https://www.instagram.com/reel/DRZYLsEjkzY/?igsh=Zmh0bGgycmxsb2pp
https://youtu.be/DkRq49Rs9CM?si=ZMDck5v2WMmIvPsF
https://www.pensandodireitanews.com/2025/11/mundo-advogado-de-trump-se-pronuncia.html?m=1
Alexandre de Moraes ordenou a prisão de Jair Bolsonaro. E
escolheu o dia 22, o número do ex-presidente na urna. Coincidência? Simbolismo?
Ou apenas mais um capítulo de uma disputa que já virou pessoal?
Na decisão, Moraes pinta a vigília de oração feita por
apoiadores na porta da casa de Bolsonaro como uma estratégia para tumultuar e
abrir caminho para uma fuga. Estranho. Se Bolsonaro quisesse fugir, já teria
fugido faz tempo. O ex-presidente escolheu ficar, mesmo enfrentando acusações
que muita gente considera forçadas.
O ministro classificou a reunião religiosa como
“manifestação popular criminosa”. Para ele, oração virou ameaça à ordem
pública. É bom lembrar: esses mesmos apoiadores cristãos já foram acusados até
de “nazismo” porque oraram com os braços estendidos, gesto comum em muitos
cultos.
Agora, mais uma vez, um ato religioso pacífico entra no
pacote de suspeitas. E Moraes transforma uma vigília de fé em caso de polícia.
O STF pode até ter seus argumentos jurídicos, mas a percepção pública está
feita: a fronteira entre justiça e perseguição ficou bem mais turva.
Viramos uma Nicarágua.
Sem comentários:
Enviar um comentário