https://youtu.be/tWc5mOaI5tU?si=6pLkqPJMND0Bhi6P
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52279/urgente-filho-de-senador-randolfe-e-preso
https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/52306/ex-deputada-bolsonarista-que-outrora-chamava-lula-de-bandido-ganha-cargo-no-governo-do-pt
https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=1424689458387623&id=100025397466299&sfnsn=wiwspwa&mibextid=VhDh1V
FRUTA
FEDIDA:
https://catracalivre.com.br/saude-bem-estar/a-fruta-mais-fedida-do-mundo-e-dona-de-um-sabor-indefinido/
3°
Dossiê: Mortalidade materna pós aborto. (Números reais)
Em uma
matéria do Estadão em 2012, lemos que “A ONU cobra Brasil por mortes em abortos
de risco”. No texto da reportagem, vemos que os peritos da organização “acusam
o Executivo (Dilma Rousseff) de falta de ação sobre a morte de 200 mil mulheres
a cada ano”.
Já a
Exame informa que “o Brasil registra em média quatro mortes por dia de mulheres
que buscam socorro nos hospitais por complicações do aborto”, o que daria 1.460
por ano.
São 200
mil ou 1400 mortes? Vejamos os dados oficiais sobre óbitos de mulheres em idade
fértil e óbitos maternos no Brasil, no período de 2011.
Somando
os três últimos códigos, obtemos 68 mortes em 2011. Esse número pode ser maior,
mas não chega aos 200 mil alardeados. E mais: se subtraímos as 49 mortes por
aborto não especificado, por não sabermos se provocado ou espontâneo, caem para
19 o número de óbitos.
No
livro Precisamos falar de Aborto, Marlon Derosa apresenta o número de mortes
maternas de 1996 a 2015. Destacamos alguns anos:
Todas
essas mortes devem ser lamentadas, mas passam longe de 200 mil. Qual seria o
objetivo ao inflacionarem tanto os dados?
Segundo
o argumento do movimento pró-aborto, a legalização reduzirá as mortes das
mulheres que escolherem abortar seus filhos. No entanto, se verificarmos os
índices de mortalidade materna no Canadá e nos EUA, vemos que, ao invés de
diminuir, aumentou.
Entre
1990 e 2008, a taxa de mortalidade materna canadense cresceu 94% e, nos EUA a
taxa passou de 10,3 para 23,2 óbitos para cada 100 mil mulheres.
O que
os dados denunciam é que quando o número de abortos explode, é natural que os
riscos para as mulheres que abortam sejam maiores e, em muitos casos,
infelizmente, levem à morte.
A
verdade é que onde o aborto foi restringido, o número de mortalidade materna
diminuiu.
No
Chile, após a proibição, houve uma redução de 69,2%;
Em El
Salvador a queda foi de 65% no período de 1990 a 2015 e;
Na
Nicarágua, a partir da proibição em 2006, os óbitos maternos caíram de 93 para
36 por 100 mil habitantes.
Com
base nesses dados, a conclusão é óbvia: onde se proíbe o aborto, a vida das
mulheres também é poupada.
Outro
argumento muito utilizado pelos militantes pró-aborto versa sobre a prisão de
mulheres que teriam cometido aborto ou se submetido a alguma clinica com esse
fim. Acompanhe o próximo Dossiê para descobrir o que acontece com as mulheres
que são incriminadas por terem cometido aborto.
Os
Dossiês continuarão sendo enviados por email. Não deixe de conferir inclusive a
sua caixa de spam para não perder os novos conteúdos.
Nosso
time está empenhado todos os dias para liberar o documentário completo com a seriedade
que ele merece. A Brasil Paralelo busca cumprir o seu papel na luta contra a
desinformação.
Em
breve o documentário da BP sobre aborto estará pronto. Nós vamos
disponibilizá-lo gratuitamente no youtube para que todos possam ter acesso.
Nós estamos
fazendo a nossa parte, mas não é possível ter certeza de até onde essa mensagem
pode chegar. Por isso contamos com a sua ajuda.
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com pessoas as quais você sabe que precisam entender melhor sobre a legalização
do aborto.
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