O Novo
Adão do século XXI //03
O homem
continua decidindo sobre seu destino.
Faz o
que pensa ser o melhor, no momento que quer guiado por seus instintos.
Dos
pais não quer orientação. Quanto aos mais velhos dizem estar obsoletos...
Caducos, ultrapassados.
O mundo
gira em torno de si. Um pião.
Autoritário,
impulsivo, negocia a própria vida.
E a
queda? Sim, a vida dá muitas voltas, uma roda gigante.
Gira
rápido, devagar, quebra, há necessidade de "técnicos" para azeitar a
engrenagem...
Estamos
vivendo um período difícil. Países em guerras constantes. Outros, perseguindo
cristãos, fome, mortes...
Temperaturas
oscilando sem controle, drogas permitidas. Liberadas...
A
ambição pelas riquezas extrapolam os valores e direitos humanos.
O
controle da mente e a robotização e a IA, ganham espaços no planeta. A ganância
alimenta seres insatisfeitos. Vazios.
Pobres
de dignidade e amor ao próximo.
A
começar dentro família. O Eu sobrepuja limites vitais.
Adoece.
Desconhece a própria enfermidade. Sonha com valores, mata o opositor. Um ego
doente, canceroso, ofertado ao diabo.
Sirva-se
já não sou eu, mas o ser que se apropriou do lacaio que se dobrou aos seus pés.
Por dinheiro e sexo.
Cadê a
família? Onde estão os filhos? E netos?
Vendido,
sem passar no Cartório, sem carimbo de comprovação, foge... Nem o colchão é
confiável, a companheira (o) pode trair, filhos seduziu... Cai a cortina do grande teatro... Fim.
Sem
aplausos, sem bis, sem autógrafo.
Sai da
peça que criou para si.
Falido...
A
família destruiu...
O amigo
traiu...
O Deus
da infância matou.
Sem
cruz, sem veneno busca uma corda... Mata o corpo, já morto ao som de gargalhadas
infernais...
“Vencemos”...!
Compramos pelo vil metal...
Dionê
Leony Machado
20.01.2026
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