Política
STF quer dinheiro público para vacinar ministros contra gripe
Gasto pode chegar a R$ 140 mil e beneficia filhos de integrantes da Corte.
O
Supremo Tribunal Federal (STF) quer adquirir 4 mil vacinas contra a
gripe, que serão destinadas a seus ministros, servidores e a filhos dos
integrantes da Corte, em mais um passo de desrespeito a sociedade.
A decisão coloca o Judiciário mais uma vez na contramão do que vem sendo feito pelo Poder Executivo, já que o Ministério da Saúde tenta captar recursos visando reduzir a pandemia do coronavírus no país.
Com
a medida, o STF pode gastar até 140 mil reais com o processo
licitatório, visando adquirir as vacinas para a gripe, com concorrência
que acontecerá no próximo dia 30 de março, segundo informa a Revista Oeste.
Obtido pelo site, o Pregão Eletrônico nº 16/2020 ainda não foi publicado pelo Portal da Transparência e trata-se do único órgão dos poderes federativos a adotar essa medida, apesar de nenhum ministro ter contraído o coronavírus ainda.
Nem a Câmara, nem o Senado, nem o Planalto abriram pregões para este tipo de aquisição, mesmo já havendo casos entre deputados, senadores e ministros do governo Bolsonaro.
No processo de compra movido pelo Supremo, as especificações das vacinas para imunização contra o vírus influenza devem seguir o padrão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A licitação também observa que as doses devem possibilitar a aplicação em crianças a partir dos 6 meses e adultos de qualquer idade.
A decisão coloca o Judiciário mais uma vez na contramão do que vem sendo feito pelo Poder Executivo, já que o Ministério da Saúde tenta captar recursos visando reduzir a pandemia do coronavírus no país.
Obtido pelo site, o Pregão Eletrônico nº 16/2020 ainda não foi publicado pelo Portal da Transparência e trata-se do único órgão dos poderes federativos a adotar essa medida, apesar de nenhum ministro ter contraído o coronavírus ainda.
Nem a Câmara, nem o Senado, nem o Planalto abriram pregões para este tipo de aquisição, mesmo já havendo casos entre deputados, senadores e ministros do governo Bolsonaro.
No processo de compra movido pelo Supremo, as especificações das vacinas para imunização contra o vírus influenza devem seguir o padrão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A licitação também observa que as doses devem possibilitar a aplicação em crianças a partir dos 6 meses e adultos de qualquer idade.
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