sábado, 24 de outubro de 2026

ELEIÇÕES 2026

 

Post de Geraldo Leony Machado

Geraldo Leony Machado

há 10 horas

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ELEIÇÕES 2026 - Hoje sexta-feira, 23 de outubro, estamos a dois dias das eleições, em 2º turno. Espera-se o debate, que se dará hoje às 21h20, na Globo. A expectativa é enorme, embora o episódio – teme-se – não importe na definição de como se dará a administração do vencedor no pleito eleitoral, no domingo próximo.   

É que definições envolvem posições finalísticas, princípios comportamentais, visões de vida, planejamento programático, escrito, detalhado, a par das possibilidades orçamentárias.

É verdade que de parte do senador Flávio Bolsonaro viu-se um esboço de suas pretensões. Do atual presidente da república teme-se um continuísmo, sem correspondência com a população que sustenta o país e sem a qual tudo pode desabar, tantos são os impostos, tantos são os desestímulos ao empreendedorismo.

Alardear benesses popularescas tiram de grande parte da população busca pela própria dignidade. Fomentam escravidão ideológica, as mais das vezes, forjada nas universidades previamente instaladas para o fim proposto por Gramsci, filósofo marxista: deixar as armas convencionais para uso das intelectuais, subliminares, sub-reptícias. Prática ilícita, sobremodo quando destinada a mentes em formação.

Mas, além dessa ilação, está a necessidade de pensar, discernir, evitar divisões, lacerações no tecido social, mesmo diante de divisões em determinados estratos sociais, mesmo entre religiosos católicos e evangélicos. Enfrentam o discurso de Paulo, na primeira carta aos Coríntios 1:10): “Um apelo à unidade e à concórdia na igreja”.

Afastando controvérsias, volte-se ao início para completar dizendo que o povo brasileiro exige propostas, respeito, postura, verdade, seriedade, aguardando – esta é a esperança - que os eleitores longe de paixões, simpatias, dissensões passadas ou atuais, voltem-se para desejarem um Brasil grande, continental em território que é, com superação, resiliência e a liberdade de mudar o próprio destino. Aquilo dito por John Steinbeck (1952), em A Leste do Éden, evidenciando, por mais importante, a responsabilidade das próprias ações pelo ser humano.

O Brasil deve estar acima de questiúnculas, destinatário de futuro promissor, se souber equacionar riquezas direcionando-as de modo equânime. Nação cristã deve, por obrigação moral e conjuntural, estar atenta à sua realidade histórica. Não pode submeter-se à nações estrangeiras, ademais quando não lhe reconhecerem seus princípios, suas crenças, sua história, o cerne do seu povo.

Domingo é dia de eleições, quiçá os amados compatriotas esqueçam as paixões, imponham a si próprios autonomia adulta, afastando qualquer sentido escravagista de suas vidas. Independência, ordem e progresso, num verde e amarelo sem desbotamentos.

SSA. 23.10.2026

Geraldo Leony Machado

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