A injustiça promovida pela justiça é inexplicável e fere a alma humana.
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| Os togados do direito são os geradores de mais injustiças e poucas justiças. |
A tristeza de uma derrota é um sentimento muitíssimo dolorido
que machuca, e sangra dolorosamente a alma. A vida parece se contrair
nas profundezas do ente. É muito difícil exteriorizar uma dor da derrota
injusta. Principalmente quando esta derrota é construída amplamente
durante muitos anos na injustiça. Uma injustiça que foi embrionada,
alimentada, crescida e sentenciada por uma justiça fundamentalista na
frieza das letras da lei. Lei simplesmente criada por burocratas do
poder legislativo e executado pela frieza e parcialidade do poder
judiciário.
Somente quem já foi injustiçado pela justiça sabe quanto dói.
Os
burocratas da lei são parciais e julga uma situação, uma causa
simplesmente na radicalidade e o legalismo da lei que não expressa o
contexto humano que envolve uma ação. A lei se sobrepõe ao homem que tem
vida plena; vida repleta de sentimentos múltiplos. Para os senhores de
toga isso não tem importância, o que tem importância são simplesmente as
letras geladas e o mais dramático é quando há um julgamento onde fica
óbvia a parcialidade. A justiça deixa de ser neutra, sega, mas abre um
olho para aqueles que tenham mais poderes aquisitivos e influencias
gerais. Há casos em que a justiça jaza um olho permanente cego para não
ver o direito, a retidão de quem é pobre, mas não tem poder, nem
influências diante dos deuses mortais de toga.
Os togados ou deuses abusam dos seus poderes frente aos pobres.
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| A balança da justiça é injusta. |
É
neste momento que os deuses mortais de toga infringem a justiça. Eles
abusam do poder que lhe são concedidos para fazer justiça, mas não fazem
e simplesmente executam tremendas e gigantescas injustiças. Decidem
causas fora dos seus padrões de conhecimentos, geralmente fundamentadas
em laudos questionáveis e argumentos cabíveis de serem refutáveis por
qual quer advogado. Tão
insofismável é a injustiça que alguns deuses mortais togados comentem
que o universo mergulha na escuridão e se emudecem em dor, brotando
lágrimas amargas e silenciosas. Esta dor e lágrimas passam despercebidas
pelas outras pessoas e principalmente por aqueles que cometeram a
injustiça.
A
deusa da justiça, certamente permanecerá envergonhada pelas horríveis
injustiças que os deuses togados mortais determinam a alguém (réu)
mal-intencionado como se realmente estivessem aplicando uma sentença
justa. Quando na verdade estão tão cegos através de influências
externas, que imaginam mesmo estarem certos. Ainda que pratiquem as
piores das injustiças dentro da literatura jurídica.
Um dia a justiça de Deus julgará os togados mortais.
Portanto, deuses e semideuses mortais togados, haverá, uma ocasião que todos eles serão julgados também, através da justiça do DEUS
Eterno, vivo e justo. Ele é a justiça em plenitude infalível de
quaisquer erros. Ele jugará estes homens togados, que se acham deuses,
mas são mortais iguais a todos que eles julgam, os erros dos outros não
togados. Ou um direito justo com sua justiça capenga, parcial, vendida, e
fundamentada nas leis do direito que regem uma justiça, ser séria justa
e imparcial, porém na prática está muitíssimo longe de aplicarem em
plenitude. Uma justa justiça para quaisquer causas dos homens errantes,
ou daqueles que buscam seus direitos. Todavia, na maioria das vezes a
justiça dos toga são injustiçados, respeitados, defendidos, reparados e
cumpridos.


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