domingo, 29 de outubro de 2017
Variantes do Nome!
Significado de Dionys
Significado do nome Dionys
DIONYS: variante
de DIONE (Sugerida por internauta - pendente de revisão)
Origem do
Nome Dionys
Qual a origem do nome Dionys: MITOLÓGICO
Significado
de Dionys
Qual o significado do nome Dionys: ESPOSA DE ZEUS.
Significado
e origem do nome dionys - Analise da Primeira Letra do Nome: D
Muito atencioso, e apegado à família possui um senso maternal muito
forte, é o tipo de pessoa que gosta de se sentir útil e necessário, com isso
chega a assumir mais responsabilidades do que realmente pode suportar. Não
costuma voltar atrás em suas palavras. Muito ocupado, raramente se permite
algumas horas livres para o lazer. Mas deve tomar cuidado em não se tornar
dependente ou infantil ao extremo, para isso não deve se pendurar-nos outros.
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sábado, 28 de outubro de 2017
DEUS É SOBERANO!
Ideologia de Gênero
- A Ideologia de Gênero, ou melhor dizendo, a Ideologia da Ausência de Sexo, é uma crença segundo a qual os dois sexos — masculino e feminino — são considerados construções culturais e sociais, e que por isso os chamados “papéis de género” (que incluem a maternidade, na mulher), que decorrem das diferenças de sexos alegadamente "construídas" — e que por isso, não existem —, são também "construções sociais e culturais".
Por exemplo, a feminista Gloria Steinem queixa-se da "falsa divisão da natureza humana em 'feminino' e
em 'masculino' (sic). E a escritora francesa Simone Beauvoir pensou a
gravidez como “limitadora da autonomia feminina”, porque, alegadamente, “a gravidez cria laços
biológicos entre a mulher e as crianças, e por isso, cria um papel de género”.
A Ideologia de Género defende a ideia segundo a
qual não existe apenas a mulher e o homem, mas que existem também “outros
géneros”; e que qualquer pessoa pode escolher um desses “outros géneros”, ou
mesmo alguns desses “outros géneros” em simultâneo.
Segundo a socióloga alemã Gabriele Kuby,
“A Ideologia de Género é a mais radical rebelião
contra Deus que é possível: o ser humano não aceita que é criado homem e
mulher, e por isso diz: 'Eu decido! Esta é a minha liberdade!' — contra
a experiência, contra a Natureza, contra a Razão, contra a ciência! É a
perversão final do individualismo: rouba ao ser humano o que lhe resta da sua
identidade, ou seja, o de ser homem ou mulher, depois de se ter perdido a fé, a
família e a nação.
É uma ideologia diabólica: embora toda a gente
tenha uma noção intuitiva de que se trata de uma mentira, a Ideologia de Género
pode capturar o senso-comum e tornar-se em uma ideologia dominante do nosso
tempo.”
Em Dezembro de 2012, o Papa Bento XVI referiu, num
discurso à cúria romana, que o uso do termo “género” pressupõe uma “nova
filosofia da sexualidade”:
“De acordo com esta filosofia, o sexo já não é considerado
um elemento dado pela Natureza e que o ser humano deve aceitar e estabelecer um
sentido pessoal para a sua vida. Em vez disso, o sexo é considerado pela
Ideologia de Género como um papel social escolhido pelo indivíduo, enquanto que
no passado, o sexo era escolhido para nós pela sociedade. A profunda falsidade
desta teoria e a tentativa de uma revolução antropológica que ela contém, são
óbvias.
As pessoas [que promovem a Ideologia de Género]
colocam em causa a ideia segundo a qual têm uma natureza que lhes é dada pela
identidade corporal que serve como um elemento definidor do ser humano. Elas
negam a sua natureza e decidem que não é algo que lhes foi previamente dado,
mas antes que é algo que elas próprias podem construir.
De acordo a ideia bíblica da criação, a essência da
criatura humana é a de ter sido criada homem e mulher. Esta dualidade é um
aspecto essencial do que é o ser humano, como definido por Deus. Esta
dualidade, entendida como algo previamente dado, é o que está a ser agora
colocado em causa.
(…)
Quando a liberdade para sermos criativos se
transforma em uma liberdade para nos criarmos a nós próprios, então é o próprio
Criador que é necessariamente negado e, em última análise, o ser humano é
despojado da sua dignidade enquanto criatura de Deus que tem a Sua imagem no
âmago do seu ser.
(…)
(…)
A Ideologia de Gênero é uma moda muito negativa
para a Humanidade, embora se disfarce com bons sentimentos e em nome de um
alegado progresso, alegados direitos, ou em um alegado humanismo. Por isso, a
Igreja Católica reafirma o seu assentimento em relação à dignidade e à beleza
do casamento como uma expressão da aliança fiel e generosa entre uma mulher e
um homem, e recusa e refuta as filosofias de gênero
sexta-feira, 27 de outubro de 2017
É CRIME !
Direito de
nascer
Aborto nunca!
O aborto
mata um ser humano em gestação
A grande maioria dos brasileiros continua sendo contrária à legalização do aborto. De acordo com recente pesquisa do Instituto Vox Populi – encomendada
pelo Portal iG – a grande maioria dos entrevistados (80%) é contra
mudanças na normativa jurídica que regula o tema.
O aborto mata um ser humano em gestação; é um
atentado contra um ser indefeso, uma covardia. Ainda que tenha havido uma
concepção por estupro, não se justifica esse mal, pois a justiça deve punir o
agressor e não a criança, tirando-lhe a vida. Ainda que uma criança esteja
sendo gerada com alguma deficiência, não se justifica matá-la; ao contrário, as
verdadeiras civilizações se caracterizam por proteger os mais fracos, e não por
os matar.
O anencéfalo é um ser humano; é dotado de uma alma
imortal, tem vida. Não importa quanto tempo vá viver, a sua existência tem de
ser respeitada pela mãe e pelo Estado.
Desde o século XIX a ciência reconhece que a vida
humana se inicia na concepção. O maior geneticista do século XX, Dr. Jerome
Lejeune, descobridor da Síndrome de Down, atestou esta verdade. Não existem
tratados de embriologia que neguem esse fato. O embrião cresce com autonomia,
tem sexo definido, é completo e vai se desenvolver até a sua morte a partir de
tudo o que já possui. Toda a mensagem de sua vida já está ali completamente
definida. Ele só precisa de três condições para seguir sua vida: oxigênio,
nutrição e tempo, o mesmo de que nós precisamos. A vida intrauterina é apenas
uma das etapas do desenvolvimento do ser humano, eliminar qualquer etapa
significa encerrar as demais fases futuras de uma vida.
A mãe jamais tem o direito de eliminar
um filho que está em gestação; é uma vida
independente dela; e a mulher, acima de tudo, foi criada para dar e gerar a
vida. Ainda que o nascituro esteja temporariamente dentro do corpo de sua mãe,
ele não é parte deste corpo. É um descalabro uma mãe matar o próprio filho, nem
a cobra venenosa faz isso.
Se damos à mãe o direito de matar um filho em seu
ventre, porque é um “estorvo” para ela, teríamos de dar o mesmo direito a um
filho de eliminar a sua mãe velha e doente que é um “estorvo” para ele. Se
existe direito ao aborto, então, temos real direito de matar qualquer um, a
diferença será apenas a idade da vítima. Mas assim, eliminamos o amor, a fé, a
caridade.
Sabemos que
50% dos bebês abortados são mulheres, o que demonstra que o aborto não é
instrumento de defesa do sexo feminino; é uma aviltação deste.
Todos aqueles que defendem o aborto já nasceram; vivem porque tiveram acesso primeiramente ao direito à própria vida. Nenhum direito humano ficará de pé se for eliminado “o direito de nascer”.
Todos aqueles que defendem o aborto já nasceram; vivem porque tiveram acesso primeiramente ao direito à própria vida. Nenhum direito humano ficará de pé se for eliminado “o direito de nascer”.
Felipe
Aquino
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quinta-feira, 26 de outubro de 2017
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