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Cinco
razões para cuidar das emoções
Por
Isabelle Ludovico da Silva
"Sobre
tudo o que se deve guardar, guarda o coração, porque dele procedem as fontes da
vida" (Provérbios 4.23).
Simbolicamente,
o coração é a sede das emoções. Há, pelo menos, cinco razões principais para
cuidarmos das nossas emoções:
1. As
emoções são como sementes que plantamos no nosso jardim interior. Por isso, é
importante avaliar a qualidade delas. O que semeamos, vamos colher. Se for
amargura, vai criar raízes e se espalhar! Se for alegria, também vai se
multiplicar!
2. As
emoções são como lentes através das quais vemos a nós mesmos e a vida. A
alegria nos permite ver um mundo colorido, enquanto a tristeza pinta tudo de
cinza.
3. As
emoções são contagiosas. Uma pessoa alegre transmite alegria, mas uma pessoa
amarga transmite amargura. Somos chamados a ser o bom perfume de Cristo,
transmitindo o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, benignidade... Mas a boca
fala do que está cheio o coração.
4.
Quanto mais fugimos das nossas emoções, como tristeza, medo, raiva... mais elas
nos perseguem. Quando as reconhecemos, podemos usá-las de maneira construtiva.
5. As
emoções negadas nos fazem adoecer pelo processo de somatização.
Perceber
as nossas emoções requer autoexame, separar um tempo para ficar em silêncio e
sondar o nosso coração (Sl 139.23). Podemos contar com Deus, mas a
responsabilidade é nossa.
A
grande questão é identificar como lidamos com o mal que nos fizeram, já que
somos responsáveis apenas pelo que fazemos com o mal que nos fizeram. Com a
ajuda do Espírito Santo, temos a coragem de perceber o que fizemos com as
nossas dores. E a salvação traz a cura das feridas que nos fizeram e das que
nós nos fizemos ou fizemos a outros (Sl 103.3).
Assim,
podemos escolher ser feridos que ferem com suas feridas não curadas ou feridos
que curam por meio da cura que recebemos de Deus. Somos consolados para
consolar outros.
Senhor,
ajuda-me a reconhecer e tratar as feridas do meu coração em vez de fugir para o
ativismo.
Isabelle
Ludovico da Silva, psicóloga clínica com especialização em terapia familiar
sistêmica. Aprendiz da graça e engajada na cura e restauração daqueles que têm
coragem de buscar ajuda. Casada com Osmar Ludovico, mãe e avó.
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