XEPA
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São os políticos atuais... Restos sobras... Requentados... Já perderam o sabor... Sim, não recriam... Perderam, nada restou. Talvez nada tivessem Apenas enganou... Destituído de tudo, Na panela afundou...
Mas, aquela mistura, Que você guardou, Subiu a pressão, Quase matou...
Sem tempero, Ou excesso, já passado, Jogou tudo fora, A fome não mitigou... Aquecido, velho safado, Quantas mutretas aprontaram?
Xepou... Ninguém levou... Apodreceu, lá ficou... Nem para adubo serviu... O lixão consumiu... O seu fim chegou.
Dionê Leony Machado |

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