quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Toga





Nunca usei toga. Minha posse, em 1995, foi sem. Nunca recebi e não me fez falta. Lembro que há alguns anos um grupo de juízes pediu que o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul lhes fornecesse toga, e o presidente de então resolveu emitir um ofício circular, oferecendo a veste a quem desejasse. Pouquíssimos pediram. Penso mesmo ser uma peça em desuso em praticamente todas as salas de audiência do Brasil.
E com razão. Trata-se de paramento destinado a conferir uma sacralidade medieval ao lugar do magistrado e transformar a audiência em rito conduzido por um iniciado, em que se marca todo o poder daquela figura imponente, sentada um degrau acima, diante da qual partes e até mesmo advogados ficam reduzidos à condição de súditos.
Evidentemente, o Judiciário que integra o moderno Estado democrático não tem essa conformação, tendo se erigido em um dos Poderes que o compõem justamente na condição de integrante de um sistema de freios e contrapesos sobre o qual se sustenta a democracia.
Sob esse aspecto, o remanescer da toga representa a persistência de um signo que já não corresponde à realidade, algo que reveste o juiz um poder extraterreno que não se legitima em tempos de horizontalidade, em que todos são iguais perante a lei.
Há alguém de dizer que ela é mero adereço, não mais que uma vestimenta que identifica o magistrado, e que o hábito não faz o monge. Não é esse o ponto: embora existam estudos segundo os quais o significado social das nossas vestimentas interfere no modo como pensamos e agimos, de modo que podemos concluir que o hábito faz, sim, o monge, a questão é que, independentemente disso, e por mais democrático e respeitoso que seja o juiz, a toga impregna o ambiente desse peso solene de uma antiga assimetria.
Iniciei dizendo que não tenho e nunca usei toga. E aí chego ao ponto: estou materialmente impossibilitado de participar da Semana da Toga, em que juízes tiram fotografia paramentados, para enaltecer o importante papel do Judiciário e demonstrar seu apoio à Operação Lava Jato e ao trabalho do juiz Sérgio Moro.
A escolha desse modo de manifestar publicamente a posição, que cria dificuldades aos tantos que, como eu, não possuem a vestimenta, tem por base o fato evidente de que publicamente a figura do juiz ainda é vista associada à toga. Sem qualquer legenda, a fotografia em si já mostra que se trata de um magistrado.
Assim, ajuda na identificação visual, nessa caracterização de um movimento de juízes; mas nem por isso deixa de reforçar a antiga marca, insustentável como símbolo de um Judiciário integrante de uma sociedade democrática, que deixou para trás os rituais arcaicos.
No presente caso, a toga parece significar até mais que isso. Por ser um traje ritual, identifica também uma corporação, com todos os seus significados, inclusive o indefectível espírito de corpo.
Evidentemente, o espírito de corpo não se manifesta sempre com a plena consciência de seu estrito significado; geralmente, vem acompanhado de uma leitura mais ampla do mundo, porque sua legitimidade é subordinada à chancela como um bem comum da sociedade, que transcende ao interesse particular daquele grupo.
No caso específico, de fato está em jogo algo muito maior, visto que se está diante de uma disputa social, cujo mote é o combate à corrupção, bandeira que consegue mobilizar a quase totalidade da população. Defender o juiz porque combate a corrupção tem, portanto, um significado que transcende o mero corporativismo.
Saber se esse combate é instrumentalizado na arena política é irrelevante; aliás, não se reconhece instrumentalização, porque as investigações apontam para a confirmação do julgamento moral prévio que é feito dos acusados, a partir do lugar social que ocupamos.
Nesse contexto, usar-se o simbolismo da toga tem sua razão de ser, porque esse antigo adorno reveste a magistratura de uma mística e pode ser usado como couraça na luta contra o mal.
De minha parte, preferiria ser retratado segurando a Constituição. Mas aí já entramos em outra seara.
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TOGA
 A toga é apenas um elemento do vestuário do judiciário. Não é,   portanto,
 algo de valor moral.
 Apenas uma capa preta que distingue quem a usa.
 Muitos nem  a respeitam.
 Pois os valores intrínsecos> de decência já perderam
 Estão nus diante de tantos outros que aceitaram a indicação, despreparados servem de vassalos aos políticos que o nomearam pela soleira dos tribunais para retribuir com sujeição aos coronéis dos seus estados.
Que tristeza!




ELE VIVE!


                   QUE  O ANO NOS TRAGA MAIS RESPEITO, DECÊNCIA,HONESTIDADE,
                  ATRAVÉS DOS GOVERNANTES. QUE HAJA UMA REFLEXÃO VERDADEIRA,
                  JUSTIÇA SOCIAL,AMOR E PA!Z! FAÇAMOS TAMBÉM NOSSA PARTE.

Natal 6



Por que celebramos o Natal em 25 de dezembro se Jesus não nasceu nesta data?
Sabemos que Jesus não nasceu no dia 25 de dezembro, como popularmente se convencionou. Aliás, antes do ano 300 d.C. os cristãos sequer comemoravam o nascimento de Jesus. Isso passou a ocorrer por volta de 330 d.C., quando eles decidiram cristianizar a festa pagã do solstício, que acontecia no início do inverno.
Em Lucas 2.8, temos uma pista de quando Jesus nasceu. Nesse texto, é dito que, na noite em que o filho de Deus nasceu, os pastores estavam no campo, em vigília, guardando o rebanho. Não era inverno em Israel. Logo, não poderia ser em dezembro.
Ele provavelmente nasceu em outubro, durante a Festa dos Tabernáculos, em 15 de Tishrei (no calendário judaico). Essa é uma das três maiores festas judaicas e simboliza a presença de Deus habitando, “tabernaculando”, no meio do Seu povo (Êxodo 25.8).
Se é assim, por que comemoramos o dia 25 de dezembro como o Natal? Porque sendo o tempo de Deus o kairós (o eterno), e não o kronos (cronológico), para o Senhor, o importante é reconhecermos que Ele nos amou de tal maneira, que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna (João 3.16). Porque o mais importante do Natal não é o dia em que Jesus nasceu, e sim o fato de ter nascido como homem, habitado entre nós e nos salvado.
É isto que comemoramos; este é o significado do Natal! Essa festa aponta para a necessidade de Cristo nascer em cada coração, trazendo vida, cura, libertação, comunhão com o Pai!
Então, que você possa celebrar esse maravilhoso Presente, que é Jesus, confraternizando-se nessa data com sua família, seus amigos e irmãos. Que seja um tempo para você louvar e agradecer a Deus por tudo o que Ele tem feito; por todas as lutas e vitórias que lhe concedeu! Que seja um tempo de projetar novos sonhos e de realizá-los!
SUGESTÃO DE LEITURA:
Lucas 2.8

Natal 5



Rev. Alberto Thieme
É impossível falar em Natal e em Jesus, o aniversariante, sem falar de quem ele é descendente. A Palavra de Deus diz:
“Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério. Ele era, como se pensava, filho de José, filho de Eli, filho de Matate, filho de Levi, filho de Melqui, filho de Janai, filho de José, filho de Matatias, filho de Amós, filho de Naum, filho de Esli, filho de Nagai, filho de Maate, filho de Matatias, filho de Semei, filho de Joseque, filho de Jodá, filho de Joanã, filho de Ressa, filho de Zorobabel, filho de Salatiel, filho de Neri, filho de Melqui, filho de Adi, filho de Cosã, filho de Elmadã, filho de Er, filho de Josué, filho de Eliézer, filho de Jorim, filho de Matate, filho de Levi, filho de Simeão, filho de Judá, filho de José, filho de Jonã, filho de Eliaquim, filho de Meleá, filho de Mená, filho de Matatá, filho de Natã, filho de Davi, filho de Jessé, filho de Obede, filho de Boaz, filho de Salmom, filho de Naassom, filho de Aminadabe, filho de Ram, filho de Esrom, filho de Perez, filho de Judá, filho de Jacó, filho de Isaque, filho de Abraão, filho de Terá, filho de Naor, filho de Serugue, filho de Ragaú, filho de Faleque, filho de Éber, filho de Salá, filho de Cainã, filho de Arfaxade, filho de Sem, filho de Noé, filho de Lameque, filho de Matusalém, filho de Enoque, filho de Jarede, filho de Maalaleel, filho de Cainã, filho de Enos, filho de Sete, filho de Adão, filho de Deus.” (Lucas 3:23-38 NIV)
Nesse texto, a palavra “filho” aparece cerca de 77 vezes. Isso mostra a importância da família natural, do casamento tradicional e da concepção abençoada por Deus. Ao mesmo tempo, esse texto não dá nenhum espaço para uniões homossexuais que jamais geram filhos. As duplas gays podem pela lei injusta ser consideradas “casadas”, porém pela lei de Deus e da natureza nunca serão. Uma sociedade que abre mão dessa realidade está condenada à destruição.
Os “inimigos” da família e do casamento tradicional querem a todo custo introduzir suas ideologias diabólicas para justificar o injustificável: a união de uma dupla que comete atos homossexuais. Eles lutam para descaracterizar a família e o casamento tradicional. Aliás, Satanás sempre lutou para destruir a família e o vemos usando indivíduos notórios nessa emboscada de pecado, tentando igualar o inigualável. Passarão é céu e a terra, mas a Palavra de Deus, eterna evidência do casamento apenas entre homem e mulher, nunca passará.
Jesus era apenas considerado “filho” de José, como diz Lucas 4:23, porque fora gerado pelo Espírito Santo. O ato do Espírito Santo engravidar Maria mostra como o casamento tradicional está aberta para o Deus que o criou. De forma oposta, a prática sexual entre dois homossexuais, considerada por Deus como abominação, gera apenas tristeza e morte, nunca a vida.
José foi considerado pai de Jesus porque era casado com Maria, que engravidou antes de ter relações sexuais com José. Aprouve a Deus através do Espírito Santo realizar o milagre da concepção da vida no ventre de Maria. Para chegar até José,  a Bíblia cita quem foi filho de quem até chegar a Adão. Há um velho ditado que diz: “pai” é quem cria. José criou muito bem seu filho adotivo, Jesus Cristo, mas nesse caso o Pai verdadeiro é Deus Pai e José teve o privilégio de criá-lo enquanto ser humano.
Todos os 77 filhos citados também se casaram e tiveram filhos, passando assim para as novas gerações a oportunidade de conhecerem seus descendentes, através da reprodução abençoada por Deus pelo casamento. Portanto, a genealogia humana de Jesus Cristo só foi possível porque nenhum deles optou pelo “casamento” homossexual. Nenhum deles se deixou influenciar por pecados anticasamento, deixando para as gerações futuras o registro de família de “quem foi filho de quem,” exatamente porque Deus valoriza o casamento entre um homem e uma mulher e nunca a união sexual entre dois homens considerada por Ele como “abominação e depravação sexual.” Cada casamento tradicional na linhagem de Jesus Cristo foi parte fundamental do plano de Deus para gerar Sua concepção abençoada.
Com a colaboração de Julio Severo.

CORRUPÇÃO HUMANA






“E viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque toda a carne havia corrompido o seu caminho sobre a terra.” Gênesis 6:12
O que tem levado a humanidade ao total caos, é a corrupção, esta, se instalou por dentro e em torno do homem, e, o que é corromper-se, se não for estragar-se? logo, as pessoas tem se estragado, porque optaram seguir o erro, desviaram-se do bem, absorveram o mal e se aliaram, se permitiram envolverem-se, por sentimentos que não procedem de Deus, automaticamente, se preencherem com trevas, isto, tem deteriorado a alma humana. Isto fez, Perverter o direito do homem perante a face do Altíssimo, Lamentações 3:35

Certo é; O Ser humano ficou infectado, pois, este, preferiu obedecer ao chamado do mal, ao seguir o bem, a justiça, e a verdade. O homem tem valorizado as coisas vãs, tem se deixado lapidar pelas coisas fúteis, tem seguido e amado a maldade, valorizado aquilo que não tem valor algum, e desperdiçado as oportunidade de concerto que Deus tem lhes dado. Devido a iniquidade humana, Só permanecem o perjurar, o mentir, o matar, o furtar e o adulterar; fazem violência, um ato sanguinário segue imediatamente a outro. Oséias 4:2.
O homem tem se corrompido desde o paraíso, pois desde lá, ele tem deixado o profano contaminar o Santo, tem deixado o pecado roubar-lhe a comunhão com Deus, logo, tem ficado envolvido pela companhia do inimigo, e tem se distanciado do seu Dono e Senhor.
O Ser humano tem dado mais crédito ao sofismo das trevas do que obedecido as ordens de Deus, isso tem feito o pecado alastra-se, de geração a geração. Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.
Romanos 5:12
Consequentemente, o Ser Humano tem se desviado da real conduta para qual foi designado por Deus, todos, tem se distanciado do que Deus tem planejado para a humanidade, todos, tem se afastado da presença do seu criador, por isso, tem se tornado como podres; tem entrado em decomposição do caráter; tem alterado sua formação; tem adulterado os princípios do viver; tem pervertido os bons conceitos; tem depravado a dignidade; tem se viciado na mentira; tem subornado a fé; tem se peitado com a injustiça; tem comprado para si ruína, e se tem afastado da verdade. Porque o que semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. Gálatas 6:8.
A ferrugem das trevas tem corrompido os alicerce da sociedade, e as pessoas tem sofrido as consequências das suas escolhas tortuosas. Perdeu-se o conceito do certo, o erro tem prevalecido. O descaso, a falta de respeito, a imprudência, tem levado muitos a ficarem aprisionados no fracasso, tudo porque deixaram dominarem-se pelo lábias do mal. De que se queixa, pois, o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus pecados. Lamentações 3:39.
Devido ao grande amor de Deus pela sua a criatura, Ele tem dado chance para o homem arrepender-se e voltar-se para o seu Criador, porém, este tem preferido seguir seus conceitos tortuosos, buscando aprofundar-se nos desvarios do seu coração perverso, e consequentemente tem trazido sobre si, ruinas; as pessoas, cada dia mais tem se emaranhado no pecado. Mesmo estando estas, dentro dos templos consagrado para adorar a Deus. E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. João 8:32
Infelizmente, até a Igreja de Cristo, tem seguido acobertada pelas delicias do pecado, tem andado cercada por hastes perigosas de satanás, e tem se conformado, tem deixando prevalecer as forças da mentira e do engano. E assim, continuam a humanidade, sendo corrompida pelo mal. Porque nada podemos contra a verdade, senão pela verdade.2 Coríntios 13:8
O mal tem conseguido manipular até aqueles que foram eleitos para combatê-lo, porque ainda hoje, o homem não tem dado ouvido a voz de Deus. Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade.1 João 2:21.
Que Deus tenha compaixão de nós!
Pra. Elza Amorim Carvalho
Pequenina Serva do Pai.
Essenciadedeus2012@gmail.com
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Convite para ministrar elzacarvalho68@g

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