QUEM ME DERA
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Que a insensatez já desbotada, Sentisse a cor da paixão... Que a mentira tivesse Vergonha de rastejar o chão...
E retroagisse desta perdição... Que artista fosse sinônimo De retratos falados da alma que engrandecesse o Criador... Não, a imoralidade da situação...
Que o mercado de valores pessoais, Nunca conhecessem remarcação... Que o ser olhasse não num espelho Pois é corrompido pelas mutilações, Do tempo, das cirurgias, dos cremes para as imperfeições... Quem dera que percebessem a corrupção como estão, Sem regeneração... Morrerão como estão...
Não sou artista, Nem político, Muito menos atacadista, Das mentiras e mutilações...
Sou não fui... Minha alma reflete sem apelar Para a corrupção... Para mentiras... Encenação...
Já não vivo só ... Jesus se apossou de mim...
Dionê Leony Machado |

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