Touros e vacas de Basã.
O culto a Basã é o culto das estrelas, do dinheiro,
do glamour, dos que ostentam o poder, a fama, o egocentrismo, exaltação; é o
culto do ôba, ôba, dos teólogos, dos pastores abastados. Despido de piedade,
amor, compaixão, fé, dons do Espírito, fruto do Espírito e demais virtudes
inerentes de Deus e glorifique o seu Eterno Nome. O nome de Jesus Cristo só
aparece como espécie amuleto para cobrança de dízimos e oferta, a Bíblia, como
elemento simbólico do alto culto religioso, sim, para tapear os pobres
desavisados; coitado deles e de Jesus Cristo, com aquela sandália de dedos. É o
culto do alto estima, do cai-cai; do rodopiar paletó e por ai vão as novidades
e as novas crendices do chamado culto evangélico que não têm nada de Cristo,
mas sim de Baal. Alguns já o chamam de evangelho 3 G; grana, glamour e
gambiarra.
Basã era o nome da área leste do Mar da Galileia e do Rio Jordão. Fazia
fronteira ao norte com o Monte Hermom e ao leste com Jebel Druse, estendendo ao
oeste às margens do Mar da Galileia e a parte superior do Jordão. Basã se
estendia ao sul cerca de dez quilômetros além do Rio Yarmurk. Havia ali
excelentes campos de trigo e pastos para o gado, mas a prosperidade de Basã é
frequentemente usada na Bíblia, como símbolo de orgulho e arrogância.
O destemido profeta Amós, condenou o culto que o povo estava oferecendo ao
Senhor Deus: ‘Aborreço, desprezo as vossas festas e...’ [Amós 5. 25 - 27]. Cabra
macho! E não foi só isso, bradou também contra as esposas que com suas
exigências e ambições dispendiosas, pressionavam os maridos a praticar
injustiças para satisfazer os seus caprichos cobiçosos de obter mais e mais
lucros e poder. ‘Ouça isto, mulheres da cidade de Samaria, que estão
satisfeitas e gordas como as vacas de Basã! Vocês maltratam os necessitados,
exploram os pobres e ficam sempre pedindo aos maridos que lhes tragam mais
vinho para beber. [Amós 4.1 NTLH]. Aquelas mulheres eram orgulhosas (não estou
minimizando-as), mas mostrando as atitudes más das mesmas.
Os touros e as vacas de Basã dos dias de Amós podem
representar muito bem os líderes evangélicos de nossos dias. A riqueza que
ricos e afoitos dos púlpitos usufruem é muito grande e não se cansam de sempre
querer mais. Fazem o povo de grama e, se essa cresse, eles cortam. Tapeiam o
povo em reuniões secretas, ninguém os alcança, estão trancados em caixas de
vidros climatizados, tudo é feito nas escuras. Perpetuam-se no poder para destruir
o pobre, mas um dia será alcançado pela mão da justiça divina, ‘o juízo é sem
misericórdia... ’ [Tg 2.13].
Quando João Huss viu Deus, foi queimado vivo em uma fogueira por querer
defender seus ideais para reforma e mudança de comportamento no Romanismo.
Quando Lutero viu Deus, foi escorraçado, chamado de falso pregador, mas foi até
o fim. Precisamos de outra reforma, não só no ritual do culto, mas nessa
liderança evangélica do Brasil que enriqueceram com o dinheiro das pobres
ovelhas desavisadas e, que sofrem sob as patas dos touros de Basã. Com todo
respeito aos raríssimos santos homens de Deus, mas existem muitos que falam no
púlpito, mas não vivem o que pregam fora dele; existem Congregações que andam
cabisbaixo em suas cidades devido o comportamento de mau exemplo de seus
líderes. É hora de mudar esta liderança que fala sobre Deus, mas são
verdadeiros falsários e mercenários. Povo de Deus, DESPERTA!
Escatologia e Cristianismo: a doutrina das últimas coisas sob ...
https://www.nucleodoconhecimento.com.br › cristianismo
20 de set. de 2018 — O dia e a hora desta segunda vinda de Cristo são, contudo, desconhecidos. ... Quanto ao milênio, conforme Hernandes Dias Lopes.

Sem comentários:
Enviar um comentário