BORBULHANDO...
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A fossa borbulha... Chegou ao limite da putrefação ambiental... Chegar perto dá nojo, Chamem as empresas para higienizar... Qual delas se faliu nos seus objetivos de reativar o frescor do ar? Todos também envolvidos, e enlameados fedem tanto quando deveriam ser agentes, mas estão também envolvidos, na putrefação, no odor... Como gritar, onde gritar, para quem gritar, se os mesmos estão ainda a mandar? Corre-se daqui ou para lá, eles estão em todo lugar... Dando pão com mortadela, cestas básicas para aquele que se abaixar... E são muitos os que comem aqui e comem lá... Não se fartam gananciosos e sem a moralidade exigida, comem, vomitam, e voltam a devorar... Nós podemos ajudar a limpar. Cada um no seu espaço, sem exigir nem um abraço, vá votar... Sem vestir verde e amarelo, sem gritar voto no Capitão, em silêncio para não aturdir a massa podre que espera um aceno, para gritar e cancelar a eleição. Não como o boi que vai para o matadouro, mas como o guerreiro que está a cumprir sua missão... Retornou garboso, valeu! O odor se dissipará ao verificar que o sol ressurgiu, que a fossa será arejada, o odor fétido recebeu o tratamento que antes não recebia, Os germes e bactérias são devidamente tratados por profissionais competentes, para que ao amanhecer o sol volte a brilhar... Garbosos, os soldados retornam, amanhã será um novo dia... Ainda somos verde e amarelo, continuamos venerandos o Criador, E a família é o que nos fez lutar com tanto amor...
Dionê Leony Machado
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