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Dionê Machado, a família Soros foi ao Vaticano, o
que isso significa?
| Paulo
Henrique Araujo: Carta ao Leitor PHVox #38 |
Partido das Sombras vai ao Vaticano
Olá, Dionê Machado. Tudo bem contigo? Na semana
passada, o ex-presidente Bill Clinton visitou o Vaticano e teve uma audiência
com o Papa Francisco, o grande personagem de fundo desta visita, porém, atende
pelo sobrenome Soros, mas o que isso quer dizer? Vamos lá?
O vídeo da visita de Bill Clinton ao Vaticano
mostra muito mais do que se percebe. Podemos afirmar que uma comitiva do
“Partido das Sombras” visitou o Papa hoje. Mas caro leitor, você sabe o que é
esta organização?
Em 1995, George Soros estava num momento de alta
nas suas articulações e investimentos em movimentos que favoreciam as suas
articulações no mundo, tudo isso através da Open Society Institute (sim, ainda
Institute). No cenário político nacional dos EUA, a sua influência era
extremamente limitada e pouco frutífera. Foi justamente nesta época que ele se
aproximou da Casa Branca, e mais especificamente de uma pessoa que mudaria o rumo
político americano: Hillary Clinton, a então primeira-dama.
Hillary, sempre foi a estrela política da família
Clinton. As principais estratégias de organização de militância, ações
políticas e movimentações que levaram um desconhecido governador à Presidência
da maior potência do mundo. Não foi por acaso: Hillary é uma das discípulas
diretas de Saul Alinsky, um revolucionário dos anos 1930, que fazia parte da
gangue de Al Capone e que iniciou o processo de organizar os movimentos
revolucionários americanos, principalmente o partido comunista, que passou a
infiltrá-los no Partido Democrata. Também criou e escreveu as “13 regras para
radicais”, conhecido como o manual da tomada de poder pela esquerda Americana.
Desta forma, as estratégias desenvolvidas por Saul
Alinsky foram incorporadas aos grupos que George Soros financiava e entregues
sob os direcionamentos de Hillary Clinton e os seus coordenados. A partir de
então, num processo que duraria 13 anos, o Partido das Sombras iria mudar e
influenciar drasticamente o processo eleitoral americano. Os cofres dos
partidos seriam completamente esvaziados através da lei McCain-Feingold,
financiada por Soros e que instrumentalizaria o processo por meio de grupos que
passariam a ser conhecidos como PACs. Estas organizações passaram a controlar
todo o fluxo financeiro dos candidatos políticos do partido Democrata (Isso é
somente a ponta do ‘iceberg’).
Fato é que, desde 2021, conforme estamos trazendo
em diversas oportunidades no PHVox, Soros preparava a sucessão do seu império
para seu filho Alexander. Desde então ele participou de diversas visitas
discretas a chefes de Estado e caciques políticos como Macron, Trudeau e Nancy
Pelosi.
Em 2017, parte do clero da Igreja Católica,
solicitou ao então recém-eleito Donald Trump, que investigasse a influência de
Barack Obama, Hillary e Soros nos acontecimentos que levaram à renúncia do Papa
Bento XVI. Não há confirmações que este pedido tenha sido aceito, ou mesmo mais
informações deste possível envolvimento.
O que temos, de fato, é que a figura central desta
visita não era Bill Clinton, mas sim Alexander Soros, que foi com o
ex-presidente como o seu “apadrinhador”.
Informação adicional: Barack Obama foi “criado” e
forjado em uma das muitas organizações criadas por Saul Alinsky, bem como toda
a estrutura que o alavancou através das redes sociais.
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