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Joe
Biden e o favorecimento de ditaduras pelo mundo.
Olá,
Dionê Machado. Tudo bem contigo? A carta de hoje, é um breve relato de uma
tendência do governo de Joe Biden em favorecer regimes totalitários que está
começando a tornar-se uma tendência. Vamos lá?
Biden
concede US$6 Bilhões ao regime iraniano no emblemático 11 de setembro.
No
aniversário do atentado que derrubaram as Torres Gêmeas e deixou mais de 3 mil
mortos, o governo Biden emitiu uma isenção para que os bancos transfiram US$ 6
bilhões em fundos de petróleo iranianos congelados sem medo de sanções dos EUA.
Além disto, o governo também irá libertar 5 iranianos detidos nos EUA.
Fontes
familiarizadas com o tema, informam que em contra-partida cidadãos americanos
presos no Irã seriam libertos.
Este
pode ter sido o primeiro passo da retomada do acordo nuclear com o regime
terrorista iraniano. A administração Biden vem, como já noticiamos nos últimos
meses, avançando em tratativas com o Irã para o reestabelecimento do acordo que
o país islâmico quebrou unilateralmente (assinado pelo ex-presidente Barack
Obama). O ponto importante deste processo é que enquanto Joe Biden trava uma
guerra diplomática contra o Primeiro Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu,
favorece o maior inimigo israelense na região e utilizando meios que impeçam a
fiscalização do congresso americano.
Para o
acordo anunciado ontem, o congresso americano foi informado.
O
governo de Biden vem colaborando com os principais regimes ditatoriais do
mundo, recentemente a Venezuela de Nicolás Maduro foi aliviada por um enorme
pacote de sanções que deu trégua econômica ao chavismo e até libertou Efraín
Campo Flores e Franqui Flores de Freitas, sobrinhos de Cilia Flores, mulher de
Maduro. Eles haviam sido condenados em 2017 a 18 anos de prisão por tráfico de
drogas. O negócio foi fechado em troca de sete americanos presos na Venezuela.
A
condição dos EUA para aliviar as sanções também é exigir que Maduro permita a
realização de eleições livres. Mas há mais que Washington entregou do que o que
recebeu do chavismo. Algo semelhante parece acontecer com o Irã, que conseguiu
embolsar 6 bilhões de dólares que serão provavelmente usados a critério da
tirania de Ebrahim Raisi.
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