com a intenção
de passar a noite lá na praça, orando, no meio do nada, e eu não teria
estrutura física para suportar.
INVADIU!
INVADIU!
Por volta
das 13h30, ali no QG ouvimos “Invadiu, invadiu!”. Curiosos, abrimos as nossas
redes sociais e, para o nosso espanto, começaram a aparecer uma sucessão de
postagens de gente dentro dos prédios. Isso causou grande estranheza, porque
não é tão fácil assim invadir prédios públicos, ainda mais que estávamos
rodeados pelo exército e o pessoal desceu escoltado.
Não demorou
e percebemos o movimento do Exército se intensificar e cercar todo o QG. Havia
drone sobre o acampamento, o que aumentava a sensação de que tinha algo errado
acontecendo. A tarde passou e as pessoas começaram a retornar ao QG, algumas
feridas, outras não. As pessoas diziam: “Vamos embora, vamos embora!”, e a gente
sem entender nada. Eu creio que era mais ou menos 19 horas quando o Exército
colocou um tanque de guerra na rua e o helicóptero começou a sobrevoar nos
arredores do QG, piorando a cada minuto a confusão entre nós. Nada daquilo
estava previsto. O barulho era intenso.
Domingo à
noite foi terrível para quem estava no acampamento. A gente não sabia se saia
ou não. Tinha gente que falava que quem tinha saído foi preso no hotel, em
Uber, na rodoviária, em Goiás, que faz divisa. E de fato muita coisa aconteceu,
uma variedade de situações, pelos relatos que ouvimos depois. Nós permanecemos
e o QG amanheceu em alvoroço, com diversos ônibus, diferentes dos nossos,
estacionados junto ao QG e continuávamos a não entender o que se passava.
COMO FOI QUE
VIREI NEGOCIADORA?
Esse foi o
momento em que me aproximei da multidão e vi aquele quadro horroroso de
desespero coletivo. Senti que precisava negociar com o Batalhão de Operações
Especiais (BOPE) e com a Polícia Federal, e tentar fazer alguma coisa em
especial pelos idosos e crianças que estavam no QG. Me ofereci, por ser mulher,
uma pessoa de Deus, e fui com dois advogados e um outro senhor para o outro
lado da rua onde estavam todos alinhados. Fomos porque não existia uma
liderança ali, por ser um movimento orgânico. Antes de negociarmos, eles
falavam com megafone conosco, dizendo que tínhamos apenas uma hora para
esvaziar o acampamento e sair da área militar.
Com a
negociação, numa conversa amigável, queríamos ganhar tempo porque uma hora era
pouco. Tinha gente com muita coisa no QG, inclusive comerciantes estavam ali a
trabalho com seus equipamentos, outros tinham os seus automóveis, sem contar os
cadeirantes, idosos e crianças. Tentamos ganhar um pouco de tempo e na
negociação explicamos que pelo menos as mulheres com filhos e idosos poderiam
ser liberados da triagem. Que deixassem as pessoas saírem em seus carros. Foram
tentativas de sensibilização que fiz por ser mulher, pastora e capelã.
Não houve
maneira de a gente sensibilizar. Subimos ao palco e comunicamos a orientação de
entrar nos ônibus, priorizando os mais frágeis. A oficial Carla estava ao nosso
lado e filmou tudo que falamos. O vídeo que roda na Internet foi editado. Não
tem todo o conteúdo da explicação que demos ao público sobre o recado do BOPE e
da PF.
QUEM É A
MULHER DO CAMINHÃO DE SOM?
O que disse
no palco foi o que nos disseram: o presidente Lula decretou a evacuação da área
militar e vocês terão que sair nesses ônibus, para depois serem liberados e
terão que procurar outro meio de transporte para voltar para as suas casas.
Falava para todos, mas isso também valia para mim. Eles nos enganaram. Eles
mentiram. Hoje eu estou diferente, cortei os cabelos. As pessoas me perguntam
por que usava casaco de inverno no dia 9 de janeiro, em cima do caminhão do
som. O fato é que sinto muita dor e aquele dia estava frio em Brasília.
Falei
também, ao microfone, que era para evitar confusão, desordens e que se alguém
começasse a fazer alguma coisa que se afastassem. Nós queríamos a liberdade e
não confusão. Quanto mais organizados fôssemos ao entrar nos ônibus e passar
pela triagem, mais rápido seríamos liberados. Sei de gente que resistiu e ficou
no QG e foi transportado em camburão. Estávamos sem escolha e com uma falsa
promessa.
DOENÇA GRAVE
e 52 DIAS DE CÁRCERE
Meus laudos
médicos de Zurique tiveram que ser traduzidos do alemão para o português
rapidamente, até porque dependo de aparelho de oxigênio. Porém, o fato de ter
inúmeras comorbidades não facilitou em nada a minha vida nos 52 dias que fiquei
presa. Meus medicamentos nunca chegaram à cela e as dores que senti foram
enormes. Pelo menos o meu aparelho de oxigênio foi entregue. Lá no presídio
tinha pouco ar. Estávamos em 120 mulheres numa ala com apenas um chuveiro frio,
duas privadas e um tanque. Eu ficava muito nervosa pela falta de condições do
local e a minha pressão disparou para 22. Lembro de uma colega de cela que
passou mal e foi socorrida com a minha máquina de oxigênio. Poderia ter
morrido. Chegamos a fazer uma carta relatando a falta de atendimento à saúde
dentro do Colmeia.
TORNOZELEIRA
E UMA VIDA ROUBADA
Sai depois
de 52 dias presa em Brasília, voltei para minha cidade natal e todos os dias eu
tenho que estar em casa até às 18 horas. Nos finais de semana e feriados não
posso sair. Isso para quem é pastora é complicado porque os cultos em geral
ocorrem à noite e nos finais de semana. Desde que tudo isso aconteceu em
Brasília não consegui pregar. Eu não posso sair para atender. Eu não posso sair
para fazer nada. Eu tenho minha vida roubada.
Eu moro na
Suíça e a minha vida é lá, onde está minha casa e meu filho de 17 anos, com
autismo baixo, que precisa de mim. Meu esposo está cuidando dele, mas ele é a
única fonte de renda para manter lá e aqui. Eu sinto saudade da minha atividade
de pastora na igreja e da capelania. Sou psicóloga também, então faço um
trabalho pastoral. Vim com minha filha para o Brasil no ano passado porque ela
tem precatórios a receber. Isso demorou e a nossa intenção era retornar no
início do ano, deixando procuração para a nossa advogada.
Estou triste
por ver o curso que o Brasil está tomando e perceber que as pessoas são capazes
de tudo e mais um pouco para manter o poder. Lá na Suíça, a gente nem vê a
política acontecer. Os políticos andam de bicicleta e usam transporte público.
Não existem regalias, essas “tretas” todas. É um país governado pela direita,
onde tudo funciona. Você paga bem o imposto, mas tudo retorna para nós em
serviços.
Quando vi o
Bolsonaro resgatar a credibilidade do Brasil lá fora, que a nossa nação voltou
a ser respeitada, eu tive coragem de dizer que eu era brasileira. Meu filho com
17 anos fala cinco idiomas, por que não podemos sonhar com isso para os nossos
jovens aqui? Quando vi a luta por um Brasil diferente, pensei que talvez o meu
filho um dia pudesse vir para cá. Com tudo isso acontecendo, não há a menor
possibilidade..”
BRASILEIROS
PRECISAM SABER DA VERDADE
TODOS FORAM
ENGANADOS.
Ana Maria
Cemin. Jornalista
https://youtu.be/8oxhBNW7ZBw?si=RiEEHwPcwysgPHio https://youtu.be/NCEF7-ubXC8?si=iagc6p9E2ey2ejIF https://youtu.be...