DESGASTE MORAL
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Na verdade, a palavra moral morreu. Pelo desuso das atividades próprias em qualquer relacionamento entre as espécies... Quem manda e quem obedece... Quem tem direito e quem tem deveres... Quem erra e quem acerta... Quem vende e quem compra... Os limites foram queimados, destruídos... Usurpados... O vencer supera o não ter condições. Cegos e ambiciosos querem o poder... Incansáveis, o domínio supera a qualidade oferecida. A pobreza do povo aguça a possessão... Perpetuar a miséria manipulando àqueles que comem na mão... O tempo é escasso. Logo o conquistado terá outro dono que se servirá do mesmo feitio Seguirá... Repetindo os mesmos atos Ou procedendo muito pior, não lhe ensinaram a amar... Vendilhões de um povo sofrido cansados de trocar o seu voto pelo Pão que sempre está a faltar. Pela dentadura, os óculos, o cimento para morar. Mendigam e estendem as mãos com um sorriso sem dentes, agradecendo e aplaudindo a que o está a roubar... Cuidado com seus filhos menores o lobo está a espreitar... Como é chegar de jatinho que você ajudou a comprar... Diante do seu jogue que come o mato que cresceu cá... Mas, você é hospitaleiro, convida o lobo mau para tomar um cafezinho... Ele (a) não irá mudar, e só deixá-lo Sozinho... O desgaste está em todos os níveis. Você enlouquecido aplaude os safados da TV. Àqueles que estão na Internet ensinando a desaprender... Rebolando mostrando o orifício anal... A Bíblia chama de sodomia, você imita depois se faz de coitado, leia para aprender... Tudo está errado. Os olhos já não veem... Ore e tente viver...
Dionê Leony Machado |

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