LEILÃO DE HONESTIDADE
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Onde encontrar homens honrados, Não serviçais como mercadorias Promocionais...? Compra-se uma dúzia não conseguimos Salvar três... Coloco outdoor nos muros e sacadas tentando encontrar... Os que se apresentaram não vingaram... Mas, tão requintados parecem bonecos emplumados, muitos nem machos são... Também procurei no cercado constatei que as fêmeas, em extinção estão... Triste observou as que sobraram soltam fogo que nem rojão... Não encontrei um ser criado digno De aceitação. Todos com dedo em riste apontam na direção... Talvez aquele coitado, que briga solitário, na Câmara e no Senado, por uma definição... Mas, ele é o Capitão...! Vai querer impor o clima sem devassidão... Será um furacão... Onde esconder a grande corrupção? O tapete é pequeno para anos de Desvios e alienação... Ninguém é de ninguém. Todos usam etiqueta, com o valor da negociação... Será evidente o jogo de cartas marcadas, depois que os militares Devolveram a nação... A ganância entalada, a fome guardada, motivou a corrida desenfreada, depois que passaram o bastão... Agora, impuseram um milico, para atormentar a esquerda que pressiona por todos os lados, tentando aliviar o baque sofrido. No leilão existe um coitado, lutando Por todos os lados... Dizendo, Sou apenas um soldado, mas levarei a nossa bandeira até onde o Deus desejar... Vim para lutar com todos os brasileiros até receber a ordem: Fincai a vossa bandeira, aqui é o lugar.
Dionê Leony Machado |

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