terça-feira, 10 de outubro de 2023

NOTÍCIAS 01

 

 

https://youtu.be/tWc5mOaI5tU?si=6pLkqPJMND0Bhi6P

 

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52279/urgente-filho-de-senador-randolfe-e-preso

 

https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52306/ex-deputada-bolsonarista-que-outrora-chamava-lula-de-bandido-ganha-cargo-no-governo-do-pt

 

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1424689458387623&id=100025397466299&sfnsn=wiwspwa&mibextid=VhDh1V

 

FRUTA FEDIDA:

https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/a-fruta-mais-fedida-do-mundo-e-dona-de-um-sabor-indefinido/

 

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3° Dossiê: Mortalidade materna pós aborto. (Números reais)

 

Em uma matéria do Estadão em 2012, lemos que “A ONU cobra Brasil por mortes em abortos de risco”. No texto da reportagem, vemos que os peritos da organização “acusam o Executivo (Dilma Rousseff) de falta de ação sobre a morte de 200 mil mulheres a cada ano”.

 

Já a Exame informa que “o Brasil registra em média quatro mortes por dia de mulheres que buscam socorro nos hospitais por complicações do aborto”, o que daria 1.460 por ano.

 

São 200 mil ou 1400 mortes? Vejamos os dados oficiais sobre óbitos de mulheres em idade fértil e óbitos maternos no Brasil, no período de 2011.

 

Somando os três últimos códigos, obtemos 68 mortes em 2011. Esse número pode ser maior, mas não chega aos 200 mil alardeados. E mais: se subtraímos as 49 mortes por aborto não especificado, por não sabermos se provocado ou espontâneo, caem para 19 o número de óbitos.

 

No livro Precisamos falar de Aborto, Marlon Derosa apresenta o número de mortes maternas de 1996 a 2015. Destacamos alguns anos:

 

Todas essas mortes devem ser lamentadas, mas passam longe de 200 mil. Qual seria o objetivo ao inflacionarem tanto os dados?

 

Segundo o argumento do movimento pró-aborto, a legalização reduzirá as mortes das mulheres que escolherem abortar seus filhos. No entanto, se verificarmos os índices de mortalidade materna no Canadá e nos EUA, vemos que, ao invés de diminuir, aumentou.

 

 

Entre 1990 e 2008, a taxa de mortalidade materna canadense cresceu 94% e, nos EUA a taxa passou de 10,3 para 23,2 óbitos para cada 100 mil mulheres.

 

O que os dados denunciam é que quando o número de abortos explode, é natural que os riscos para as mulheres que abortam sejam maiores e, em muitos casos, infelizmente, levem à morte.

 

A verdade é que onde o aborto foi restringido, o número de mortalidade materna diminuiu.

 

No Chile, após a proibição, houve uma redução de 69,2%;

 

Em El Salvador a queda foi de 65% no período de 1990 a 2015 e;

 

Na Nicarágua, a partir da proibição em 2006, os óbitos maternos caíram de 93 para 36 por 100 mil habitantes.

 

 

Com base nesses dados, a conclusão é óbvia: onde se proíbe o aborto, a vida das mulheres também é poupada.

 

Outro argumento muito utilizado pelos militantes pró-aborto versa sobre a prisão de mulheres que teriam cometido aborto ou se submetido a alguma clinica com esse fim. Acompanhe o próximo Dossiê para descobrir o que acontece com as mulheres que são incriminadas por terem cometido aborto.

 

Os Dossiês continuarão sendo enviados por email. Não deixe de conferir inclusive a sua caixa de spam para não perder os novos conteúdos.

 

Nosso time está empenhado todos os dias para liberar o documentário completo com a seriedade que ele merece. A Brasil Paralelo busca cumprir o seu papel na luta contra a desinformação.

 

Em breve o documentário da BP sobre aborto estará pronto. Nós vamos disponibilizá-lo gratuitamente no youtube para que todos possam ter acesso.

 

Nós estamos fazendo a nossa parte, mas não é possível ter certeza de até onde essa mensagem pode chegar. Por isso contamos com a sua ajuda.

 

Compartilhe com pessoas as quais você sabe que precisam entender melhor sobre a legalização do aborto.

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NOTÍCIAS...03

    https://youtube.com/shorts/EP6crbYk0MM?si=OadqBMwxmda36YK4     https://youtu.be/5QzubRhFGtA?si=fvqdZrU_dYZOAMsM     https:...