Não há concorrentes,
Não existe quem possa pleitear a eleição
No sufoco, um nome é articulado,
O mentiroso, desonesto, trapezista.
Um dos chefes mais conhecido
Lula... Envenenado como sempre, joga
A última cartada...
No trampolim da União...
Votar nele é afirmar eu sou da esquerda
Vou desviar o dobro do que tirei...
Farei daqui uma nação nos moldes chinês
Daqui não mais sairei...
Só a morte, aí virão os filhos depenar...
O que comecei...
Viva os retardados, famintos, desempregados,
Darei um pão com mortadela
Mesmo duro, tempo vencido... Comerão...
Brigarão e pedirão quero Lula ladrão...
Não precisam trabalhar, os cabides sobrarão...
Dionê Leony Machado
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