| Perfil: Ucrânia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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Ucrânia, o segundo maior país da Europa (menor apenas que a Rússia), se
tornou independente em 1991, depois do colapso da União Soviética. Kiev, a capital ucraniana, foi a primeira capital do Império Russo, e os dois países têm grandes semelhanças culturais. A maioria dos ucranianos, por exemplo, segue a religião cristã ortodoxa, como os russos. Uma minoria significativa da população ucraniana é russa, especialmente no leste. Apesar disso, o país não registra conflitos étnicos como os registrados em outros países da região. Do ponto de vista de política externa, a Ucrânia tenta manter boas relações tanto com a Rússia quanto com os países da Europa Ocidental. Ucrânia
O primeiro presidente do país, Leonid Kravchuk, ocupou o poder num período de declínio econômico e inflação galopante. Ele foi derrotado por uma pequena margem de votos pelo atual presidente, Leonid Kuchma, em eleições realizadas em 1994. A Ucrânia era antigamente descrita como o celeiro da europa (por causa de sua produção de trigo), mas durante o governo de Kuchma entrou em um processo de estagnação. Kuchma também mantém uma relação difícil com o Legislativo, e várias vezes houve impasse na votação de projetos apresentados pelo governo. Oficialmente, a Ucrânia é um país não-alinhado, mas desempenha um papel ativo no programa Parceria pela Paz da Otan, e anunciou que tem como "objetivo estratégico" ser membro da União Européia. Por outro lado, a Ucrânia vem resistindo a uma maior aproximação com a Comunidade dos Estados Independentes (CEI), organização formada por países que integravam a União Soviética. Além de não ter aderido formalmente à CEI, a Ucrânia vem rejeitando repetidos convites para se juntar a Belarus e à Russia, que estão em processo de reunificação. Milhares de ucranianos ainda sofrem os efeitos do acidente na usina nuclear de Chernobyl, em 1986. A explosão na usina espalhou radioatividade em cerca de 8% do país. Líderes Presidente: Leonid Kuchma Kuchma foi diretor da maior fábrica de mísseis do mundo. Eleito em 1994, ele prometeu iniciar reformas de mercado na Ucrânia e melhorar as relações com a Rússia. De fato, o presidente iniciou as reformas para modernizar a economia do país, mas ao mesmo tempo suas decisões acabaram fragilizando o Executivo. Kuchma foi reeleito em 1999 para um segundo mandato de cinco anos. Logo depois da eleições, lançou seus planos para mudar a constituição, aumentando os poderes do presidente e diminuindo os do parlamento. Mídia A maior parte das empresas de comunicação são de propriedade privada, mas isso não significa que elas estejam livres da influência do governo. As autoridades tentam manter um controle sobre a imprensa, mas mesmo assim a Ucrânia tem significativos órgãos de imprensa de oposição. Durante o governo Kuchma, vários jornais de oposição foram fechados. O presidente enfrentou em 2002 uma série de protestos, motivados pela suspeita do envolvimento de Leonid Kuchma no assassinato de um jornalista de oposição, Georgyi Gongadze. Fitas com o que seria a voz de Kuchma, encomendando o assassinato, vieram a público. Além de Gongadze, outros jornalistas de oposição morreram em circunstâncias consideradas suspeitas. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
sábado, 1 de agosto de 2020
UCRÂNIA TAMBÉM CONOSCO...
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