ELEIÇÕES 2018 – PELOS VALORES
CRISTÃOS -
Não sei se as cortinas
estão a fechar ou a abrir o palco
político nacional. As encenações são muitas. Esperam seus autores que o suposto
despreparo do povo brasileiro não as
percebam e absorva as mensagens subliminares - ou não - que encerram. É triste
ver as distorções sem qualquer preocupação com o ético, com o outro. Quer-se
vencer e nisso vale tudo. Paixões desenfreadas, egos e realidades pessoais se
revelam. Mentes alucinadas enfrentam o Absoluto sem temor, próprias de regimes
totalitários e ateus, base de suas elucubrações.
Nesse
âmbito, mulheres semi despidas ostentando crucifixos em gesto tentador ao
pundonor público, camisetas, iguais à da candidata do PT à vice-presidência da
República, Manuela D'Ávila, afirmando que Jesus é travesti. Fack? Não houve
desmentido, mas, reafirmação. É muito desrespeito para qualquer brasileiro
suportar, independente de sua posição ideológica. Sua religiosidade o impede. E
se não o impede, estará ele negando sua condição de homem de fé e de crença.
Por isso esse singelo testemunho.
Feministas
simulando aborto, com mensagem de que Maria deveria ter abortado (a própria
negação a Jesus e à sua Divindade). Deputados homossexuais em apologia à
homossexualidade, em desrespeito à essa condição circunstancial da vida. São
posições que devem afastar quem as defende do sentimento nacional. Querem eles
os votos das pessoas ingênuas e de boa fé, alheias ao que está por detrás desse
arcabouço. Às vezes, sem preocupação com os exemplos que a História nos
concede; ou, sem acreditar que o barco moldado, adaptado, pode vir a ser o
mesmo.
Nisso tudo,
salvam-se dois nomes: o do cabo Daciolo,
Bevenuto Daciolo Fonseca dos Santos, corajoso e boquirroto, mas, verdadeiro, “porta-voz” do povo brasileiro. É um político
para o futuro e deve ser observado e chamado a contribuir. O Outro nome é o de
Jair Bolsonaro que se revelou por evidenciar valores cristão e combate à
corrupção. Enfrentam, ambos, poderosos, acomodados em suas plataformas em dar e receber, desde que não se afastem do
poder. Desses não poderemos esperar reformas estruturais. Os mesmos discursos
empolados, medidos, contados. Em realidade, o brasileiro quer rompimento com a
estrutura podre que aí está há mais de 30 anos. O PT apesar das promessas se
acomodou e dela participou. Não tem um
nome confiável, passou a idolatrar seu líder ferido porque ele hoje é o PT -
cavalo de batalha, boi de piranha, cavalo de Tróia - sem o qual o pouco que o
petismo tem seria nada. Eis porque querem “ressuscitá-lo”, em projeção capenga,
embora não acreditem na ressurreição propalada por católicos e protestantes,
conforme publicamente alguns seus, importantes,
demonstram.
Por justiça
citemos outros dois nomes: o do partido Novo, João Amoedo, que há de mais se
revelar politicamente porque tem preparo e ideal sério para tal; e, o de Álvaro
Dias, que se revelou, lamentavelmente, inócuo para o que pretende.
Para não ser
extenso, a situação não aconselha, termino colocando-me ao lado dos
valores Cristãos, nessa jornada mais
pela vida, mais pelo espírito, menos pela economia, menos pelas
estruturas administrativo-funcionais, menos pelo poder pelo poder, crendo que,
com seriedade, o mais virá por
acréscimo, por consequência.
Com
respeito, Geraldo Leony Machado.

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